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A mostrar mensagens de Agosto, 2015

Uma fotografia por domingo (347)

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Agora que só se fala dos passadiços do Paiva, fui descobrir estes...
Muito mais curto (apenas 1,5 Km de passadiço, mais 1,5 Km de trilho à beira rio e ainda mais 2,5 Km de trilho pelo montado) e sem degraus...
Faz-se bem, embora a última parte (a do montado - sempre a subir) tenha custado um bocadinho: quem me manda caminhar por volta do meio dia, em pleno Alentejo, e ainda com umas vaquinhas simpáticas a olharem para mim?

Uma fotografia por domingo (346)

Sérgio Godinho, no Festival do Bacalhau.

Em vez da foto da praxe, hoje publico um vídeo.
A qualidade não é muita, mas vale pela intenção e pelos arrepios que provocou.


"Só há liberdade a sério quando houver
A paz, o pão
habitação
saúde, educação
Só há liberdade a sério quando houver
Liberdade de mudar e decidir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir"

Dispara, eu já estou morto

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"A quem é que importa o Deus a que reza cada um? E o que acontece com aqueles, como eu, que não rezam?"


Acabei de o ler há bocado e só me ocorre uma palavra: brutal.
Já há muito tempo que um livro não mexia tanto comigo. Ainda tenho as personagens todas na cabeça e sei que vai ser difícil livrar-me delas nos próximos dias.
Mas vamos ao livro: o assunto principal é o (eterno?) conflito entre palestinianos e israelitas e a luta por uma terra a que possam chamar sua.
A história começa na Rússia, com a família Zucker (judeus) que são obrigados a fugir da perseguição dos czares, que se refugiam em Paris e mais tarde na Palestina.
A Palestina desse tempo (início do século XX) pertence ao Império Otomano, embora nessa altura haja uma convivência pacífica entre palestinianos árabes e palestinianos judeus.
Quando a família Zucker chega a Jerusalém, vão ser vizinhos (e senhorios) da família Zaid, os árabes.
Os judeus da família Zucker e outros que vão chegando também fugidos da Rússia…

Uma fotografia por domingo (345)

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Armação de Pêra (ou lá perto) vista do Atlântico.
Tirei tantas, mas tantas fotos neste passeio de barco que tenho material para muitos domingos.
E todas lindas!

O miniaturista

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Amesterdão, século XVII.
Nella Oortman, uma jovem pobre, casa com Johannes Brandt, um rico comerciante, e vai viver para sua casa. Mas não estarão sozinhos: a sua estranha cunhada também lá mora e não lhe vai facilitar a vida...
Aliás, o marido também não corresponde às expetativas e Nella sente-se infeliz e uma estranha na sua nova casa.

Um dia, para a animar, o marido oferece-lhe uma miniatura que é uma réplica perfeita da casa e Nella vai tentar completá-la, encomendando peças a um miniaturista.
Acontece que as miniaturas começam a aparecer-lhe em casa sem terem sido encomendadas e, para além disso, são uma espécie de presságio de acontecimentos futuros...

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Gostei deste romance principalmente porque gosto de histórias passadas em épocas diferentes daquela em que vivemos.
(Estou sempre à espera que os autores ponham o/a heroína a comer um hambúrguer ou a apanharem o autocarro há 3 séculos atrás, mas ainda não aconteceu).
Este romance vai-se tornando cada…