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A mostrar mensagens de Setembro, 2015

As minhas dúvidas existenciais... mais uma!

Por que será que algumas pessoas põem aos filhos o nome "Nelson" e depois não o sabem pronunciar e dizem " o meu nelsu"?

Rapidinha de segunda

Estava um velhote de gatas a olhar para o chão, chega uma pessoa ao pé dele e pergunta-lhe:
- O senhor perdeu alguma coisa?
- Perdi sim, um caramelo.
- Então e o senhor está aqui de gatas há tanto tempo por causa de um caramelo? Que importância pode ter um caramelo?

- É que este tem os meus dentes agarrados!...

Uma fotografia por domingo (351)

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Parque de Aveiro.

Socoooooooooooorro!

Aceito convites para almoçar, jantar e até para tomar o pequeno almoço... (e não é preciso darem-me dormida).
Estou sem cozinha.
Nunca me passou pela cabeça que iria ter saudades do fogão! Apre!

Uma fotografia por domingo (350)

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Ponte do Poço de Santiago, Sever do Vouga, construída em 1913.
A ponte era do comboio (linha do Vale do Vouga, assim se chamava a linha que ligava Espinho a Viseu), agora é uma pista para ciclistas (ou peões).
O rio que atravessa é o Vouga.

A rapariga que roubava livros

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A história começa em 1938, numa cidade alemã, perto de Munique chamada Molching. As personagens vivem, na sua maioria, na Rua Himmel (ironicamente, himmel significa céu...). A personagem principal é uma menina, a Liesel, que é acolhida por um casal, a resmungona Rosa e o simpático Hans, o acordeonista. Há ainda o vizinho e melhor amigo de Liesl, o Rudy. Mais tarde aparecerá Max, o judeu que irá viver na cave da família.
Liesel adora livros e o primeiro que conseguiu foi uma mistura de roubado/achado.  A partir daí irá roubar mais alguns...

A narradora desta história é... a Morte (o que torna este livro bastante original e cheio de ironia, ou não fosse a senhora morte uma "pessoa" com um humor bem negro, como convém).
Penso que foi a primeira vez que li um livro sobre a segunda guerra mundial (e já li muitos) em que as personagens principais são alemãs. E, apesar de serem alemãs, são queridas (e queridos).
O livro está cheio de recados e achegas da narradora. Deixo aqui um…

Rapidinha de segunda

BÊBEDO SIM, MAS COM CLASSE !!!

Às 3 da manhã, um bêbedo é detido pela polícia.
O agente pergunta:
- Onde vai a estas horas?
- Vou assistir a uma palestra sobre o abuso do álcool e seus efeitos letais para o organismo, o mau exemplo, as consequências nefastas para a família, bem como a questão da irresponsabilidade absoluta e os problemas que causa no ambiente familiar.

Sem acreditar no que está a ouvir, o agente olha para ele e pergunta-lhe:
-A sério? E quem vai dar essa palestra a esta hora da madrugada?
-A minha mulher, claro ! Assim que eu chegar a casa !!! ...

Uma fotografia por domingo (349)

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Não consegui evitar os turistas porque Aveiro está cheiinha deles (e ainda bem!)
Esta é a Sé catedral de Aveiro ou Igreja de S. Domingos.

Uma fotografia por domingo (348)

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É tempo de vindimas.

Prometo falhar

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Chamem-me básica ou algo parecido, mas quando pego num livro é para ler uma história.
A maneira como é contada e o tema podem variar muito, mas tem de haver uma história.
Gosto de mergulhar lá, de me enternecer, de rir ou chorar, de "viver" com aquelas personagens por uns dias.
Este livro não tem nada disso: nem tema, nem personagens, nem história...
Tem uma amálgama de frases feitas, mais ou menos originais (?) e muito, muito, muito repetitivas.

(E muitos palavrões, porque os palavrões estão na moda, nem que venham a propósito de nada!)

E é chato, chato, chato! 
Tão chato que não o consegui acabar.
Na minha provecta idade, tenho de gerir o tempo e, por isso, não posso desperdiçá-lo a ler o que não gosto.


A única nota positiva sobre este autor é que prometeu e cumpriu!
Prometeu falhar e, na minha opinião, falhou redondamente.