18 de junho de 2014
Ver para crer!!
Mais uma achega à examinite aguda que grassa neste Ministério dos Exames da Educação:
(roubado ao Agostinho)
(...)
Explica-se com dados reais: 6 alunos vão fazer exame a Português no mesmo dia e à mesma hora, embora sejam de ciclos diferentes, mas é assim que está calendarizado pelo ministério da educação. São alunos que vão à 2ª fase, ou seja, alunos que reprovaram, e agora têm outra possibilidade para passar, ou alunos que tiveram negativa à disciplina, e embora estejam aprovados, poderão melhorar a nota.
Dos 3 alunos do 2.º ciclo 1 tem necessidades educativas e leitura de prova;
Dos 3 alunos do 1.º ciclo 1 tem necessidades educativas e leitura de prova.
Segundo a lei, cada aluno com leitura de prova, requer 1 leitor da prova, 1 sala e cada sala requer 2 vigilantes.
São 2 alunos com leitura de prova, por isso, são 2 professores leitores de prova, 2 salas e 4 professores vigilantes.
Para cada ciclo requer um coadjuvante, ou seja professor da disciplina, neste caso 2 coadjuvantes.
Os professores vigilantes terão também 2 professores suplentes, 1 por cada ciclo.
Os outros 2 grupos de alunos, 2 do 2.º ciclo e 2 do 1.º ciclo, terão cada grupo a sua sala e em cada sala 2 professores vigilantes, somando dá 4 professores vigilantes.
Como um dos alunos do 2.º ciclo reprovou de ano, segundo a lei tem direito a prova oral a Português, ou seja, mais 3 professores para a prova oral.
Os coadjuvantes e os suplentes dos 4 alunos, para poupar recursos e porque está dentro da lei, serão os mesmos dos alunos com necessidades.
Temos finalmente, o secretariado que é constituído por 5 professores.
No total temos 22 professores, sem contar com funcionários da escola para apoio e GNR para levar e trazer os exames.
Apetece dizer: que grande trapalhada vai neste reino!
17 de junho de 2014
A falta que faz
um rei!
Tivéssemos nós um rei novo e jeitoso, mais a sua rainha e as suas princesinhas, pronto para estrear, e ninguém falava de desaires no futebol...
Tivéssemos nós um rei novo e jeitoso, mais a sua rainha e as suas princesinhas, pronto para estrear, e ninguém falava de desaires no futebol...
8 de junho de 2014
6 de junho de 2014
Hífens
Anda meio mundo chateado com a Olá e a Imaginarium por causa de um simples hífen (se calhar quem deu estes erros ortográficos foi algum daqueles fanáticos anti acordo. Acordo não, mas erros não faz mal)...mas adiante...
O que eu acho é que se trata de uma paixoneta aguda por hífens, esses tracinhos tão queridos...
Ai tiraram-nos os hífens de tantas palavras? Ai sim? Então vamos pô-los noutras.
Está explicado!
2 de junho de 2014
Da honestidade
Percebo pouco de política, menos ainda de políticos, e nada de nada dos meandros da política.
Mas percebo de solidariedade e de honestidade.
Embora me pareça que, dos Antónios, o Costa é mais competente que o Seguro, acho que aquilo que ele fez (o Costa) não foi honesto.
É como haver uma pessoa que cava a terra, semeia, arranca as ervas daninhas, rega com desvelo e depois vem outro e faz a colheita...
Para mim pode ser "dono" do partido quer um, quer outro, até pode ser o Papa, que jamais voltarei a votar neles.
Mas o que o António Costa está a fazer é mesmo muito feio.
Mas percebo de solidariedade e de honestidade.
Embora me pareça que, dos Antónios, o Costa é mais competente que o Seguro, acho que aquilo que ele fez (o Costa) não foi honesto.
É como haver uma pessoa que cava a terra, semeia, arranca as ervas daninhas, rega com desvelo e depois vem outro e faz a colheita...
Para mim pode ser "dono" do partido quer um, quer outro, até pode ser o Papa, que jamais voltarei a votar neles.
Mas o que o António Costa está a fazer é mesmo muito feio.
19 de maio de 2014
Examinite aguda, parte 2
Ia escrever sobre os exames, mas o Agostinho fê-lo tão bem que resolvi fazer minhas as palavras dele.
Os sublinhados são meus: é onde me "dói" mais, embora eu concorde com tudo, tintim por tintim.
Os sublinhados são meus: é onde me "dói" mais, embora eu concorde com tudo, tintim por tintim.
Nesta onda de exames nacionais, nome dado por uns entendidos e provas finais de ciclo nome também dado por outros entendidos, ainda falta falar das equivalências à frequência que são também provas de exame e feitas nesta altura, não se entende a diferença nem é para entender de todo este processo louco cheio de burocracia e procedimentos ridículos.
Quem está fora do ensino não imagina o trabalhão e o dispêndio de energia que se tem para fazer estas provas finais de ciclo para uns e exames nacionais para outros.
Tanto procedimento, tanta reunião só para fazer umas provas. Tanto papel gasto para ler e conhecer todos aqueles procedimentos. É o que se pode chamar um rotundamente RIDICULO. Só os nossos governantes é que se podem deliciar com tantos procedimentos. Não admira, têm todo o ano para criar esta burocracia e quem está nas escolas tem de entendê-los no próprio dia.
Ridículo também é a altura em que se fazem estas provas do 4.º ano e do 6.º ano, sem chegar ao final do ano letivo dão-se as provas de exame e sem se acabar o período, ou seja, em pleno funcionamento de aulas.
Ridículo é também quererem manter o normal funcionamento das aulas dos outros anos, sabendo que os professores estarão na maioria requisitados para assistirem a estes exames.
Como estamos na onda dos Mega agrupamentos, os anos de escolaridade vão desde o pré-escolar até ao secundário e um professor pode no mesmo agrupamento ter aulas no 1.º ciclo como no 2.º ou no 3.º ciclo, e embora os exames sejam do 4.º e do 6.º ano, a forma como eles são feitos esgotam os recursos de professores de todos os níveis, porque são professores para o secretariado, professores vigilantes, professores coadjuvantes, professores leitores, professores suplentes, o que leva a que sejam recrutados quase todos os professores de um mega e depois para ainda ser mais ridículo é quererem que os outros anos funcionem, ou seja, que a escola funcione normalmente.
O procedimento é enquanto os do 4.º ano fazem exames os outros anos continuam a ter aulas, o mesmo acontecendo quando o 6.º ano faz o exame, e ainda, para agravar a situação é que o 4.º ano faz na parte da manhã e o 6.º ano da parte de tarde do mesmo dia.
Alguém fora do ensino imagina que nesta organização e dependendo dos casos específicos, que são muitos, existem numa sala 2 professores para 1 aluno. Imagine-se a loucura de salas e professores para estar nestes exames.
Com a falta de auxiliares, os que se reformam ou aqueles que ficam de baixa, não são renovados, e também com a baixa de professores como é que se pode manter uma escola aberta em exames e com aulas normais?
Todo este processo parece-me ridículo e não acredito que os alunos que estão a fazer exame tenham as condições ideais de sossego de forma a não serem perturbados durante o mesmo.
É a loucura servida em bandeja.
18 de maio de 2014
Uma fotografia por domingo (303)
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| casa do preto |
Se passarem por Pitões das Júnias (é um bocado difícil "passar" por lá, é melhor irem lá propositadamente), almocem aqui, na "Casa do preto".
A comida é boa, o atendimento muito simpático e ainda podem comprar umas compotas ou uns chás para trazerem para casa. Ah, não é mesmo nada caro e não venham embora sem provar a aletria. Uma maravilha!
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