31 de julho de 2013

Os pilares da Terra

Os Pilares da Terra
e a sua continuação, "Um mundo sem fim", li-os todos de enfiada...

Ao todo são quatro volumes e mais de 2000 páginas que souberam a pouco.
A Idade Média, no seu melhor.

Ambas as sagas retratam a vida em Kingsbridge - no século XII (Pilares da Terra) e depois no século XIV (Mundo sem fim), - sob a perspetiva de dois pedreiros (Tom e Jack) e no Mundo sem fim um arquiteto, Merthin Builder e a sua apaixonada Caris Whoole. As personagens deste são descendentes do anterior e há referência a elas, pelo que, a lerem, devem ler por esta ordem.

"Os pilares da Terra" escaparam-me na série televisiva, mas o "mundo sem fim" já não me escapou.
De qualquer maneira, confirmei aquilo que já sabia: o livro é sempre muito melhor!

17 de julho de 2013

O (mau) exemplo

No post anterior falei de como os critérios de avaliação dos exames, de tão "bem" feitos ajudaram imenso às más notas.

Atentem neste exemplo:

Concretamente, "houve um exame em que se perguntava o modo e o tempo de um determinado verbo. Todos os alunos que responderam que estava no presente do indicativo estavam certos mas viram as suas respostas serem cortadas, porque deveriam ter escrito que o verbo estava no indicativo e no presente, ou seja, ao contrário", exemplificou. Para o presidente da Confap, "isto é ridículo e não serve para avaliar conhecimentos. Não serve, aliás, para nada".
Realmente são critérios destes que fazem avançar um país...que tristeza de cabecinhas. Enfim, são os "experts" que temos a tomar conta do ensino em Portugal.


Bom senso: precisa-se!

16 de julho de 2013

O senhor ministro

da educação ficou muito espantado com os resultados dos exames e veio dizer que "é preciso atuar perante os maus resultados dos exames" e é só neste ponto que eu concordo com ele.
É preciso atuar!

  • é preciso reduzir o número de alunos por turma...
  • é preciso reduzir o número de turmas por professor (há professores nos 2.º e 3.º ciclos a terem mais de 300 alunos!! - devem chegar ao fim do ano sem saberem os nomes deles!)
  • é preciso arranjar uma equipa eficiente para fazer os exames (ouvi professores a dizerem que  a prova de português do 9.º ano foi mais difícil que a do 12.º ano!)
  • é preciso que os critérios sejam bem feitos e não a aberração que eram (os do 4.º ano, que são os únicos que conheço, mas ouvi outros professores a queixarem-se disto)

e, fundamentalmente:
  • é preciso ter um ministro da educação e não uma delegação das finanças na educação.
A educação não é uma mercearia para dar lucro ao fim do mês. A educação é um investimento a longo prazo, e esta gente que nos governa não entende isto.

14 de julho de 2013

8 de julho de 2013

Coisa feia


invocar o nome de alguém em vão...
Pior ainda: dar o meu nome ao Paulo Portas!

Os meus advogados (adoro esta expressão, há pessoas que têm advogados - no plural - como quem tem médico de família!) já foram alertados, isto não vai ficar assim!

2 de julho de 2013

ViVi dos 741 dias

Para todos os que se cruzaram comigo esta manhã e pensaram que eu ia a rir sozinha porque já estou maluca de todo...

Não ainda não estou. Ia a rir-me tanto por causa destes senhores:


1 de julho de 2013

Rapidinha de segunda

Na biblioteca duma universidade um tipo pergunta a uma moça:
"Importa-se que me sente ao pé de si?"
A moça respondeu em voz muito alta:
"Não, não quero passar a noite consigo!"

Toda a gente na biblioteca ficou a olhar para o indivíduo, visivelmente embaraçado.
Passado um pouco a moça foi calmamente até à mesa onde ele estava e disse:
"Eu estudo psicologia, por isso sei o que um homem está a pensar. Ficou embaraçado, não foi?"

Então o fulano respondeu em voz muito alta:
"Quinhentos euros por uma noite? Isso é demais!"
Desta vez toda a gente na biblioteca olhou chocada para a rapariga.
O indivíduo sussurrou-lhe então ao ouvido:

"Eu estudo direito, por isso sei como lixar o parceiro!"

Uma fotografia por domingo (236)


E para um dia muito, muito quente, uma foto refrescante: a ria de Aveiro, em Mira.