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28 de junho de 2012

Vou repensar as minhas paixões...

Adoro (ou adorava?) passarinhos de todas as raças e qualidades (a minha viagem de sonho é à Amazónia).
Sou capaz de ficar horas a observar os pássaros. Acho-os lindos e fofos e apaixonantes e espertos e tudo, tudo, tudo.
Incomodam-me as gaiolas e nem gosto de estar em casa de pessoas que tenham pássaros engaiolados.
Já tentei salvar muitos, dos que me aparecem por aqui caídos dos ninhos ou nas garras de um gato. Trabalho (quase) inglório, só consegui salvar um. :(

Mas agora, bem, agora estou a pensar em repensar (?) as minhas paixões, depois do que aconteceu aos meus ricos  mirtilos...
A mim, que só tenho um arbusto de mirtilo, que reguei com tanto carinho, que todos os dias visitava e apreciava a maturação dos pequenos frutos (tipo Principezinho com a sua roseira)!

Pois ontem tinha tudo depenado (não podia escolher melhor palavra)!
Não é que os safadinhos dos bichos-de-penas-vulgo-melros me comeram os mirtilos?

Grrrrrrrr!



Eis a prova do crime!

10 de maio de 2012

Santa ignorância!




Tenho destas plantas no meu quintal há mais de 2 anos.
Foram-me dados como sendo uns "verdes" muito bonitos para colocar nas jarras, junto com outras flores, e é assim que os tenho utilizado.

Foi preciso vir cá a casa um senhor podar as árvores, para eu ficar a saber que os meus "verdes" afinal... são espargos!
Agora vou ter de estar atenta aos rebentos, porque parece que os caracóis são mais espertos do que eu e têm-nos papado todos!

4 de abril de 2012

Paixão assolapada

Primeiro ouviu-se uma grande chilreada e depois um bando de pardais aterrou no meu jardim.
Seguidamente todos  levantaram voo, menos dois deles, que ficaram engalfinhados um no outro.
Comecei por pensar que os dois pardalitos andassem à bulha, e estava a preparar-me para ir lá assustá-los (eu estava do lado de dentro da janela), mas depois percebi que estavam só a namorar.
No meio do meu jardim, na relva, completamente descontraídos, só se foram embora algum tempo depois, quando eu resolvi sair para os fotografar...

Sorte deles, que a Nikita tinha acabado de entrar em casa, vinda precisamente do jardim, senão aquela paixão ia acabar muito mal!

22 de fevereiro de 2012

Lua-de-mel, parte XXXV

Este ano o meu dia dos namorados calhou ao domingo e, ainda por cima, na altura do carnaval.
Ouro sobre azul, e lá fomos nós passear até um dos destinos da nossa lua-de-mel, a número 1 - Castro Laboreiro.
A estalagem pequenina e simpática onde pernoitámos há tantos anos atrás, com um enorme cão sentado aos nossos pés enquanto jantávamos, foi transformada num simpático Hotel, o Hotel Castrum Villae.
Para além de nos ter faltado a companhia do cão ao jantar, também faltou a neve...

Mas não faltou mais nada! :)

25 de novembro de 2011

O meu marido

O meu marido não me manda flores... (mas é capaz de me trazer uma rosa amarela do quintal, lá para finais de Dezembro, quando andar a podar e por lá encontrar uma esquecida).


O meu marido não me chama "amor", nem "querida", muito menos "fofa" ou "filha"... (mas chama-me pelo meu nome ou diminutivo de uma maneira especial e inconfundível).

O meu marido não me dá jóias caras... (mas oferece-me um carinho enorme, um olhar especial e uma disponibilidade sem limites, sempre).

O meu marido às vezes vai a jantares de amigos ou colegas, mas diz sempre que preferia jantar comigo... (e eu sei que é verdade).

O meu marido quando precisa de ir a algum lado, seja lá onde for, prefere a minha companhia à de qualquer outra pessoa... ( e eu também).
Todas as mulheres têm uma "melhor amiga", de quem nada escondem. Eu também tenho algumas boas amigas, mas a melhor de todas... é o meu marido.

O meu marido faz anos hoje.Como ainda não lhe comprei nada, vou oferecer-lhe esta prenda e dizer-lhe "amo-te" (ele sabe, mas não faz mal nenhum dizer-lhe outra vez e outra e outra...)

28 de outubro de 2011

António Lobo Antunes

Hoje jantei tarde, mas foi por uma boa causa: um autógrafo do escritor Lobo Antunes, no novíssimo "Comissão das lágrimas".
Muito simpático, fazia questão de conversar com todas as pessoas a quem dava autógrafos (daí a demora na bicha...)
A mim disse que gostava muito do meu nome, que significa "pérola" e que na família dele há muitas Margaridas (na minha também, disse-lhe eu)...

E foi assim que a janta se atrasou, mas valeu a pena.

25 de outubro de 2011

Finalmente,

S. Pedro veio render-me na árdua tarefa de regar quintal, jardim, vasos, vasinhos, floreiras...
Já não era sem tempo!

PS: Já agora, queria pedir-lhe que regasse só durante a noite, pode ser?
Muit'agradecida!

12 de outubro de 2011


Deve ser da velhice, mas, nesta altura da minha vida, dou mais valor ao tempo que ao dinheiro.
O dinheiro tem-me chegado sempre e até consigo que sobre algum. 
Já o tempo... uma desgraça: esvai-se não sei por onde!

Por isso, assusta-me mais ouvir falar em "trabalhar mais horas" do que ouvir falar de cortes em subsídios, ou em salários congelados.

A humanidade devia evoluir para se trabalhar cada vez menos horas e haver cada vez mais tempo de lazer (inventaram-se tantas máquinas para quê?), mas estamos - infelizmente - a assistir ao oposto!

:(


29 de setembro de 2011

Loiras...

A L. tem 5 anos e é loira.
E qual é o espanto?

O incrível é que a menina é naturalmente morena (moreníssima!).
A mãe pintou-lhe o cabelo de loiro porque "ela chorava todos os dias que queria ser loira".

15 de setembro de 2011

Avó Guida

Faz hoje uma semana foi o funeral da minha avó.
Morreu depois de uma vida saudável, e ia escrever "feliz", mas isso não sei com certeza.
Ficou viúva relativamente cedo. O meu avô sofreu um grave AVC aos 60 e poucos anos e sobreviveu assim mais de 10 anos. Esses tempos foram difíceis para os dois...

A minha avó (e madrinha) era uma mulher bonita e vaidosa.
Gostava de festas e quando fez 80 anos juntou toda a família num almoço.
Repetiu-a aos 90, e prometeu outro para os 100.
Infelizmente não chegou a festejá-los.

Adorava trabalhar no campo, mas detestava a vida doméstica.
Também adorava passear e, coisa rara em pessoas da idade dela (e a trabalhar na agricultura), gostava de ler.
Em casa dela havia fotos nas paredes ao longo de um imenso corredor. As fotos que tenho de quando era pequenita devo-as aos meus avós.

Gostava muito deles.

31 de agosto de 2011

S. Pedro,

muito simpático, está ao lado dos que terminam as férias hoje.
Quem quer férias com este tempo?

(quero eu, quero eu...)

26 de agosto de 2011

Se uma imagem vale por mil palavras, façam as contas!

Primeiro foi assim:
 

Depois o transporte melhorou:


A paisagem, nas ruas, era sempre linda...


O Nelson lá em cima (não deve ter vertigens).


No mercado, em Nothing Hill.
(e não, não vi por lá o Hugh Grant)


Os jardins. Tão lindos os jardins!


E tão bem frequentados!


Os típicos autocarros:


O render da guarda:


Mais um mercado de rua, este em Covent Garden.


Um pub (há milhentos).


E quase outros tantos museus.


E teatros...


E mais tudo o que ficou por ver...
Mas valeu a pena. Londres é mesmo uma cidade linda!

17 de agosto de 2011

Férias - parte II

Vou ali mais um bocadinho de férias-fora-da-toca e já volto.
Depois conto tudinho (ou quase!)

1 de abril de 2011

Doce ignorância

Não sei o quando são as eleições, não sei nada sobre a vinda ou não do FMI (já repararam que, se trocarmos as letras, se lê FIM?), não tenho conhecimento de assaltos, acidentes, guerras e outras tragédias...

Por estes dias a minha vida é só alegres desenhos animados.
São as vantagens de ter tido uma bebé em casa!

5 de março de 2011

Gerações

Faz hoje anos que o meu marido regressou de Angola, de cumprir o serviço militar.
Naquela altura não havia geração à rasca, muito menos geração rasca.

Naquela altura houve uma geração que não teve escolha: aos 20 anos viam a sua vida interrompida: emprego, faculdade ou família, tinham de largar tudo e partir para uma guerra de onde muitos voltaram estropiados e outros nem voltaram.

Por isso me custa ouvir hoje tantas queixas. Muitas com razão, mas muitas também de jovens que apenas são comodistas...

24 de fevereiro de 2011

É hoje!

É hoje que este estaminé completa 7 anos de existência, já deve ter direito a pertencer a algum clube jurássico de blogs, se é que isso existe!

Portanto, façam a vossa parte e dêem-me os parabéns!

Para não irem sem nada, sirvam-se de uma fatia de bolo!


Nota 1: (bolo de chocolate, receita na Bruxinha)

Nota 2: (obrigada, Flores, se não fosses tu nem me lembrava que era hoje)

17 de fevereiro de 2011

Um serão do século passado


Foi o que tive ontem quando fiquei sem energia elétrica, a partir das 21 horas (e até às 6 da manhã!).

Sem energia, ficamos como que atabalhoados e não nos ocorre nada que seja viável.

A mim, sem televisão nem computador, ocorreu-me fazer um bolo ou uns biscoitos...
Embora a batedeira seja elétrica, posso bem dispensá-la, mas, e o forno?
Todas as alternativas foram sendo abandonadas, uma a uma.

Restou a lareira e a conversa, mas, apesar disso, o serão resultou grande demais, quando comparado com os "normais" em que o tempo voa.

8 de dezembro de 2010

Chuva,


relampagos, vento, falhas de energia de 5 em 5 minutos e consequente falta de internet... e ainda uma ação de formação grande e chata, chata, chata, têm-me mantido fora destas andanças...

Melhores dias virão, espero eu.

16 de novembro de 2010

Vala comum

Comecei por semear os bolbos todos em filinha, atendendo às características da sua espécie, tudo direitinho.
Entretanto, as "kizinhas"* divertiam-se a revolver a terra mole, a desenterrar alguns bolbos e a estrear a nova casa-de-banho tamanho XXXL.

Já era quase noite e eu com uma quase tendinite de tantas ervas arrancar (sim, que eu não sei usar ferramentas, arranco as ervinhas à mão, uma a uma, pela raiz) e de tantos buracos fazer, perdi a paciência:
Peguei na enxada, abri uma vala comprida e despejei para lá o resto da saca dos bolbos, sem querer saber de espécie, nem tamanho, nem nada...

Foram assim, sem glória, enterrados numa vala comum.
Quando nascerem - isto se sobreviverem às kizinhas - vou ter um jardim caótico, mas original!

* Kizinhas:
A Kitty e a Nikita, as 2 gatas que me vieram parar cá a casa.

Duas irmãs, um rei

Duas Irmãs, Um Rei by Philippa Gregory My rating: 4 of 5 stars