4 de outubro de 2015

Uma fotografia por domingo (352)


Hoje é dia delas.
E vivam os animais, que tanto nos alegram a vida, que tudo dão sem nada exigir em troca (a não ser que os alimentem, que os mimem, que lhes arranjem uma caminha confortável, que não os chateiem quando não lhes apetecem festas, que não lhes roubem os ratos nem as sardaniscas...)

30 de setembro de 2015

As minhas dúvidas existenciais... mais uma!

Por que será que algumas pessoas põem aos filhos o nome "Nelson" e depois não o sabem pronunciar e dizem " o meu nelsu"?

28 de setembro de 2015

Rapidinha de segunda

Estava um velhote de gatas a olhar para o chão, chega uma pessoa ao pé dele e pergunta-lhe:
- O senhor perdeu alguma coisa?
- Perdi sim, um caramelo.
- Então e o senhor está aqui de gatas há tanto tempo por causa de um caramelo? Que importância pode ter um caramelo?

- É que este tem os meus dentes agarrados!...

24 de setembro de 2015

Socoooooooooooorro!

Aceito convites para almoçar, jantar e até para tomar o pequeno almoço... (e não é preciso darem-me dormida).
Estou sem cozinha.
Nunca me passou pela cabeça que iria ter saudades do fogão! Apre!

20 de setembro de 2015

Uma fotografia por domingo (350)

Poço de Santiago

Ponte do Poço de Santiago, Sever do Vouga, construída em 1913.
A ponte era do comboio (linha do Vale do Vouga, assim se chamava a linha que ligava Espinho a Viseu), agora é uma pista para ciclistas (ou peões).
O rio que atravessa é o Vouga.

18 de setembro de 2015

A rapariga que roubava livros

A história começa em 1938, numa cidade alemã, perto de Munique chamada Molching. As personagens vivem, na sua maioria, na Rua Himmel (ironicamente, himmel significa céu...).
A personagem principal é uma menina, a Liesel, que é acolhida por um casal, a resmungona Rosa e o simpático Hans, o acordeonista.
Há ainda o vizinho e melhor amigo de Liesl, o Rudy.
Mais tarde aparecerá Max, o judeu que irá viver na cave da família.

Liesel adora livros e o primeiro que conseguiu foi uma mistura de roubado/achado. 
A partir daí irá roubar mais alguns...

A narradora desta história é... a Morte (o que torna este livro bastante original e cheio de ironia, ou não fosse a senhora morte uma "pessoa" com um humor bem negro, como convém).

Penso que foi a primeira vez que li um livro sobre a segunda guerra mundial (e já li muitos) em que as personagens principais são alemãs.
E, apesar de serem alemãs, são queridas (e queridos).

O livro está cheio de recados e achegas da narradora.
Deixo aqui um exemplo de um deles:


UMA PEQUENA NOTA RELEVANTE
Tenho visto ao longo dos anos tantos jovens 
que pensam estar a correr para outros jovens.
Não estão.
Estão a correr para mim.

Só o tempo dirá

Só o Tempo Dirá by Jeffrey Archer My rating: 4 of 5 stars View all my reviews