2 de junho de 2014

Da honestidade

Percebo pouco de política, menos ainda de políticos, e nada de nada dos meandros da política.

Mas percebo de solidariedade e de honestidade.
Embora me pareça que, dos Antónios, o Costa é mais competente que o Seguro, acho que aquilo que ele fez (o Costa) não foi honesto.

É como haver uma pessoa que cava a terra, semeia, arranca as ervas daninhas, rega com desvelo e depois vem outro e faz a colheita...

Para mim pode ser "dono" do partido quer um, quer outro, até pode ser o Papa, que jamais voltarei a votar neles.
Mas o que o António Costa está a fazer é mesmo muito feio.

19 de maio de 2014

Examinite aguda, parte 2

Ia escrever sobre os exames, mas o Agostinho fê-lo tão bem que resolvi fazer minhas as palavras dele.
Os sublinhados são meus: é onde me "dói" mais, embora eu concorde com tudo, tintim por tintim.

Nesta  onda de exames  nacionais, nome dado por uns entendidos e provas finais de ciclo nome também dado por outros entendidos, ainda falta falar das equivalências à frequência que são também provas de exame e feitas nesta altura, não se entende a diferença nem é para entender de todo este processo louco cheio de burocracia e procedimentos ridículos.
Quem está fora do ensino não imagina o trabalhão e o dispêndio de energia que se tem para fazer estas provas finais de ciclo para uns e exames nacionais para outros.
Tanto procedimento, tanta reunião só para fazer umas provas. Tanto papel gasto para ler e conhecer todos aqueles procedimentos. É o que se pode chamar um rotundamente RIDICULO. Só os nossos governantes é que se podem deliciar com tantos procedimentos. Não admira, têm todo o ano para criar esta burocracia e quem está nas escolas tem de entendê-los no próprio dia.
Ridículo também é a altura em que se fazem estas provas do 4.º ano e do 6.º ano, sem chegar ao final do ano letivo dão-se as provas de exame e sem se acabar o período, ou seja, em pleno funcionamento de aulas.
Ridículo é também quererem manter o normal funcionamento das aulas dos outros anos, sabendo que os professores estarão na maioria requisitados para assistirem a estes exames.
Como estamos na onda dos Mega agrupamentos, os anos de escolaridade vão desde o pré-escolar até ao secundário e um professor pode no mesmo agrupamento ter aulas no 1.º ciclo como no 2.º ou  no 3.º ciclo, e embora os exames sejam do 4.º e do 6.º ano, a forma como eles são feitos esgotam os recursos de professores de todos os níveis, porque são professores para o secretariado, professores vigilantes, professores coadjuvantes, professores leitores, professores suplentes, o que leva a que sejam recrutados quase todos os professores de um mega e depois para ainda ser mais ridículo é quererem que os outros anos funcionem, ou seja, que a escola funcione normalmente.
O procedimento é enquanto os do 4.º ano fazem exames os outros anos  continuam a ter aulas, o mesmo acontecendo quando o 6.º ano faz o exame, e ainda, para agravar a situação é que o 4.º ano faz na parte da manhã e o 6.º ano da parte de tarde do mesmo dia.
Alguém fora do ensino imagina que nesta organização e dependendo dos casos específicos, que são muitos, existem numa sala 2 professores para 1 aluno. Imagine-se a loucura de salas e professores para estar nestes exames.
Com a falta de auxiliares, os que se reformam ou aqueles que ficam de baixa, não são renovados, e também com a baixa de professores como é que se pode manter uma escola aberta em exames e com aulas normais?
Todo este processo parece-me ridículo e não acredito que os alunos que estão a fazer exame tenham as condições ideais de sossego de forma a não serem perturbados durante o mesmo.
É a loucura servida em bandeja.

18 de maio de 2014

Uma fotografia por domingo (303)

casa do preto

Se passarem por Pitões das Júnias (é um bocado difícil "passar" por lá, é melhor irem lá propositadamente), almocem aqui, na "Casa do preto".
A comida é boa, o atendimento muito simpático e ainda podem comprar umas compotas ou uns chás para trazerem para casa. Ah, não é mesmo nada caro e não venham embora sem provar a aletria. Uma maravilha!

5 de maio de 2014

Rapidinha de segunda

Anita, de sete anos, regressa a casa vinda da escola.
Tinha tido a primeira aula de educação sexual.

A mãe, muito interessada pergunta:
- Como é que correu?
- Quase morri de vergonha! - respondeu a pequena Anita.
- Porquê?- perguntou a mãe.

Anita respondeu:
- O Zezinho, o menino com o cabelo ruivo, disse que foi a cegonha que o trouxe.
O Marco, da livraria, disse que veio de Paris.
A Cristina, a vizinha do lado, disse que foi comprada num orfanato e o Tó disse que foi comprado no hospital. O Paulinho disse que nasceu de uma proveta. O André disse que nasceu de uma barriga de aluguer...
A mãe de Anita respondeu quase sorrindo:
- Mas isso não é motivo para te sentires envergonhada...
- Não, já sei, mas não me atrevi a dizer-lhes que como nós somos pobres, tiveste que ser tu e o pai a fazer-me...!!!

4 de maio de 2014

Uma fotografia por domingo (302)


 

Antigamente usavam-se na "prateleira" do vidro traseiro dos carros.
Acho que a maioria eram cachorros, e abanavam a cabeça para cima e para baixo.
Eu optei por uma gata, que mexe bem mais do que só a cabeça...
(mexe por exemplo as unhas... as minhas mãos podem confirmar)

28 de abril de 2014

Uma fotografia por domingo (301)

feira das velharias
 
No último domingo de cada mês realiza-se em Aveiro a Feira de Velharias.
Não se trata de meia dúzia de tendas, nada disso: é uma feira enorme que vai das Pontes à Praça do Peixe, ocupando todas as ruazinhas da zona.
Lá podem encontrar imensas coisas: desde verdadeiros cacarecos antigos (como as da foto), a joias, louças, livros, moedas, mobiliário, roupas... enfim, é um mundo.

Vale bem uma visita, principalmente numa linda tarde de domingo como foi a de hoje.


26 de abril de 2014

O 25 de abril, pelos pequenitos

André

Bárbara

Davyd

Diana

Gabriel

Helga

Mafalda

Margarida

Mariana

Nicole

Rafael

Rodrigo

Adicionar legenda

Simão

Simão Pedro

Telmo

Tiago

Em nome do amor

Em Nome do Amor by Lesley Pearse My rating: 2 of 5 stars Demorei muito a "pegar" nesta autora e ainda bem que não comecei por e...