5 de fevereiro de 2018

Rapidinha de segunda

E depois de umas férias muito loooooongas, voltam as rapidinhas!

Vira-se um gajo para a namorada:
- Vou-te chamar Eva porque foste a minha primeira.
- E eu vou-te chamar Fiat porque foste o meu 500!

30 de agosto de 2017

Direitos

Houve muita gente que lutou, sofreu e até morreu para que os trabalhadores tenham os direitos que têm hoje.
No entanto, estamos a correr o risco de que todos estes direitos de que hoje usufruímos vão por água abaixo.

Começou com os supermercados: não lhes bastava estarem abertos até às 23 e tiveram de abrir também aos domingos.
O mesmo se passa com as lojas dos centros comerciais, abertas até altas horas, às moscas (nem às moscas porque as moscas deitam-se cedo).

(Basta passarmos a fronteira para termos os supermercados fechados às 20 e fechados aos domingos. E, que eu saiba não morreu ninguém por causa disso nem os espanhóis foram à falência!)

Ontem fiquei a saber que as pessoas que trabalham em "call centers" numa área tão "urgente" como o apoio ao cliente, trabalham também até às 23 horas!
Agora digam-me que tempo tem uma mãe ou um pai para os filhos se sai do trabalho a essa hora?

Esta reflexão vem a propósito dum artigo que anda aí sobre a "escravatura" deste século e também por causa da greve da autoeuropa. Não querem trabalhar aos sábados e fazem muito bem. O direito de não trabalhar ao sábado foi uma conquista que não se pode perder.

19 de julho de 2017

Ainda os ciganos

Durante cerca de 15 anos tive alunos ciganos. Às vezes menos, outras vezes muitos.
Nunca tive problemas com os alunos desta etnia, mas houve algumas situações desagradáveis.
A primeira situação e a que mais problemas levantava era porque enquanto os alunos não ciganos entram para a escola com 6 anos, eles às vezes entravam com 10 ou quando lhes apetecia. A diferença de idades era geradora de conflitos, além de que assustavam os mais pequenitos. Depois, no caso de uma zanga no recreio, enquanto que os "nossos" resolvem a coisa entre os beligerantes, no caso dos alunos de etnia cigana, se houvesse uma briga com um deles, vinham todos para atacar o beligerante não cigano.

Em toda a minha vida profissional só me desapareceu dinheiro da carteira por 2 vezes e das duas foram alunos de etnia cigana. Doutra vez roubaram a máquina fotográfica da escola e também foi uma aluna de etnia cigana (descobrimos porque a máquina apareceu, muito tempo depois e, quando mandámos revelar o rolo, lá estavam fotos de todo o pessoal do acampamento).

Dos ciganos que conheci (familiares dos meus alunos) todos viviam da segurança social, todos mesmo, sem nenhuma exceção.

Posto isto, quero dizer que, pela realidade que conheço, o que André Ventura afirmou é a mais pura das verdades. Eu sei que não se pode generalizar, mas quando a maioria das pessoas de um determinado grupo tem um determinado comportamento, não há como não o fazer.


30 de junho de 2017

Livros para reutilizar?

Para que quem não está dentro do assunto perceba melhor (e já agora quem fez esta lei de reutilizar os manuais também), junto algumas fotos de livros que, supostamente seriam para reutilizar.
Desafio quem quer que seja a apagar os exercícios que foram feitos.
E como as imagens valem mais que as palavras, deixo alguns exemplos e nem digo mais nada.

















21 de junho de 2017

Provas de aflição

Debaixo de um calor medonho e mais que cansados por estarmos já para lá do fim do ano letivo, as crianças (muitas com apenas 7 anos) fizeram hoje outro exame. Podem tentar dourar a pílula chamando-lhe outros nomes, mas trata-se de um exame. Cheio de idiossincrasias: aparato policial à porta para recolher as provas que, no entanto, foram aplicadas pelo professor da turma mas que não podem ser corrigidas pelo mesmo... Se querem apenas saber quais são as dificuldades dos alunos, acabem com este aparato, deixem o professor da turma aplicar e corrigir as provas e enviar os resultados para o ministério para serem analisados. Assim teriam alguma utilidade. Da maneira que estão são (mais uma) aberração das muitas que existem na educação.

19 de junho de 2017

O velho, o rapaz e o burro

é a minha fábula favorita.
Nela percebemos sem sombra para dúvida que, faça-se o que se fizer, há sempre quem critique.
Se o problema for pessoal, é fácil: a partir de uma certa idade ganhei juízo e agora estou-me nas tintas para o que pensam "os outros" daquilo que faço ou deixo de fazer.

Quando a questão tem a ver com o país, aí é mais complicado.
Desde sábado, o dia da tragédia de Pedrógão, as opiniões publicadas por toda a gente são mais que muitas e todas contraditórias. Temos um país de especialistas em florestas, em ordenar o território, em apagar incêndios, em cortar ou não cortar estradas, enfim, temos um país especializado...
(Só não entendo porque continua a haver incêndios)

Todos fariam melhor se fossem políticos, se fossem bombeiros, se fossem pilotos, se fossem da GNR,  se fossem o primeiro ministro, se fossem o presidente da república, se fossem...

Mas não são.


:(

Só o tempo dirá

Só o Tempo Dirá by Jeffrey Archer My rating: 4 of 5 stars View all my reviews