26 de maio de 2007

Despedida :(

Não comecem já a esfregar as mãos de contentes que esta despedida não é para sempre...
É só por alguns dias.
Isto, claro, se eu sobreviver ao que vem por aí!

Que é apenas corrigir 60 (sessenta) Provas de Aferição de Língua Portuguesa e fazer a respectiva cotação baseada num monte de critérios...
Para terem uma ideia, só a composição tem 8 critérios diferentes (8 alíneas, portanto) em que deve ser cotada...
E tudo tem de estar pronto até dia 6 de Junho.
O que dá mais de oito provas por dia, se consideramos que só temos 7 dias úteis para apresentar o trabalho feito.

Entretanto, as aulas continuam normalmente...

Devem ter-se esquecido que há vida para lá da escola, que há filhos para tratar, que há almoços e jantares para preparar, roupa para engomar, casa para arrumar... enfim, essas futilidades!

Quando alguém perguntou se este trabalho extra era pago, recebeu como resposta um sorriso irónico.

Quem disse que a escravatura já tinha acabado???

23 de maio de 2007

Tenham medo, tenham muito medo!

Depois daquela história que se passou na DREN, já há para aí muito boa gente borradinha de medo!!

Como este senhor:


(uf, ainda bem que eu também não sei desenhar!!)

22 de maio de 2007

A subsídio-dependência

faz-me imensa impressão.
O apoio do Estado (ou seja de todos nós), devia ser utilizado para acudir às pessoas numa altura de crise, e apenas isso.
Mas o que nós vemos todos os dias são pessoas que "vivem" dessa mama ajuda e nada fazem para deixar de necessitar dela!

Creio que foi no domingo que passou na SIC a história de um casal que vive assim, de subsídios, há vários anos.
Nem um nem outro trabalham.
Ele diz que só conseguiria arranjar trabalho nas obras, mas que não pode fazê-lo porque sofre de "fraqueza e anemia".
Ela é seropositiva.
Os 5 (!!) filhos do casal estão em famílias de acolhimento ou instituições (não sei bem).
O que é certo é que também eles, embora completamente inocentes, vivem à nossa custa.

No entanto...
... eles tinham os dedos completamente amarelos de tanto fumo!
... as pessoas que os conhecem dizem que às vezes tentam ajudá-los, mas que é preciso cuidado pois eles tornam-se agressivos quando estão sob influência do álcool. (o que é frequente)

Portanto, apesar de viverem na mais completa miséria, conseguem sustentar dois vícios bem caros.

Não há algo de errado nisto??

prioridades... (foto da net)

21 de maio de 2007

Amanhã...


... são eles que vão fazer a Prova de Aferição de Língua Portuguesa, mas quem está nervosa sou eu!!

Será porque sinto que, mais do que eles, a avaliada serei eu?

Snifff...

(Que pena eu detestar chá!)

19 de maio de 2007

Arrogâncias

Se nos mostramos mais ou menos humildes com os nossos feitos é porque nos falta auto-estima, falta-nos alegria, somos pessimistas, somos do país do triste fado, and so on...
Se, pelo contrário, proclamamos aos quatro ventos que somos bons nalguma coisa que fazemos... somos arrogantes!

Lembrei-me desta história da arrogância por causa de dois senhores que apareceram ontem na televisão: o José Mourinho e outro de que não sei o nome.
Em relação ao primeiro, está tudo dito: o homem é bom naquilo que faz e assume-se como bom.
Não diz o costumeiro "sou bonzinho", ou "vou andando" ou "vai-se levando" ou "tenho tido sorte"...
Preso por ter cão... (e isto não é piada!)

O outro senhor, não sei o nome dele.
Sei que é inglês, que é engenheiro e que foi ele quem desenhou a planta da casa onde mora o suspeito do rapto da Madeleine.
Apareceu na televisão, cheio de empáfia, a dizer que tinha telefonado à polícia para dar informações importantes sobre a casa.
E queixou-se muito, pois quando tentou avisar a polícia não havia lá ninguém que o entendesse porque ninguém falava inglês!!!!

Não seria nada de estranhar se o tal senhor engenheiro não vivesse em Portugal há 30 anos!
E orgulha-se de não falar uma palavra de português!
Além de arrogante é burro!

18 de maio de 2007

Pé na argola!

Ultimamente tenho feito com os meus alunos algumas provas de aferição de anos anteriores.
Servem como revisão das matérias e também servem de treino para as verdadeiras...
Ontem fizeram mais uma: Língua Portuguesa de 2005.
Achei a prova difícil e mandei-os ignorar uma pergunta pois não tinha dado aquela matéria.
No fim da prova expliquei-lhes a matéria em falta (que não dei porque não consta do programa)...

Já bem tarde da noite, quando finalmente me sentei ao computador, fui ao site das provas conferir a correcção.
Procurei a prova e... nada!
Aquela prova que eu tinha não existia em lado nenhum!
Comecei a pensar que foi desta que ensandeci de vez!
Mas não: na minha mão tinha a prova devidamente impressa (ou imprimida?) que atestava a minha sanidade mental.

Afinal que raio aconteceu?
Não demorei muito a descobrir:
Os meus alunos tinham feito a Prova de Aferição de Língua Portuguesa de 2005, mas...
... a do 2.º ciclo!

17 de maio de 2007

Ainda as provas...

Cheia de sono e com as cabeças de 2 dedos a doer de tanto teclar, não posso ir dormir sem deixar aqui mais uma pérola que achei agora, ao copiar as regras dos exames provas de aferição:

«Preenchimento do cabeçalho do papel de prova
As respostas são dadas no próprio enunciado, pelo que o cabeçalho só pode ser preenchido depois da abertura dos sacos com os enunciados.»


Imaginem o que aconteceria sem este importante aviso!!
Nem quero pensar! :-o

Só o tempo dirá

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