13 de setembro de 2015

Uma fotografia por domingo (349)

Sé Catedral de Aveiro
Não consegui evitar os turistas porque Aveiro está cheiinha deles (e ainda bem!)
Esta é a Sé catedral de Aveiro ou Igreja de S. Domingos.

4 de setembro de 2015

Prometo falhar


Prometo falhar
Pedro Chagas Freitas
Editora: Marcador



Chamem-me básica ou algo parecido, mas quando pego num livro é para ler uma história.
A maneira como é contada e o tema podem variar muito, mas tem de haver uma história.
Gosto de mergulhar lá, de me enternecer, de rir ou chorar, de "viver" com aquelas personagens por uns dias.
Este livro não tem nada disso: nem tema, nem personagens, nem história...
Tem uma amálgama de frases feitas, mais ou menos originais (?) e muito, muito, muito repetitivas.

(E muitos palavrões, porque os palavrões estão na moda, nem que venham a propósito de nada!)

E é chato, chato, chato! 
Tão chato que não o consegui acabar.
Na minha provecta idade, tenho de gerir o tempo e, por isso, não posso desperdiçá-lo a ler o que não gosto.


A única nota positiva sobre este autor é que prometeu e cumpriu!
Prometeu falhar e, na minha opinião, falhou redondamente.


30 de agosto de 2015

Uma fotografia por domingo (347)

 Ribeira da Raia, Mora.
 

Agora que só se fala dos passadiços do Paiva, fui descobrir estes...
Muito mais curto (apenas 1,5 Km de passadiço, mais 1,5 Km de trilho à beira rio e ainda mais 2,5 Km de trilho pelo montado) e sem degraus...
Faz-se bem, embora a última parte (a do montado - sempre a subir) tenha custado um bocadinho: quem me manda caminhar por volta do meio dia, em pleno Alentejo, e ainda com umas vaquinhas simpáticas a olharem para mim?

17 de agosto de 2015

Uma fotografia por domingo (346)


Sérgio Godinho, no Festival do Bacalhau.

Em vez da foto da praxe, hoje publico um vídeo.
A qualidade não é muita, mas vale pela intenção e pelos arrepios que provocou.


"Só há liberdade a sério quando houver
A paz, o pão
habitação
saúde, educação
Só há liberdade a sério quando houver
Liberdade de mudar e decidir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir"

12 de agosto de 2015

Dispara, eu já estou morto

"A quem é que importa o Deus a que reza cada um? E o que acontece com aqueles, como eu, que não rezam?"


Acabei de o ler há bocado e só me ocorre uma palavra: brutal.
Já há muito tempo que um livro não mexia tanto comigo. Ainda tenho as personagens todas na cabeça e sei que vai ser difícil livrar-me delas nos próximos dias.
Mas vamos ao livro: o assunto principal é o (eterno?) conflito entre palestinianos e israelitas e a luta por uma terra a que possam chamar sua.
A história começa na Rússia, com a família Zucker (judeus) que são obrigados a fugir da perseguição dos czares, que se refugiam em Paris e mais tarde na Palestina.
A Palestina desse tempo (início do século XX) pertence ao Império Otomano, embora nessa altura haja uma convivência pacífica entre palestinianos árabes e palestinianos judeus.
Quando a família Zucker chega a Jerusalém, vão ser vizinhos (e senhorios) da família Zaid, os árabes.
Os judeus da família Zucker e outros que vão chegando também fugidos da Rússia criam a "Horta da Esperança".
As duas famílias, Zucker e Ziad convivem pacificamente. Os filhos de uns e de outros vão nascendo e vão crescendo juntos como irmãos, mas...

O livro abrange quase todo o século XX, por isso retrata muitos conflitos: 1.ª Guerra Mundial, revolução russa, 2.ª Guerra Mundial, Holocausto (muito retratado neste livro - ou não fossem as personagens principais os judeus - e essas foram as páginas mais difíceis de ler), guerra na Palestina...


Para terminar, tenho uns reparos a fazer: no início do livro ajudava imenso uma árvore genealógica das famílias Zucker e Ziad, porque às tantas torna-se confuso tantos nomes e temos de voltar atrás para ver quem é quem. Um mapa da região também ajudava, assim como um glossário maior porque há muitas palavras pouco conhecidas.
Mas é um livro muito, muito bom, e como se isso não bastasse, ainda acrescenta um final surpreendente. Imperdível!

Estrelas: *****

Título: Dispara, eu já estou morto
Autor: Julia Navarro
Editora: Bertrand




9 de agosto de 2015

Uma fotografia por domingo (345)


Armação de Pêra (ou lá perto) vista do Atlântico.
Tirei tantas, mas tantas fotos neste passeio de barco que tenho material para muitos domingos.
E todas lindas!

Só o tempo dirá

Só o Tempo Dirá by Jeffrey Archer My rating: 4 of 5 stars View all my reviews