29 de outubro de 2012

Rapidinha de segunda

Um puto de Paris chega a casa a chorar depois de sair da escola.
- O que é que você tem? - pergunta a sua bonita e loira mãe.
- Tive zero a geografia.
- Porquê?
- Não sabia onde é Portugal.
 - Você não sabe? Que tolo, passe-me aí o mapa de França!
 E a mãe procura, procura ...

- Oh! Meu Deus, este mapa não é pormenorizado o suficiente, passe-me o mapa da região.

E a mãe procura, procura...

- Nada neste mapa, passe-me o mapa do departamento.
E a mãe procura, procura...

- Porra!!!... Portugal não pode estar muito longe... a criada é portuguesa e vem trabalhar todos os dias de bicicleta!

22 de outubro de 2012

Rapidinha de segunda

O alentejano mais pobre da aldeia só tinha uma bicicleta, mas um dia aparece no Café Central com um descapotável.
Admirados, perguntam os conterrâneos:

- Atão compadri, onde arranjou esse carrito?
- Vossemecês nem imaginam! Na estrada vi uma moça, por acaso bem jeitosa, a chorar e perguntê:
“O que é que se passa?”
Atão ela disse-me:
“Veja lá, um carrinho tão novo e já avariado!”.
Atão, abri o motor, liguê dois fios e pronto! O carro estava arranjado.
 Atão ela puxou-me pra trás de um chaparro, despiu-se toda e disse-me:

“Para pagar o trabalho que o senhor teve, faça o que quiser!”
"E ê fiz o que quis! Meti-me no carro e abalê com ele."
Em coro, respondem os outros:
"E fez vossemecê muito bem. De certeza que a roupa também nã lhe servia..."

21 de outubro de 2012

17 de outubro de 2012

A hipocrisia e a fome das crianças

Todos os jornais falam da criança que ficou "à fome" no refeitório, mas nenhuns falam dos que ficam à fome em casa!
É que todos sabemos, desde tenra idade, que, quer queiramos quer não, pagamos pelos erros dos nossos pais: ninguém escolhe a família onde nasce!

Neste caso atira-se a escola e a diretora às feras, mas os refeitórios escolares sempre funcionaram assim: só vêm refeições para quem as encomendou, e só há encomenda se houver pagamento...
A única culpa que pode haver por parte da escola, será se não tiverem avisado os pais desta criança que ela deveria ir almoçar a casa nesse dia, uma vez que não havia refeição a contar com ela na escola.
É que os almoços vêm à certa para as reservas feitas, e são reservados de véspera.

11 de outubro de 2012

Infelizmente, uma grande verdade!

"45 mil candidatos ao ensino superior e 85 mil à casa dos segredos.

Acho normal, porque tem mais saídas profissionais, podes ser ator, apresentador de TV, relações públicas de discotecas, namorada de um jogador de futebol, trabalhar no varão ou em bares com sofás e champanhe, ser acompanhante de luxo. Enquanto um curso superior garante desemprego."

9 de outubro de 2012

Que raiva,

constatar que, enquanto os professores estão cada vez mais assoberbados de trabalho (mais, muitos mais alunos por turma, mais horas de aulas, mais horas nas escolas...), há por aí gente (a ganhar o equivalente a quantos professores?) que nem se dá ao trabalho de ler a contracapa de um livro e verificar que não se destina a crianças!!

Este PNL foi está a ser um maná para tanta gente!
Do que me lembro assim de repente é de que até a Isabel Alçada a Ana Maria Magalhães desataram a escrever para crianças (mal, muito mal, na minha opinião)!
E os livros com o carimbo "PNL" vendem que se fartam.

8 de outubro de 2012

Rapidinha de segunda

Um muçulmano devoto entra num táxi.

Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é música dos infiéis.

O motorista do táxi, educadamente, desliga o rádio, sai do carro dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.
O árabe pergunta:
"O que você está a fazer?"

Resposta do taxista:
"No tempo do profeta não havia táxis, por isso saia e espere pelo próximo camelo".

4 de outubro de 2012

A galinha dos ovos de ouro

Quando se conta esta fábula às crianças, elas todas reconhecem que o agricultor fez muito mal ao matar a galinha: "a galinha morta não faz mais ovos", constatou uma menina de 5 anos...

Com um QI inferior a uma crinaça de 5 anos, temos o nosso governo.

Os muito pobres (que crescem a olhos vistos) não têm mais por onde sentir os efeitos da crise: já nada têm. Os muito ricos também não a sentem, porque não são esses que a pagam.
Resta quem?
A classe média, que continua a ser o "bobo" desta corte: rouba-se tira-se sempre mais aos mesmos!

A galinha está moribunda, à espera da estocada final.