Costa Nova, hoje.
5 de janeiro de 2014
30 de dezembro de 2013
A verdade sobre o caso Harry Quebert,
de Joel Dicker.
Quem matou Nola Kellergan, no verão de 1975, é o mistério deste livro, que só se desvendará quase na última página.
As personagens principais são, para além da própria Nola, o escritor e professor Harry Quebert, por quem ela está apaixonada, isto em 1975.
Na atualidade, temos, para além de Harry e de muitos dos habitantes de Aurora, Marcus Goldman. Marcus é um jovem escritor que teve enorme sucesso com o primeiro livro e que está às voltas com uma crise de falta de inspiração para a escrita do segundo...
Já li este livro há algum tempo, mas deixei-o para esta altura para poder dizer, sem margem para dúvidas, que foi o melhor livro que li este ano e, se calhar, desde há alguns anos.
Um livro que nunca é monótono, cheio de suspense e de situações que parecem uma coisa e são outra completamente diferente! Consegue também ser hilariante, às vezes, principalmente nas conversas telefónicas entre Marcus e a sua preocupada mãe.
Este é um livro absolutamente imperdível para quem gosta de ler.
A nota? Sem dúvida, 20.
Não posso deixar de transcrever as últimas frases do livro, que o definem muito bem. Trata-se de um diálogo entre os dois escritores (estes diálogos, à laia de conselhos de escritor para escritor, abrem cada capítulo)
"Um bom livro, Marcus, não se mede apenas pelas últimas palavras, mas pelo efeito coletivo de todas as que as precederam. Cerca de meio segundo depois de terminar o livro, depois de ler a última palavra, o leitor deve sentir-se dominado por um sentimento poderoso; por um instante, só deve pensar em tudo o que acaba de ler, olhar para a capa e sorrir com uma ponta de tristeza porque vai sentir a falta das personagens.
Um bom livro, Marcus, é um livro que lamentamos ter acabado de ler."
Tal e qual!
Rapidinha de segunda
Elementos da ASAE foram fiscalizar o Alentejo.
Entraram numa tasca pediram um café e um deles quis também um bolo.
O compadre deu-lhe o café, pegou no bolo com a mão e colocou-o em cima do balcão.
Claro que foi chamado à atenção além de ter de pagar uma valente multa.
Apressadamente, ligou para o compadre que tinha uma tasca lá perto e avisou-o:
- Compadre a ASAE esteve aqui. Tome atenção pois são capazes de a seguir o visitar.
Palavras não eram ditas e os fiscais a entrarem porta dentro:
- Bom dia. Quero um café e um bolo.
Com todo o cuidado, deu-lhe o café e com a tenaz tirou o bolo e colocou-o num pires.
Entretanto o fiscal, depois de ter tomado o café e comido o bolo, reparou que o homem tinha um cordel preso na braguilha e perguntou:
- Oiça, para que é esse cordel?
- Então, quando vou fazer xixi, abro a braguilha, puxo o cordel e faço xixi.
- Então e depois como é que mete isso para dentro?
- É com a tenaz dos bolos!
Entraram numa tasca pediram um café e um deles quis também um bolo.
O compadre deu-lhe o café, pegou no bolo com a mão e colocou-o em cima do balcão.
Claro que foi chamado à atenção além de ter de pagar uma valente multa.
Apressadamente, ligou para o compadre que tinha uma tasca lá perto e avisou-o:
- Compadre a ASAE esteve aqui. Tome atenção pois são capazes de a seguir o visitar.
Palavras não eram ditas e os fiscais a entrarem porta dentro:
- Bom dia. Quero um café e um bolo.
Com todo o cuidado, deu-lhe o café e com a tenaz tirou o bolo e colocou-o num pires.
Entretanto o fiscal, depois de ter tomado o café e comido o bolo, reparou que o homem tinha um cordel preso na braguilha e perguntou:
- Oiça, para que é esse cordel?
- Então, quando vou fazer xixi, abro a braguilha, puxo o cordel e faço xixi.
- Então e depois como é que mete isso para dentro?
- É com a tenaz dos bolos!
27 de dezembro de 2013
Natal
Gosto do Natal.
Mas gosto ainda mais quando todos voltam às suas casas e a minha volta ao estado e à pasmaceira normais...
Mas gosto ainda mais quando todos voltam às suas casas e a minha volta ao estado e à pasmaceira normais...
16 de dezembro de 2013
Rapidinha de segunda
Um azar nunca vem só...
Estava um cigano a circular na autoestrada com o seu novo BMW último modelo, quando de repente um pneu se furou.
O cigano sai do carro, tira o macaco e começa a mudar o pneu...
Passado um minuto, chega um outro cigano que ao vê-lo a desmontar o pneu, sai do seu Renault Clio com um martelo e parte o para-brisas do BMW dizendo...:
- Despacha-te..., rouba lá os pneus, que eu roubo o rádio!!!
15 de dezembro de 2013
8 de dezembro de 2013
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Em nome do amor
Em Nome do Amor by Lesley Pearse My rating: 2 of 5 stars Demorei muito a "pegar" nesta autora e ainda bem que não comecei por e...
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