10 de março de 2009

Quem quer ser bilionário?


Estava constipada, a luz do monitor fazia-me impressão nos olhos, por isso li este livro num fim-de-semana.
E gostei imenso!
Conta a história de um órfão indiano, pobre e sem instrução - Ram Mohammad Thomas - que consegue atingir o prémio máximo no "quem quer ser milionário" lá da Índia.
Como ele é pobre e sem estudos, é logo preso, pois acham que ele fez alguma espécie de batota.
E a história da vida dele é contada assim: justificando como sabia cada resposta que deu no concurso.

Um livro excelente!
Agora só me falta ir ver o filme!

Um conselho: façam sempre o bem sem olhar a quem!
(quando lerem o livro vão entender porquê!)

Ficha:
Título: Quem quer ser bilionário
Autor: Vikas Swarup
(edição do Círculo de Leitores, 2007)

8 de março de 2009

Uma fotografia por domingo (84)

Eu gosto deste género de adivinhas, por isso aqui vos deixo outra: o que é isto?
Que é uma árvore, dá para ver...
Eu quero é que me digam que árvore é esta!

(a adivinha da outra semana - esqueci-me de responder na altura - era um musgo, um simples musgo...
Só que, visto através de uma lupa binocular!)

7 de março de 2009

Podem ler-lo agora, continuar-lo ou gravar-lo mais tarde...

(... ou deitar-lo fora!! )

Se eu fosse uma rapariga que acreditasse em bruxas, diria que elas estão a conspirar contra mim!
Então não é que aquele de quem eu prometi que não voltava a dizer o nome volta a dar que falar?

Espreitem o link e divirtam-se (ou chorem: eu também ainda não decidi o que fazer!)

O festival de asneiras do Magalhães!

6 de março de 2009

Preciso urgentemente

de uma receita caseira de um xarope para a tosse!
Ando cheia de tosse, pela 3.ª vez neste Inverno, e não quero tomar mais xaropes de farmácia.

Notas importantes:
1 - não aprecio mel
2 - não consigo beber leite com mel (blhaaaaaaaaaac)

Portanto, estas não valem...

5 de março de 2009

Ontem tive uma reunião

na sede do meu agrupamento, depois das aulas.
Nestes dias costumo levar farnel, mas como ainda não estou boa da minha garganta, dirigi-me ao bar para beber qualquer coisa quente.
No meu agrupamento havia um bar de professores: era um local aprazível e calmo, embora não fosse só bar: era também a sala de professores. (E faço esta distinção porque há escolas que têm um bar que é apenas bar, com mesinhas e sofás...)

Mas, no outro ano lectivo decidiu-se, numa reunião do Conselho Pedagógico ao qual eu também pertencia que, devido à falta de funcionários, o bar de professores teria de fechar.
E os professores passaram então a frequentar o bar dos alunos.

Agora imaginem, os professores que, ao fim de uma aula de 90 minutos, deviam ter direito a 10 minutos de sossego esilêncio, terem de continuar a conviver com os jovens alunos.
Jovens e barulhentos: corridas, encontrões, gritinhos e risinhos histéricos das meninas, berros dos rapazes...
Já para não falar do ruído ensurdecedor dos matraquilhos que também existem naquele bar.
Eu não tenho nada contra este comportamento dos pré-adolescentes e adolescentes, antes pelo contrário: faz parte do seu processo de crescimento e, mais coisa menos coisa, já todos fomos assim!

O que chateia mesmo é que, neste país, seja tão fácil contratar secretários de estado e assessores e assesssores de assessores e consultores de tudo e mais alguma coisa e tão difícil colocar funcionários suficientes nas escolas!

De vez em quando lá aparecem nas notícias acontecimentos graves e violentos nos recreios das escolas e fica tudo muito escandalizado a perguntar "como é possível que ninguém tenha visto", blablabla...

Claro que é possível que ninguém veja nada, quando não há ninguém a ver!

2 de março de 2009

O que têm a ver os telemóveis com aquele outro objecto de que não posso dizer o nome

porque prometi aqui que nunca mais falaria nele?

Mas vou ter de falar...
É que há situações tão ridículas, mas mesmo tão ridículas que merecem ser lidas, comentadas, vaiadas.

Inscrevi os meus alunos no bendito Magalhães em finais de Dezembro.
No início de Fevereiro chegaram 6, na semana passada chegaram mais 10 (e temos 30 alunos inscritos). Nem sequer vou falar aqui da falta de sensibilidade desta gente que envia computadores para crianças às pinguinhas.

Há coisas ainda mais estúpidas, como esta:
Quando se inscrevem os alunos é pedido no impresso, um número de telefone.
Consultei os meus apontamentos e coloquei lá os números de telefone que tinha, sendo alguns telemóveis e outros fixos.

Acontece que nenhuma das crianças sobre quem foi fornecido o número de telefone fixo recebeu ainda o computador.
Alertada por uma colega, fui ao site dos senhores dos computadores e caiu-me o queixo de espanto quando lá li o seguinte:

«Não é possível enviar SMS para números fixos. Se ainda não recebeu o SMS para proceder ao pagamento, poderá efectuar esta alteração através da opção “Alteração do Contacto”, disponível na página da internet da Youtsu.»


O que eu pretendia era o seguinte:
Alguém informa estes senhores de que, desde há milhares de anos, existem várias formas de comunicar?
Sugiro sinais de fumo, tambores, um mensageiro a cavalo, um estafeta, os CTT...
Ah, e também lhes podem dizer que 1876 houve um senhor chamado Bell que inventou o telefone!!

E a pergunta final que se impõe:
quem não tiver telemóvel não vai ter direito ao computador??

1 de março de 2009

Uma fotografia por domingo (83)


Se repararem bem, lá no intervalo das pedras passa um rio, o rio Caima, momentos antes de se despenhar, na maior queda de água do país, na chamada Frecha da Mizarela.


Serra da Freita
(se clicarem, vêem tudo muito melhor!)

Duas irmãs, um rei

Duas Irmãs, Um Rei by Philippa Gregory My rating: 4 of 5 stars