Maçãs, que sabem a... maçãs!
19 de outubro de 2014
16 de outubro de 2014
Meco
Não há dor maior no mundo do que perder um filho. Só imaginar, já custa.
Entendo que, quando isto acontece a um pai ou a uma mãe, estes vão insistir em procurar a resposta ao "porquê?".
Deve ser uma coisa que ajuda a mitigar a dor, julgo eu.
Posto isto, quero dizer que compreendo perfeitamente o desespero dos pais dos jovens que morreram na praia do Meco e a sua procura por um bode expiatório.
O que eu não compreendo é a atitude pouco sensata de alguns jornalistas.
Procurar vender jornais ou programas de televisão explorando indecentemente a dor das pessoas não me parece correto.
A resposta à pergunta "foi praxe ou não foi praxe?", não tem importância nenhuma.
Pode ter sido um mero acidente (hipótese mais que provável, dada a violência das ondas naquela noite). Mas, se houve praxe, foi uma brincadeira consentida. Porque não estamos a falar de caloiros com medo de não serem "aceites no grupo", mas sim de jovens finalistas, que estavam ali voluntariamente.
Há neste momento um jovem cuja única culpa é ter sobrevivido.
Estranho, não é?
Entendo que, quando isto acontece a um pai ou a uma mãe, estes vão insistir em procurar a resposta ao "porquê?".
Deve ser uma coisa que ajuda a mitigar a dor, julgo eu.
Posto isto, quero dizer que compreendo perfeitamente o desespero dos pais dos jovens que morreram na praia do Meco e a sua procura por um bode expiatório.
O que eu não compreendo é a atitude pouco sensata de alguns jornalistas.
Procurar vender jornais ou programas de televisão explorando indecentemente a dor das pessoas não me parece correto.
A resposta à pergunta "foi praxe ou não foi praxe?", não tem importância nenhuma.
Pode ter sido um mero acidente (hipótese mais que provável, dada a violência das ondas naquela noite). Mas, se houve praxe, foi uma brincadeira consentida. Porque não estamos a falar de caloiros com medo de não serem "aceites no grupo", mas sim de jovens finalistas, que estavam ali voluntariamente.
Há neste momento um jovem cuja única culpa é ter sobrevivido.
Estranho, não é?
13 de outubro de 2014
12 de outubro de 2014
6 de outubro de 2014
Rapidinha de segunda
- Amor, acho que andas muito obsessivo com o futebol... Fazes-me falta! - diz ela.
- Falta? Mas eu nem te toquei!
2 de outubro de 2014
Alguém esclarecido
que me diga porque será que, no mesmo país e com o mesmo "patrão", há escolas tão diferentes umas das outras em tudo, até nos horários dos professores?
28 de setembro de 2014
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Em nome do amor
Em Nome do Amor by Lesley Pearse My rating: 2 of 5 stars Demorei muito a "pegar" nesta autora e ainda bem que não comecei por e...


