14 de dezembro de 2016

Canções de Natal

As únicas canções de Natal que tenho, até agora, ensinado e posto os meus alunos a cantar são as da Rádio Comercial (especialmente a de 2014, a minha preferida).

Espero que não haja nenhum pai ou mãe muuuuuito católico que me venha chatear!


20 de setembro de 2016

Tão fofas as crianças!

Hoje falava-se das diferentes cores dos cabelos, quando eu disse "o meu cabelo é castanho escuro. Os cabelos brancos nascem quando vocês me arreliam muito".
Ao que responde uma pespineta: "eu acho que é por estares a ficar velha".

13 de setembro de 2016

Freud explica?

Depois da bela chuvada da noite, a estrada estava toda enlameada, por isso não se notava muito bem onde terminava a estrada e começava a ria...
O meu marido, apesar dos meus avisos, entrou pelo lado errado e... zás: carro na ria.
Ficou virado de lado e não dava para sairmos, já que as portas da esquerda estavam debaixo de água e as da direita por cima das nossas cabeças.
Entretanto, juntou-se uma multidão à volta do carro, a observar e a comentar.

Felizmente, o despertador tocou nessa altura!
Ufa!
Será que o facto de ir ter hoje uma reunião de pais (e ainda por cima "novos") explica isto?

9 de setembro de 2016

Às "aves raras" do Ministério da Educação:

Dizem que vão dar os manuais do 1.º ano às crianças, o que não é completamente verdade porque os manuais vêm em "packs" que trazem para além do manual os livros de fichas e outras traquitanas úteis.
Os pais vão ter de comprar pelo menos esses livros auxiliares e já estou mesmo a ver uns meninos a trazerem uns, outros meninos a trazerem outros e ninguém a trazer a parafernália completa (porque são bastantes, incluindo livros de fichas de trabalho, livros de exercícios, de educação literária, etc.).
E também já estou a imaginar que esses livros sozinhos custem tanto como custaria o conjunto, já que normalmente nem trazem preço porque são "oferta" na compra do manual respetivo.

Depois há a parte realmente engraçada, que nos prova que as pessoas que inventam estas coisas devem viver noutro mundo onde nunca andaram na escola e nem tiveram filhos ou netos que tivessem andado.
Isto porque querem que no fim do ano as crianças devolvam os manuais sem estarem estragados nem escritos...
A sério! Não querem os manuais escritos para poderem ser reutilizados!
Então para que serve o raio do manual?

Deixo algumas fotos dos manuais para poderem perceber o que estou a tentar explicar.
(estamos a falar de crianças do 1.º ano, que vão escrever e apagar e voltar a escrever uma série de vezes, que vão pintar, colar autocolantes...)







É suposto fazer o quê com isto?
Copiar para um caderno para não escrever no livro?

Perdoai-lhes Senhor...

5 de setembro de 2016

Rapidinha de segunda

Dois amigos estão no bar, quando um deles fala:
- Está vendo aqueles dois velhos bebendo na outra mesa? Daqui a uns vinte anos estaremos assim. Diz o outro:
- É melhor parares de beber. Aquilo é um espelho, porra !

29 de agosto de 2016

Rapidinha de segunda

Pão integral

Um velhote vive desolado por já não conseguir ter ereções.
Falando com um amigo, este diz-lhe:
- Come pão integral, muito pão! É formidável para o sexo. O pão contém amido, tu vais ver o resultado...

O velhote de seguida sai disparado para a padaria e pede 5 pães integrais.
- Você tem convidados, senhor Manuel? – interroga a padeira.
- Não, é tudo para mim!
- Então eu devo preveni-lo, olhe que vai endurecer !
- Ah, ah ! – diz o velhote Manuel com malícia - eu vejo que você também já sabe!

11 de agosto de 2016

Fogo!

Tenho roupa para lavar, mas não dá para o fazer porque em vez de secar ia ficar defumada.
Os parapeitos das janelas que deviam ser brancos, estão pretos.
Está imenso calor mas tenho tudo fechado por causa do intenso cheiro a fumo.
O chão de pedra branca está cravejado de cinzas...

Quando é que isto acaba?


Incêndio em Arouca, imagem do Jornal de Notícias.

4 de julho de 2016

A ex

Muita gente ficou chateada e/ou admirada com a afirmação da ex ministra das finanças quando esta afirmou "se fosse ainda ministra das finanças não haveria sanções...".
Embora à primeira vista pareça uma afirmação disparatada, se pensarmos um bocadinho chegamos à conclusão de que afinal até nem é.
Senão vejamos:
Já todos percebemos que aquele senhor que dá pelo nome de Schauble não gosta do atual governo.
Só assim se compreende que passe a vida a mandar aquelas bocas foleiras e infelizes.
Se tivéssemos ainda o anterior governo (lagarto, lagarto, lagarto...) ele não embirrava tanto.
Afinal quem não gosta de bons alunos, obedientes, dóceis e caladinhos?

3 de julho de 2016

23 de maio de 2016

Para que serve uma lavandaria?

Ontem fui levar os meus casacos de inverno para limpar.
Um é um casaco comprido, o outro é curto.
Como são ambos pretos, e como há umas bichinhas fofas cá em casa, e como é natural com a roupa preta, mesmo sem bichinhos fofos em casa, tinham pelos...

Diz-me então a menina da lavandaria 5 à sec:
"Quer que faça um tratamento para tirar os pelos?"
Fiquei assim meia aparvalhada com a pergunta e tentei saber se era um daqueles tratamentos que às vezes fazem para, por exemplo, impermeabilizar (que não faço porque já sei que não resulta).

E disse que não, que queria apenas que os casacos fossem limpos.
Ao que ela me respondeu que, sendo assim não garantia que os pelos saíssem.
"Mas eu quero os casacos limpos, e limpá-los implica também tirar os pelos, ou não?"
E ela respondeu que não!
Limpar é uma coisa, tirar os pelos é "outro serviço".

Feita parva, paguei 16,20€ e deixei lá ficar os casacos.
Depois arrependi-me, devia ter dito que sendo assim não queria, iria a outro lado onde me limpassem os casacos, pelos incluídos.
(A mim acontece só ter estas ideias brilhantes depois da asneira feita...)

Mas, quando os for levantar vou levar uma lupa e faço um pé de vento se vir por lá algum pelinho.
Ah, e nunca mais lá ponho os pés!



4 de maio de 2016

O dinheiro não compra o bom gosto

Às vezes tenho um sonho (ou melhor, um pesadelo) em que me esqueço de vestir a parte de baixo e vou para o trabalho nestes preparos:


 (felizmente nunca me aconteceu, como aconteceu à pobre Lady Gaga...)

Já a Madonna (não tenho a certeza se é mesmo ela ou uma tipa vagamente parecida com ela), deve estar ainda em fase de amamentação...


Se o mau gosto pagasse imposto, bastava elas virem para cá viver uns dias e acabavam com o nosso défice.

4 de abril de 2016

Rapidinha de segunda

Conversa da polícia, na rádio:

"Senhor sargento, chegámos ao local do crime"
"Ok, passe o relatório"
"Uma mulher matou o marido: 37 facadas, 3 balas a ainda ateou fogo ao corpo"
"Xiça! E qual foi o motivo do crime?"
"Ele pisou onde ela tinha acabado de passar a esfregona"
"E já capturaram a agressora?"
"Não, meu sargento. Estamos à espera que o chão acabe de secar!"

29 de março de 2016

Rapidinha de segunda

Era já de madrugada e o telefone da mulher toca.
O marido atende e, após uns segundos, diz:
– Como quer que eu saiba? Se quer saber isso telefone para a Marinha!
Deitada ao seu lado, pergunta a mulher:
 – Quem era amor?
Responde o marido:
– Sei lá! Era um tipo a perguntar se a costa estava livre…

28 de março de 2016

Não querendo, de maneira nenhuma,


apoucar o sofrimento (inimaginável) dos familiares dos que morreram no trágico acidente que aconteceu em França e que vitimou 12 portugueses, pergunto-me:

Qual é a responsabilidade do governo português nesse acidente?
Nenhuma, é claro.
Então, por que motivo os familiares dos mortos acham que é o governo português o responsável pela trasladação dos corpos?
(E o governo até se prontificou a transportar os corpos num avião da força aérea, embora em condições que não interessaram aos familiares das vítimas, tendo por isso rejeitado esta ajuda).


28 de fevereiro de 2016

Uma fotografia por domingo (363)


Quando chegámos para almoçar, a maior parte da neve já tinha derretido...
Mesmo assim, as paisagens estavam giras, pintalgadas de branco.

24 de fevereiro de 2016

Viagem ao fim do coração


Viagem ao fim do coração
Ana Casaca
Guerra e Paz



Este livro narra a história de Luísa, Tiago e Pedro, narrada por cada um na primeira pessoa.
Luísa e Pedro são irmãos.
A mãe abandonou-os quando Luísa tinha 9 anos e Pedro era um recém-nascido, aos "cuidados" de um pai alcoólico e violento.
O amor e a compreensão entre estes irmãos, para quem a vida nunca sorriu, é linda e comovente.

Um dia, quando tinha 14 anos, Luísa conheceu Tiago. Foi um encontro marcante, embora tivesse durado apenas um único dia.
Reencontrar-se-ão dezasseis anos depois, exatamente na altura em que Luísa descobre que tem cancro...


Li num instante este livro de uma ainda jovem autora - Ana Casaca - que nem sequer conhecia (embora posteriormente ficasse a saber que tem mais livros editados).
É um livro duro de ler, ainda para mais sabendo-se que a autora se inspirou numa história verídica (narrada neste blog).
Ninguém poderá ficar indiferente ao ler este livro.


15 de fevereiro de 2016

Rapidinha de segunda

À noite, enquanto o marido lia o jornal, a esposa comentou:
- Os nossos vizinhos, o casal que mora ali em frente, parecem dois namorados. Ele, sempre que regressa a casa, tenho reparado, traz um presente e, de manhã, ao sair, dá-lhe sempre vários beijos.
Por que não fazes o mesmo?

 - Oh, querida, mas eu nem sequer conheço a mulher!

10 de fevereiro de 2016

O homem de Constantinopla e Um milionário em Lisboa



Título: O homem de Constantinopla e Um milionário em Lisboa
Autor: José Rodrigues dos Santos
Editora: Gradiva

Gosto dos livros do José Rodrigues dos Santos, principalmente dos romances históricos.
Gostei especialmente destes dois, que contam a vida (romanceada) do arménio Calouste Gulbenkian.
Talvez para não ferir suscetibilidades, JRS mudou os nomes às principais personagens, mulher e filho incluídos.
Pelo que pesquisei, o verdadeiro Gulbenkian teve dois filhos (Nubar Sarkis e Rita Sirvarte), embora no livro exista um único filho, chamado  Krikor.
É, no entanto, na história desse filho fictício que o livro tem a parte mais impressionante e a de que mais gostei: o êxodo e massacre do povo arménio.

De resto, o Gulbenkian retratado nestes livros não era flor que se cheirasse: tinha uma data de taras e manias, como ter sempre à sua disposição uma menina bastante nova (que era "trocada" com regularidade). Era autoritário e completamente hipocondríaco, preferia viver em quartos de hotel do que na sua própria casa...

Veio viver para Lisboa (mais uma vez para um hotel) para fugir à 2.ª guerra mundial e, aquilo que era apenas temporário passou a definitivo e ele nunca mais de cá saiu.
Graças a esse acaso, temos no nosso país a formidável Fundação Gulbenkian.



Estrelas: 4 * * * *

8 de fevereiro de 2016

10 de janeiro de 2016

Uma fotografia por domingo (360)





Recado ao S. Pedro:
Não pode ir mandar chover para outro lado?
Estamos a ficar um bocadinho fartos de tanta chuva.