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14 de fevereiro de 2012

Não sou a favor

da pena de morte (embora às vezes me apeteça), mas uma pessoa um monstro que mata friamente a mulher, a filha e a neta, merecia a pena máxima: 25 anos.

Mas 25 anos por cada uma...

3 de janeiro de 2012

Este senhor:



é um exemplo para todos nós, tamanha é a sua solidariedade para com um país em dificuldades.
O país não o merece? Então emigre!

Queixou-se de que estava sobrecarregado de impostos, mas tem lucro de milhões, e se esse lucro baixar umas dezenas ou centenas de milhar, de certeza lhe fará menos falta do que a muitos portugueses que trabalham - mais do que ele - e que estão infinitamente mais sobrecarregados de impostos.






15 de dezembro de 2011

Taxas moderadoras

Pode haver por aí quem me queira "bater", mas eu sou a favor das taxas moderadoras.
Todos os serviços devem ser pagos... acho eu.
(e desde que salvaguardem quem não pode mesmo pagar)

Depois, se a pessoa ficar internada 1 dia, ou 1 mês, ou 1 ano, é que não deve ter mais nada a pagar. A partir daí, a saúde deve ser gratuita e um direito de todos, ricos ou pobres (num mundo ideal, os ricos devem ter descontado muito mais que os pobres, a diferenciação de pagamentos deve ter sido feita aí).

9 de dezembro de 2011

Roubalheira descarada

Há muito por onde escolher, mas a maior roubalheira que atribuo a este governo são as portagens nas "scut", principalmente as da via do Infante e a do IP5.
No Algarve, a via do infante não é uma auto-estrada, é apenas uma estrada com um muro no meio.
A alternativa é uma estrada nacional congestionadíssima, onde é uma aventura conduzir e chegar ao fim da viagem são e salvo.

Já o IP5 (chamo-lhe assim porque foi mesmo construída como um IP e não uma auto-estrada), dado o elevado número de acidentes que nela se registavam (no tempo em que isso era levado em consideração), resolveram transformá-lo numa auto-estrada. Construíram a auto-estrada por cima da anterior, eliminando assim a única alternativa que havia.

Como se tudo isto não bastasse, as portagens são escandalosamente caras (ouvi dizer que eram até as mais caras da europa).
Tão caras que deverão levar à falencia muitas pequenas empresas e empobrecer ainda mais o país.

Com tantas medidas destas, não vamos morrer da doença, porque morreremos antes da cura.

18 de novembro de 2011

Adenda ao post anterior...

Acerca do vídeo da Sábado, li os comentários e já li também numa página do facebook as explicações de um dos visados na reportagem.
Acontece que esse rapaz até foi um dos que não merecia figurar em tal lista, pois não saber quem pintou o teto da Capela Sistina (e ele até sabia!), não tem importância nenhuma...
Conta ele também que fizeram 10 perguntas a cada pessoa e só publicitaram as respostas erradas. Isso também não me admira nada, pois o pessoal daquela revista é bem sacaninha - basta ler alguns editoriais assinados "o diretor" para vermos que adoram fugir para a rasquice.

Mas...
Não se admite não saberem respostas a perguntas básicas ("Os Maias" estudam-se no liceu, acho eu!).
E o que mais me chocou foi dizerem "não é comigo" cada vez que não sabiam responder.

Houve um comentário (do Reis) sobre a culpa do ensino e é verdade: disciplinas estanques, em que nada tem a ver com nada não é um bom caminho. Mas parece que a "especialização" veio para ficar. As pessoas sabem imenso de um assunto, mas depois não sabem mais nada de nada!

16 de novembro de 2011

As palavras

 da ministra da justiça, acerca dos guardas prisionais (ao que ela diz trabalham pouco - dormem nas horas que lhes são pagas como extraordinárias) trouxeram-me à memória a "falecida" ministra da educação, essa sim , de péssima memória.
Também ela fez o que nenhum ministro jamais devia fazer: dizer mal do "seu pessoal" na praça pública.

Tal como no caso da ministra da educação, não acredito que esta tenha razão. Ser guarda prisional deve ser uma profissão horrível e devia por isso ser muito bem paga (o que não acredito que seja...).
E todos sabemos que, se os guardas prisionais fossem em número suficiente, não haveria necessidade de recorrer a horas extraordinárias, estivessem eles acordados ou a dormir...

18 de outubro de 2011

O estranho caso...

do dinheiro que não vale o mesmo, dependendo de quem o tem.

Segundo o nosso primeiro ministro, os cortes nos subsídios, apenas na função pública, devem-se ao facto de estes ganharem mais que os outros trabalhadores.

Vão ficar sem subsídios (de natal e de férias), todos os FP que ganhem mais que a colossal fortuna de 1000 euros.

Eu só queria que o senhor primeiro ministro me explicasse como é que eu - ganhando mais de 1000 euros - ganho mais que o meu vizinho, que, apesar de não ser FP, também ganha mais que 1000 euros...
(até ganha mais que eu, mas simplifico assim para não baralhar o senhor ministro)

6 de julho de 2011

FP, essa malandragem que até goza férias!

A notícia é retumbante: Segurança Social de Vagos fechada, porque os funcionários (ora digam lá se não pensam logo numa multidão deles) estão de férias.

Depois, vai-se ler melhor a notícia num jornal local e afinal, como só lá trabalham duas pessoas, das quais uma já estava de férias, quando a outra adoeceu o estaminé teve de fechar...

Neste caso as pessoas têm Ílhavo mesmo ali ao lado, onde podem tratar de assuntos que sejam mesmo inadiáveis, mas estas notícias saem bem, afinal continuamos a querer arranjar bodes expiatórios para a crise do país e os FP são sempre os que estão mais à mão!

(sem deixar de referir que a segurança social deve ser dos serviços que pior funcionam e que devia levar uma varridela de cima a baixo...)

26 de maio de 2011

Ser famoso,

é o que está a dar...
É ver os papás levarem os filhotes aos mais variados castings, não importa de quê, basta a esperança de virem a ver os seus rebentos ficarem famosos e aparecer na televisão.

Uma fama mais democrática e mais acessível, consegue-se no youtube ou no facebook.
Ainda na semana passada li a notícia de um jovem que morreu ao tirar uma foto radical para publicar no seu facebook (a parte boa é que o mundo ficou com menos um cromo).

As criaturas que participam no vídeo da sova à miúda de 13 anos, devem estar bem felizes: o filme passa montes de vezes por dia nas televisões, é tema de programas especiais e debates com psicólogos, psiquiatras, jornalistas, sociólogos...

Objetivo alcançado!

21 de abril de 2011

Os cães ladram, ladram...

Ontem fui ao Jumbo às compras e, qual não foi o meu espanto, quando vi um cartaz a dizer que o hiper se encontraria aberto no domingo de Páscoa.
Quem é católico e gosta de celebrar a Páscoa, se trabalhar num hiper, não tem esse direito!
(e viva a liberdade religiosa...)

É por isso que eu me indigno quando estes senhores (Belmiro de Azevedo, Soares dos Santos...) são entrevistados em horário nobre das televisões e se armam em salvadores da pátria...
Por eles, trabalharíamos todos, todos os dias, sem feriados nem fins de semana, e ganharíamos o salário mínimo. Assim, sim, o país bolso deles evoluiria!

Ainda sobre a tolerância de ponto:
De manhã vi o final de um programa, creio que na RTPN, em que as pessoas telefonavam a dizer de sua justiça sobre se concordavam ou não com o meio-dia de férias.
Mas eu achei piada foi ao jornalista, que a certa altura disse que havia câmaras municipais em que os funcionários não tiveram tolerância de ponto, que tinha tentado falar com o presidente de uma dessas câmaras (acho que era o de Penela), mas que não o conseguiu fazer já que o dito cujo presidente... estava de férias!

20 de abril de 2011

Gostava que me explicassem,

como se eu fosse muito burra, como é que os feriados ou tolerâncias de ponto dos funcionários públicos dão prejuízo ao país.
A mim parece-me exatamente o contrário: com escolas e repartições fechadas não se gasta energia, telefones, papel, água...
O trabalho, esse, não fica por fazer: quando a atividade recomeçar o trabalho há-de lá estar, sossegadinho, à espera de ser feito.

Por outro lado, umas mini-férias ajudam o país:
as pessoas saem de casa, pernoitam em hotéis e pensões, almoçam e jantam em restaurantes, compram artesanato...

Sinceramente, não vejo onde esteja o prejuízo dos 30 e não sei quantos milhões por dia!

14 de abril de 2011

Maria Cavaco Silva


Lembrei-me dela por causa do livro que Alberta Marques Fernandes escreveu sobre as mulheres dos presidentes da república.

E gosto desta mulher, pronto...
Os intelectuais costumam gozá-la,(porque não nasceu em Lisboa, porque não tem um nome sonante, nem é oriunda de uma "família-bem"?) mas eu acho-a uma mulher interessante e inteligente.
Não me importava nada de, quando chegar à idade dela, ter aquela figura, aquela agilidade mental e aquele sentido de humor.
Se fosse ela a Presidente da República, em vez do marido, talvez as coisas estivessem diferentes.

7 de abril de 2011

23 de março de 2011

Tragédia só para alguns

Houve um senhor dirigente de um clube de futebol que teve o carro apedrejado na auto-estrada e apareceu na capa de um jornal "Tragédia na auto-estrada", como se o homem tivesse morrido...

Num jornal deste domingo vem a notícia de 2 apedrejamentos na auto-estrada e, como com certeza não se tratava de dirigentes futebolísticos, não tiveram direito a chamada de capa, nem a tragédia, apenas a uma notícia muito pequenina perdida lá no meio do jornal.

Cada país tem as tragédias que merece!

14 de março de 2011

O discurso do Presidente

Gostei muito de ouvir o discurso de tomada de posse de Cavaco Silva.
Aquilo sim, é que é falar! Pôr o dedo na ferida, dizer as verdades, ter perfeita consciência dos problemas do país... assim sim.

Até fiquei com uma certeza: se este senhor tivesse sido eleito Presidente da República há mais tempo, não estaríamos nesta crise!

4 de março de 2011

Bravo, Público!

O jornal Público vai passar a ler os comentários antes de os publicar, com certeza para impedirem comentários que são autênticos vómitos de gente mal formada e mal amada e sem nada de útil para fazer na vida.

Aposto que vai aparecer gente a dizer que isto é censura e outras tretas tais. A essas pessoas só gostava de perguntar se, caso lhes morresse um familiar, gostariam de o ver insultado em comentários de jornais...

A canalha gentinha que escreve barbaridades em comentários de jornais, não merece ver isso publicado; as pessoas normais não merecem ler essas coisas.

Agora só falta que outros jornais sigam este bom exemplo.

10 de fevereiro de 2011

Morrer só

Morrer sozinho não deveria ser preocupante: afinal, se uma pessoa vive sozinha e é acometida de mal súbito, só pode morrer sozinha.
E é preferível morrer sozinho do que demasiado acompanhado, todo cheio de tubos, num hospital - é esta a minha opinião...

Agora o que já não é normal é morrer e isso só ser descoberto 9 (nove!!) anos depois!
Há um conjunto de falhas que devem ser investigadas e devem também ser castigadas as pessoas que falharam:
como é possível que a GNR nunca tivesse arrombado a porta?
como é possível a Segurança Social não se aperceber de que os vales não estavam a ser levantados?
como é que uma pessoa é punida por dívidas sem nunca ter recebido uma carta registada?
como é que as Finanças vendem uma casa em hasta pública sem nunca lá terem entrado?

Enfim, as televisões estão a aproveitar o acontecido para falarem até à exaustão dos velhinhos que vivem sozinhos... Nem sequer levam em consideração que muitas pessoas preferem viver sozinhas, a viverem "acompanhadas" em lares de idosos.

1 de fevereiro de 2011

Aqui há tempos houve um padre,

(ou bispo, ou qualquer coisa do género) que levantou uma grande celeuma, por ter desaconselhado o casamento entre portugueses e muçulmanos.

Lembro-me de ter lido/ouvido imensos comentários a criticar a posição do clérigo, que nos casamentos entre pessoas da mesma religião é que havia violência e desentendimentos e bla-bla-bla.

Eu achei que o tal padre estava cheio de razão, que casar com uma pessoa com um estilo de vida, ou religião, ou cultura, muito diferentes da nossa, só podia trazer problemas.

O caso que está a acontecer do pai egípcio que raptou o filho à mãe portuguesa só veio provar isso mesmo.
Aquela mãe aprendeu-o da pior forma...

Infelizmente, há uma criança a sofrer horrores no meio disto tudo.

22 de janeiro de 2011

Dia de reflexão


Nem sei se vale a pena refletir, já que ontem, logo de manhãzinha, ainda nem tinha acabado de acordar e já estava a ouvir o resultado das eleições... Meia taralhoca, lembro-me de ter pensado:
"Hã? Já estão a dar o resultado? Esqueci-me de ir votar?"

Mas não, eram apenas as previsões. Dadas com tantos pormenores que já nem valia a pena haver eleições.*
Não temos um candidato que diz que uma segunda volta seria muito dispendiosa para um país em crise? Então, vão por mim e poupem ainda mais: façam só previsões e nem a primeira volta é precisa!

*(a não ser que as pessoas que responderem aos inquéritos sejam como eu, que ainda não sei em quem vou votar...)

Lobo Solitário

Lobo Solitário by Jodi Picoult My rating: 4 of 5 stars View all my reviews