29 de abril de 2004

Carro novo, snif...

Hoje quando cheguei a casa tinha o meu marido à espera para irmos entregar o meu carrinho ao senhor que ficou com ele porque amanhã chega o novo e este tinha de ser entregue hoje porque amanhã já não terá seguro.
Eu já sabia que o "novo" estava para chegar, mas mesmo assim senti um baque...
O meu velho UNO, companheiro de tantos anos e de tantos quilómetros... O meu carrinho que se portou sempre bem, nunca teve um furo, nunca me deixou a pé...
Senti-me como que a traí-lo! Mas consegui alguém que ficou com ele e não o dei para abate. Isso é que eu não fazia ao meu carrito!
E pronto, hoje estou "neura" por ir ter um carro novo!
Será que sou normal?
Ou o meu marido tem razão quando diz: "tu és uma tolinha!"
Eu sei que se fossem todos como eu o mercado ia à falência, o parque automóvel seria uma desgraça, mas eu sou assim e pronto!! Já não há nada a fazer...

28 de abril de 2004

Ter que/Ter de

O título do filme em português é "Alguém tem que ceder" e não "tem de" como estaria correcto. Esta é uma dúvida que tenho com frequência porque agora deu a mania a toda a gente de dizer "tenho que" em vez de "tenho de". Mas, como eu sou teimosa, procurei até achar a solução! E achei num velhinho (de 1991) "Falar melhor, escrever melhor". Cá fica a explicação grátis para todos:
« Verifica-se actualmente a tendência para omitir a construção ter de, substituindo-a, erradamente, por ter que. As duas expressões são distintas. Ter que emprega-se em frases como tenho que fazer, que é elíptica, por tenho alguma coisa que fazer, onde o que é um pronome relativo cujo antecedente é, clara ou ocultamente, coisa. Ter de emprega-se em frases como tenho de fazer alguma coisa, que é também elíptica, por tenho necessidade de fazer alguma coisa, onde o de é uma preposição que precede o substantivo verbal fazer.»
Confusos?? Então um exemplo prático:
«Tenho que comer» significa
«Tenho alguma coisa para comer».
«Tenho de comer» , significa, «Tenho necessidade de comer alguma coisa»Entendido? Gostava que os tradutores de livros e os jornalistas lessem isto, pois são eles que lançam a confusão...

Homens e mulheres

Como os homens se vêem ao espelho!


Como as mulheres se vêem ao espelho...

E eu acrescento: mulheres, ganhem juízo!! Os homens a sério não reparam num pneuzinho a mais, até gostam...
Como diz a minha mãe "Quem gosta de ossos são os cães"
Claro que devemos cuidar da nossa aparência ( se não gostarmos de nós, quem gostará?) mas sem cair em exageros!

25 de abril de 2004

O NOSSO 25 de Abril

Dedicado ao meu marido, o meu melhor amigo, neste "nosso" 25 de Abril...

Você é assim,
um sonho p´ra mim
e quando eu não te vejo
eu penso em você
desde o amanhecer
até quando eu me deito

Eu gosto de você
e gosto de ficar com você
meu riso é tão feliz contigo
o meu melhor amigo é o meu amor

E a gente canta
e a gente dança
e a gente não se cansa
de ser criança
da gente brincar
da nossa velha infância

Seus olhos meu clarão
me guiam dentro da escuridão
seus pés me abrem o caminho
eu sigo e nunca me sinto só

Você é assim um sonho p´ra mim
quero-te encher de beijos
eu penso em você
desde o amanhecer
até quando eu me deito

Eu gosto de você
e gosto de ficar com você
meu riso é tão feliz contigo
o meu melhor amigo é o meu amor

E a gente canta
e a gente dança
e a gente não se cansa
de ser criança
da gente brincar
da nossa velha infância

Seus olhos meu clarão
me guiam dentro da escuridão
seus pés me abrem o caminho
eu sigo e nunca me sinto só

Você é assim
é um sonho pra mim

Tribalistas, numa das minhas canções favoritas

22 de abril de 2004

Abril com "R"

Hoje recebi este poema por mail, de uma colega... Nem de encomenda!

Trinta anos depois querem tirar o r
se puderem vai a cedilha e o til
trinta anos depois alguém que berre
r de revolução r de Abril
r até de porra r vezes dois
r de renascer trinta anos depois

Trinta anos depois ainda nos resta
da liberdade o l mas qualquer dia
democracia fica sem o d.
Alguém que faça um f para a festa
alguém que venha perguntar porquê
e traga um grande p de poesia.

Trinta anos depois a vida é tua
agarra as letras todas e com elas
escreve a palavra amor (onde somos sempre dois)
escreve a palavra amor em cada rua
e então verás de novo as caravelas
a passar por aqui: trinta anos depois.

Manuel Alegre

21 de abril de 2004

Nova Canção

Uma vez que este ano em vez de "Revolução" vamos ter uma "EVOLUÇÃO" no nosso "25 de ABIL" eu proponho que nós cantemos esta nova versão que aqui vos deixo da carismática "Grândola Vila Morena" !

Gândola Vila Moena

Gândola, vila moena
Tea da fatenidade
O povo é quem mais odena
Dento de ti, ó cidade

Dento de ti, ó cidade
O povo é quem mais odena
Tea da fatenidade
Gândola, vila moena

Em cada esquina um amigo
Em cada osto igualdade
Gândola, vila moena
Tea da fatenidade

Tea da fatenidade
Gândola, vila moena
Em cada osto igualdade
O povo é quem mais odena

À somba duma azinheia
Que já não sabia a idade
Juei te po companheia
Gândola a tua vontade

Gândola a tua vontade
Juei te por companheia
À somba duma azinheia
Que já não sabia a idade

20 de abril de 2004

AQUELA LUZ


Que é feito da luz que brilhava
dentro de ti
fervor íntimo e secreto
voo de ave iminente
onda a formar-se no mar

Que é feito dessa luz que desfiava
as sombras
e iluminava o sorriso
e lançava reflexos irisados
no teu olhar

Que ventos de tempestade a extinguiram
que neblinas
pesadelos
que sombras asfixiaram
essa luz

Olho o teu rosto apagado
já nem os sonhos brilham
no teu olhar opaco
Como se perdeu a luz que brilhava
dentro de ti?

Paula Margarida Pinho, 2003

19 de abril de 2004

Finalmente...aulas!!

E pronto!
Para sossego de milhares de pais e mães desesperados, recomeçaram hoje as aulas...
Sempre que há umas férias aparecem na televisão uns senhores das associações de pais muito queixosos porque, ó da guarda, onde é que vou deixar agora os meus rebentos???
Eu sempre estranhei muito isto porque, quando as crianças entram finalmente na escola, já têm pelo menos cinco aninhos de vida.
E eu pergunto: onde deixaram os papás as crianças durante esses cinco ou seis anos??? (Tanto quanto sei a licença de parto ainda não dura tanto tempo!).
Não estou a desvalorizar os problemas que os pais têm actualmente quando trabalham e não têm onde deixar os filhos, só acho que esse problema pode e deve ser resolvido assim que as crianças entram para a escola. Nessa altura as pessoas arranjam alternativas para os dias em que não há aulas que são válidas para toda ou quase toda a escolaridade dos filhos...
Mas, sempre por estas alturas aparecem na televisão uns "seres pensantes" muito queixosos.
Na semana passada, no programa "Prós e Contras" estava um senhor que acho que se chamava Carvalho a propôr que as escolas tivessem actividades de férias para que as crianças lá pudessem ficar.
E eu queria perguntar a esse senhor (pode ser que ele leia o meu blog...) se ele também gostava de passar as férias dele no seu local de trabalho!! E o local de trabalho dele até é bem capaz de ser um local aprazível, com empregadas a servirem o cafezinho e tudo!
Será que ele imagina como são as instalações da maior parte das escolas do 1.º ciclo??
Será que ele sabe que nos dias de chuva as crianças têm um reles telheiro ventoso para lanchar e brincar?
E que há escolas que nem isso têm?
Que não há outras salas para além das salas de aula?
Que não há espaços de lazer além de recreios poeirentos ou lamaçais (dependendo do estado do tempo)?
Que a maior parte do tempo lectivo a escola não tem auxiliar?
Que a maior parte das escolas nem auxiliar tem?
Que... que... que...
Quando esses senhores souberem alguma coisa, então convidem-nos para ir à televisão!
Irra!!

18 de abril de 2004

Rosas

Lindas rosas amarelas para todos (as).
Quem não gosta de receber flores, mesmo virtuais?

17 de abril de 2004

Poema

(quase) Toda a gente publica poemas e eu... népias.
Então hoje recebi um poema por mail e resolvi publicá-lo.
Não sei quem é o autor, mas não faz mal...
Fosse lá quem fosse tinha muita imaginação.
Espero que se divirtam tanto a lê-lo com eu me diverti!!

O CUME

No alto daquele cume
Plantei uma roseira
O vento no cume bate
A rosa no cume cheira.
Quando vem a chuva fina
Salpicos no cume caem
Formigas no cume entram
Abelhas do cume saem.
Quando cai a chuva grossa
A água do cume desce
O barro do cume escorre
O mato no cume cresce.
Quando cessa a chuva
No cume volta a alegria
Pois torna a brilhar de novo
O sol que no cume ardia!

16 de abril de 2004

Nobel

Estava eu muito compenetrada na tarefa de lavar umas folhas de couve para a janta, quando ouço na televisão o José Rodrigues dos Santos dizer "O Nobel foi almoçar com o Primeiro Ministro e fez as pazes com o PSD".
E eu fiquei a pensar "caramba, pensava que esse senhor já tinha morrido há muito tempo, como pode ser??"
Logo que pude fui ver à enciclopédia e lá estava a confirmação: o senhor Nobel, coitado, morreu em 1896! Se a matemática não me atraiçoa já passaram 108 anos...
Que mistério!!
Depois pensei mais ainda (porque eu gosto daquele jornalista e acho que ele não se enganaria...) e concluí que não era gralha, ele tinha razão!

Para almoçar com o PM e ainda por cima FAZER as PAZES com o PSD é preciso estar morto! E ter morrido há muito tempo para que além de morto também esteja esquecido!!

15 de abril de 2004

Mais vida

Roam-se de inveja: cada florzinha destas vai dar uma linda, grande (espero eu!) e deliciosa pêra!!

Vida nova

O meu quintal está cheio de vida nova. Ainda no outro dia esta árvore parecia morta!
Espero que connosco aconteça o mesmo.
Que haja sempre um renascer...
Será?

14 de abril de 2004

Ao Jorge

Soube, no domingo de Páscoa, que tinha morrido um amigo meu de infância e adolescência. Daqueles amigos verdadeiros a quem, com as voltas que a vida (nos) dá acabamos por perder o contacto.
Estudámos juntos no antigo Ciclo Preparatório e ele acompanhava-me a casa. Depois seguia o seu caminho, de bicicleta, até casa dele, numa aldeia uns 4 Km mais à frente.
A vida não era fácil naquele tempo: as escolas eram longe e o transporte era a bicicleta! Mesmo assim foi sempre um bom aluno e licenciou-se em farmácia.
Aos domingos rumava com a minha mãe e irmã, à aldeia onde ele morava pois tínhamos lá muitos amigos.
Juntávamos então um grupo enorme e passávamos a tarde a jogar ao ringue ou a andar de bicicleta pelas aldeias vizinhas.
Nunca nos dava a fome porque todos conheciam todos e havia sempre alguém que nos franqueava o quintal com fruta à disposição...
Esse tempo de juventude despreocupada, livre, divertida e sem medos (como me parece que hoje já não existe), passou todo à minha frente como um filme enquanto a minha mãe me dava a notícia.
O Jorge tinha pouco mais de 40 anos e morreu de cancro.
Às vezes tenho mesmo de acreditar que o céu existe e que ele já arranjou por lá um grupo para jogar ao ringue e andar de bicicleta...

13 de abril de 2004

Férias, uauu!


E assim vou passando as minhas férias... preguiçando como um gatinho.
E alguém se atreve a dizer que os gatos não sabem aproveitar bem a vida??

12 de abril de 2004

Famosa!! (quase...)

Parece-me que estou a ficar famosa!! Tenho o meu blog "recomendado" no "BI" (bem informado). Como ainda nenhuma alma me ensinou a fazer links directamente aqui (este recadinho é mesmo para ti...) deixo o endereço para os interessados consultarem: http://www.beminformado.com/blogdia.htm
Não pensem que há um grande mérito nisto, acho que basta inscrevermo-nos, eheheheh...
Mas é giro ver o nome e o link para o nosso blog noutras paragens!

10 de abril de 2004

Mãos

Era bom termos assim o mundo nas mãos... Podia ser que finalmente houvesse PAZ. E que toda a gente tivesse direito a viver a sua vida como quer e não como querem os senhores do mundo que promovem as guerras conforme lhes dá jeito...

E podia ser que deixasse de haver gente a morrer à fome...

E... e... e...

8 de abril de 2004

De pequenino...

Agora digam lá se os ciúmes só acontecem a "gente grande"!!
Ai se o olhar matasse!

6 de abril de 2004

Perseguida pelo cherne...

Aqui há tempos houve uma discussão neste blog por causa dum certo cherne... Ora eu, que não gosto de cherne, ando a ser perseguida por esse peixinho...
Eu vou contar o que me aconteceu e ficam logo a perceber:
Na terça-feira ia jantar sozinha com o marido e nesses dias vingamo-nos a comer peixe.
Passámos pelo hiper e eu tive a ideia luminosa de comprar tamboril para fazer um arroz para nós. Andávamos lá com as cabeças metidas na arca do peixe (aquilo para mim é mais confuso que uma equação...) quando apareceu a menina das promoções a dizer-nos para trazermos cherne que estava em promoção e era muito bom, blá, blá, blá...
O meu marido disse logo à rapariga que nem pensar, estava farto de cherne e nem podia ouvir falar em tal coisa... (sorte nossa a rapariga solidarizou-se connosco porque disse "mas ainda vamos ter de o gramar mais uns tempos...").
E lá continuámos nós a procurar tamboril em cubinhos. Árdua tarefa, mas lá conseguimos.
Chegada a casa, toca a procurar a receita de arroz de tamboril... Não encontrei nenhuma em nenhum livro, acabei por achar aqui na net e ... mãos à obra.
Lá fiz eu o arroz seguindo todos os preceitos.
Enquanto o arroz se fazia, fui arrumando a tralha da cozinha.
Quando ia pôr ao lixo a embalagem do tamboril... ia-me dando uma coisinha má!!
E o que é que estava escrito na embalagem?? Pedaços de CHERNE!!!
Estava tudo pronto, a fome era negra, tivemos de comer, pois claro!!
E eu agora devia entrar para a história da culinária como a pessoa que inventou uma nova receita : "ARROZ DE CHERNE DE TAMBORIL" (ou será arroz de tamboril de cherne??).
Deus castiga, ehehehehe!! (lá diz o analfabeto...)

5 de abril de 2004

Pulido Valente vs Saramago

No DN deste domingo, Vasco Pulido Valente assinava a sua crónica "batendo" em José Saramago (parece que está na moda...).
Eu até já li críticas bem apanhadas, mas a deste senhor, valha-me Deus!!
Diz ele que "Saramago é um escritor pouco interessante e nada original" entre outros mimos...
O senhor Vasco tem direito à opinião dele, como todos têm, embora a nossa não esteja à venda nos jornais. Mas o que me chateia nele (além daquela cara de "não me aborreçam que eu sou intelectual") é que mais adiante diz: "confesso que de Saramago só li « O evangelho segundo Jesus Cristo»!!!!!
E eu, na minha santa ignorância e nem sendo assim intelectual, pergunto: como é que uma pessoa pode ter opinião acerca de um escritor que já publicou quase TRINTA obras baseado apenas na leitura dum livro e que ainda por cima ele diz que leu por causa de um artigo que tinha de escrever??
E todos sabemos que um livro para ser bem saboreado tem de ser lido por prazer e não por obrigação!
Se calhar é por haver pessoas a escrever crónicas assim que os jornais se leem tão pouco!!

4 de abril de 2004

Salgueiro Maia


Salgueiro Maia nasceu em Castelo de Vide em 1944.
Entrou para a Academia Militar em 1964.
Quatro anos depois parte para Moçambique integrado numa Companhia de Comandos.Em 1971 presta serviço militar na Guiné.
Regressa a Portugal em 1973 e começa a participar nas reuniões do MFA, vindo depois a fazer parte da comissão coordenadora do Movimento.
No dia 25 de Abril de 1974 foi ele quem comandou o cerco ao Quartel do Carmo e que forçou a rendição de Marcelo Caetano.
Nunca se saberá ao certo como teriam sido os acontecimentos daquele dia se não fosse este jovem de apenas 29 anos, mas que soube impôr uma imagem de segurança e tranquilidade a todos, mesmo ao "inimigo".
Depois da revolução, ao contrário de muitos outros, não aceitou qualquer cargo político.
Faz hoje 12 anos que morreu este HOMEM...
E apeteceu-me relembrá-lo aqui porque ainda há quem diga e quem pense que não temos heróis!!

2 de abril de 2004

Dia Mundial do Livro Infantil

HANS CHRISTIAN ANDERSEN

Hoje foi o Dia Mundial da Literatura Infantil.
Pessoas "importantes" leram muitas histórias às criancinhas por esse país fora...
E nos outros 364 dias??
Mas hoje não venho aqui fazer queixinhas, venho para vos dar a conhecer que Hans Christian Andersen, o grande escritor dinamarquês de histórias infantis, nascido no dia 2 de Abril de 1805 (daí esta efeméride ser hoje) e que escreveu "A pequena sereia", "A princesa e a ervilha", "O Patinho feio" (o meu preferido), " O soldadinho de chumbo" (o livro infantil mais romântico que existe), e muitos outros, viajou por Portugal e passou cá uns meses.
Sabiam? Eu confesso que não!

Pois ele esteve cá em 1866 e deixou as impressões dele num livro ("Uma visita a Portugal em 1866").
Mas, o que me lavou a alma foi o que ele escreveu ao chegar a Portugal e que passo a transcrever (a bold e tudo se for capaz....).
Preparados? Então cá vai:

«Que transição, ao entrar em Portugal, vindo de Espanha. Era como sair da Idade Média para entrar no presente.»

E esta, heim??

1 de abril de 2004

Primeiro de Abril

Era uma vez... um reino muito distante à beira-mar plantado.
O rei desse reino, assim como todos os seus conselheiros é muito competente e amigo do seu povo.
Ninguém vive mal no reino.
Todos são felizes, não há desigualdades sociais, não há gente com fome, as fábricas não fecham para se mudarem para outros reinos... Os salários são bons.
Os administradores das empresas do reino têm todos um Fiat Uno que é também o carro da frota do Rei.
Toda a gente ganha o salário mínimo que é de 2000 euros.
O povo deste reino é saudável, mas quando alguém adoece é prontamente atendido por médicos competentes, interessados e que até falam com as pessoas! Os medicamentos são grátis.
Os clubes de futebol são dirigidos por pessoas honestas e os jogadores no fim do jogo regressam aos seus empregos.
Os autarcas do reino são eleitos por quatro anos e só sabem o que é futebol quando vão assistir a um jogo.
Há palavras que não existem nos dicionários do reino como: corrupção, cunha, incompetência, pedofilia... Raramente há acidentes porque todos cumprem as regras, respeitam os sinais e todas as estradas estão bem sinalizadas.
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"TOU NEM AÍ TOU NEM AÍ...."
- Maldito despertador!!!!!!!!!!!!!!
Quê?? Já é 1 de Abril??
Eu logo vi!!