30 de julho de 2010

António Feio

Há pessoas que deviam ser etenas, ou pelo menos deviam durar até serem bem velhinhas...
António Feio é uma dessas pessoas.
Ficamos todos mais pobres quando morre uma pessoa inteligente.

Descansa em paz.

28 de julho de 2010

Mais palavras para quê?

Do JN, um dia destes:

Reaberto há três anos, após quatro anos de obras e um investimento de cinco milhões de euros, o “Manuel Firmino” tem painéis decorativos a soltarem-se, portas de vidro que não funcionam, casas de banho sem ventilação e isolamento deficiente dos terraços, que já obrigou um restaurante a ter que proceder a obras duas vezes devido a infiltrações de água. Há ainda problemas com as caleiras, rede eléctrica e caixilharia de alumínio. “O empreiteiro não assumiu as suas responsabilidades”, lembrou Miguel Fernandes.

Os problemas de ventilação do Mercado Manuel Firmino (Aveiro) vão em breve ficar resolvidos. As obras de montagem de três ventiladores na cobertura do mercado, uma empreitada de mais de 42 mil euros, já se iniciaram e deverão estar concluídas em Agosto.

Ok, foi o empreiteiro que não assumiu responsabilidades...
Mas quem contratou o empreiteiro?
Quem pagou 5 milhões a um empreiteiro por uma obra que não estava em condições?

Se a estes "quem", houvesse alguém que respondesse "eu" e esse "eu" tivesse de pagar, do seu bolso, as novas obras que vão permitir que o mercado fique em condições, até aposto que isto não voltava a acontecer.

É por estas e por outras que, de todos os órgãos de soberania, aquele em quem menos confio são as autarquias.
Uma vergonha!

25 de julho de 2010

Uma fotografia por domingo (144)


Sever do Vouga, ponte do caminho de ferro (linha do Vale do Vouga), desactivada, porque tudo se desactiva neste país, só falta desactivar o país propriamente dito, mas também não deve faltar muito...

21 de julho de 2010

Se estiverem a precisar de rir um bocadinho

e não sabem como, deixo-vos uma dica:
procurem um site de culinária, em inglês, e activem a tradução do google.
Vão aparecer coisas hilariantes como esta:

Sente-se a lata springform em uma assadeira e despeje o recheio de queijo. Encha a assadeira com água fervida para recém-chegado na metade do caminho até a lata do bolo e asse no forno por 45 minutos a uma hora. O topo do bolo de queijo deve ser definido, mas o baixo ainda deve ter uma oscilação para ele.

Este é o bolo de queijo melhor chocolate - é perfeito porque não está doente, ainda gosto de queijo e que tem todos os tang importante!



Não há mau humor que resista, mas
não se queixem se depois a receita não sair como esperavam!

15 de julho de 2010

Limpezas

Na minha limpeza ao computador, fui dar com uma página na internet, feita por mim numa acção de formação, há tantos anos que já nem me lembrava.

Achei piada à maneira que arranjei para me apresentar.
Em vez da descrição habitual, fiz a seguinta lista:



(clicar para ler)


E vocês?
Quais são os vossos maiores gostos e desgostos?

11 de julho de 2010

Uma fotografia por domingo (143)

(Às vezes têm de ser duas...)



Foram estes frutinhos que fui comprar à Feira do Mirtilo no domingo passado. São muito bons e servem para fazer imensas coisas (os meus não serviram para nada, a não ser para comer assim mesmo, porque eram poucos).
Mas, para que não me faltem no futuro, trouxe também a árvore!
Cá está ela, devidamente protegida, e tentem adivinhar porquê!

8 de julho de 2010

Mais dúvidas existenciais


(Imagem daqui)

Não consigo perceber como é que é possível que pessoas vivam mais de 20 anos numa casa... ilegal.
Mesmo que tivessem construído a casa à socapa, (coisa praticamente impossível) havia depois a altura em que tinham de pedir ligação da água, luz, licença de habitabilidade.
Além de que, nestes anos todos devem ter estado a pagar IMI...
E só agora as casas são ilegais?

Já passeei algumas vezes pela Serra da Arrábida e realmente fiquei chocada com alguns locais de uma zona que é Reserva Natural.
Mas não, não foi com nenhuma casa...
O que me chocou bastante foi aquela pedreira e também a cimenteira.
Isso sim, não tem nada a ver com um local daqueles!

E vão demolir a casa de um pastor, que vive lá e de lá tira o seu sustento?
Tenham dó!
E vergonha na cara!

7 de julho de 2010

Ainda há quem não acredita em milagres!

Para os cépticos e as cépticas (incluindo as fossas):



Estão a ver que não vale a pena desmoralizar? Que tudo tem solução?

6 de julho de 2010

Matilde Rosa Araújo



Não há professor neste país que não esteja em dívida para com esta senhora.
Que descanse em paz.

Biografia (daqui):

Matilde Rosa Araújo nasceu em Lisboa em 1921. Licenciou-se em Filologia Românica pela Faculdade de Letra da Universidade Clássica de Lisboa. Foi professora do Ensino Técnico Profissional em Lisboa e noutras cidades do País, assim como professora do primeiro Curso de Literatura para a Infância, que teve lugar na Escola do Magistério Primário de Lisboa.
Como professora do Ensino Técnico Profissional, efectivou na cidade do Porto. Autora de livros de contos e poesia para o mundo adulto e de mais de duas dezenas de livros de contos e poesia para crianças, tem-se dedicado, ao longo da sua vida, aos problemas da criança e à defesa dos seus direitos. São de sua autoria alguns volumes sobre a importância da infância na criação literária para adultos e sobre a importância da Literatura Infanto-Juvenil na formação da criança e na educação do sentimento poético como raiz pedagógica de valia.
Recebeu os seguintes prémios no domínio de Literatura para a Infância: Grande Prémio de Literatura para Criança da Fundação Calouste Gulbenkian ex-aequo com Ricardo Alberty, em 1980;
Prémio atribuído pela primeira vez, para o melhor livro estrangeiro (novela O Palhaço Verde), pela associação Paulista de Críticos de Arte de São Paulo, Brasil, em 1991;
Prémio para o melhor livro para a Infância publicado no biénio 1994-1995, pelo livro de poemas Fadas Verdes, atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian, em 1996.

Obras:
"O Livro da Tila"
"O Palhaço Verde"
"História de um Rapaz"
"O Cantar da Tila"
"O Reino das Sete Pontas"
"Os Quatro Irmãos"
"História de uma Flor"
"Os Direitos da Criança"
"O Gato Dourado"
"As Botas de Meu Pai"
"Camões, Poeta Mancebo e Pobre"
"Joana-Ana"
"A Escola do Rio Verde"
"O Cavaleiro Sem Espada"
"A Velha do Bosque"
"A Guitarra da Boneca"
"As Crianças, Todas as Crianças"
"A Infância Lembrada"
"A Estrada Fascinante"
"Mistérios"
"Rosalina Foi à Feira"
"O Chão e a Estrela"
"As Fadas Verdes"
"A Fonte do Real"
"Antologia Diferente – De que São Feitos os Sonhos"
"A menina do pinhal"
"Histórias e Canções em Quatro Estações – Primavera"
"O Passarinho de Maio"
"O Chão e a Estrela"
"A Estrada Fascinante"

5 de julho de 2010

O dinheiro compra tudo?

Pensava eu, na minha santa ingenuidade, que há coisas que o dinheiro não compra.
Afinal estava enganada: o dinheiro até pode comprar um filho, como nos prova Cristiano Ronaldo, que adquiriu um recentemente, como quem compra mais uma casa ou mais um carro de luxo (e, se calhar, ainda mais em conta).

Gostava de saber o que pensa uma "mãe" que assim vende o próprio filho, sabendo que ele vai ser criado a milhares de quilómetros de distância e que provavelmente jamais o voltará a ver...

Tal mãe, tal pai: gentinha pobre!

4 de julho de 2010

Uma fotografia por domingo (142)

Estava um calor medonho, mas valeu a pena. Nunca tinha visto mirtilos sem ser "afogados" nos iogurtes de frutos silvestres e além disso os da feira eram bastante maiores.
Não me contentei em trazer apenas mirtilos, compota de mirtilos e 2 qualidades de bolachinhas com mirtilos, trouxe também o próprio do arbusto (?) dos mirtilos, vamos lá a ver se pega!

1 de julho de 2010

Não tenho motosserra, mas ajudo com chaves de fendas ou outra ferramenta qualquer

Desde sempre, ainda nem se tinham inventado as SCUT que eu sou visceralmente contra o pagamento de portagens.
Ando muito esporadicamente por auto-estradas e até me dói a alma no momento de pagar a portagem.
Se morasse na margem Sul e tivesse de vir diariamente para Lisboa, pagando a portagem da ponte, já tinha morrido de desgosto.

Pagar portagem é um conceito medieval, do tempo dos senhores feudais, não devia existir na actualidade em países democráticos e civilizados.
Quem tem carro já paga imensos impostos, desde o momento em que o compra e todas as vezes que atesta o depósito - por isso, basta!

Estou com o Raul Martins, que propôs deitar abaixo os pórticos da A25.
'Bora lá?