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A mostrar mensagens de Março, 2015

Uma fotografia por domingo (334)

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Aveiro, Parque

Serial Killer...

... sou eu!
No ano passado os ovos de bichos-da-seda que tinha na sala de aula, se calhar por causa do calor ambiente (apesar de não ser muito), eclodiram em fevereiro e não havia comida para lhes dar. A amoreira ainda nem rebentos tinha e os bichos já ali, cheios de fome.
A sorte  foi que eles não foram esquisitos e comeram folhas de alface até as folhas de amoreira estarem prontas.

Para evitar correr esse risco este ano, eu resolvi, no verão, trazer os ovinhos para casa e guardá-los em local fresco.
Lembro-me que pensei em várias hipóteses de locais até me decidir por os guardar exatamente ...

Onde?
Pois não sei!
Já corri tudo e não dou com os ovos!
A esta hora já ecloriram e já morreram de fome...
Estou cheia de remorsos.
E os garotos não perdoam...

Uma fotografia por domingo (333)

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Está quase!

Uma fotografia por domingo (332)

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Aveiro, essa bela localidade...

Carta de uma mãe

Na sequência de uma troca de mails acerca das dificuldades de uma (boa) aluna para entender as frações, recebi este mail da mãe:

Olá, bom dia,

fico mais descansada! :-) realmente aquilo é muito difícil de explicar. Para nós é obvio, mas para eles é muito complexo. Também não percebo qual é a ideia de ensinar frações a estas idades. A garota é inteligente e olhava para mim como um burro a olhar para um palácio. Até fiquei preocupada! Eu costumo dizer que são "Insónias dos pensadores". Estão na cama, não conseguem dormir e têm estas ideias fantásticas.  A escola está cheia de exageros, exageros na matéria, nos horários... juntam-se as múltiplas atividades extra e os estudos em casa e os miúdos não têm tempo para nada. 
Se não têm tempo para brincar, para descansar, para contemplar, para apanhar seca, como é que vão desenvolver a criatividade, a autonomia, o pensamento crítico e a reflexão? Cada vez se defende mais que são competências essenciais para aprendizagem ao…

Há uns tempos recebemos

cá em casa uma carta da Segurança Social a dizer que o meu marido lhes devia cerca de 2000 euros. E não ficam por aqui: logo no segundo parágrafo ameaçavam penhorar os nossos bens, caso não pagássemos.

Apesar de sabermos que não devíamos nada a ninguém, receber uma carta assim "simpática" é muito chato. Quando o meu marido se apresentou nos serviços com os comprovativos de que não lhes devia nada, confirmaram que era realmente verdade, que ficasse descansado.
Mas, à cautela, o meu marido exigiu-lhes que fizessem essa declaração por escrito, uma vez que a declaração de que devia dinheiro também tinha vindo por escrito.
Ao fim de muito tempo e de muita insistência, chegou a tal declaração.
Agora está arrumada em lugar muito seguro, mas estamos até a pensar em alugar um cofre num banco para a guardar, não vá o diabo tecê-las.

Por isso, nesta história Passos Coelho versus Segurança Social, venha o diabo e escolha o mais gatuno...

Uma fotografia por domingo (331)

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Gaivotas em terra, tempestade no mar.