A minha namorada deixou um recado no frigorífico que dizia:
ACABOU TUDO!
Abri o frigorífico e estava cheio.
Vai-se lá entender as mulheres!
19 de fevereiro de 2018
12 de fevereiro de 2018
Rapidinha de segunda
Sinceridade acima de tudo!
A esposa diz para o marido:
- Se eu soubesse que tu eras tão pobre não tinha casado contigo!
O marido respondeu:
- Não foi por falta de aviso. Eu sempre te disse "tu és tudo o que eu tenho".
A esposa diz para o marido:
- Se eu soubesse que tu eras tão pobre não tinha casado contigo!
O marido respondeu:
- Não foi por falta de aviso. Eu sempre te disse "tu és tudo o que eu tenho".
11 de fevereiro de 2018
5 de fevereiro de 2018
Rapidinha de segunda
E depois de umas férias muito loooooongas, voltam as rapidinhas!
Vira-se um gajo para a namorada:
- Vou-te chamar Eva porque foste a minha primeira.
- E eu vou-te chamar Fiat porque foste o meu 500!
Vira-se um gajo para a namorada:
- Vou-te chamar Eva porque foste a minha primeira.
- E eu vou-te chamar Fiat porque foste o meu 500!
4 de fevereiro de 2018
30 de agosto de 2017
Direitos
Houve muita gente que lutou, sofreu e até morreu para que os trabalhadores tenham os direitos que têm hoje.
No entanto, estamos a correr o risco de que todos estes direitos de que hoje usufruímos vão por água abaixo.
Começou com os supermercados: não lhes bastava estarem abertos até às 23 e tiveram de abrir também aos domingos.
O mesmo se passa com as lojas dos centros comerciais, abertas até altas horas, às moscas (nem às moscas porque as moscas deitam-se cedo).
(Basta passarmos a fronteira para termos os supermercados fechados às 20 e fechados aos domingos. E, que eu saiba não morreu ninguém por causa disso nem os espanhóis foram à falência!)
Ontem fiquei a saber que as pessoas que trabalham em "call centers" numa área tão "urgente" como o apoio ao cliente, trabalham também até às 23 horas!
Agora digam-me que tempo tem uma mãe ou um pai para os filhos se sai do trabalho a essa hora?
Esta reflexão vem a propósito dum artigo que anda aí sobre a "escravatura" deste século e também por causa da greve da autoeuropa. Não querem trabalhar aos sábados e fazem muito bem. O direito de não trabalhar ao sábado foi uma conquista que não se pode perder.
No entanto, estamos a correr o risco de que todos estes direitos de que hoje usufruímos vão por água abaixo.
Começou com os supermercados: não lhes bastava estarem abertos até às 23 e tiveram de abrir também aos domingos.
O mesmo se passa com as lojas dos centros comerciais, abertas até altas horas, às moscas (nem às moscas porque as moscas deitam-se cedo).
(Basta passarmos a fronteira para termos os supermercados fechados às 20 e fechados aos domingos. E, que eu saiba não morreu ninguém por causa disso nem os espanhóis foram à falência!)
Ontem fiquei a saber que as pessoas que trabalham em "call centers" numa área tão "urgente" como o apoio ao cliente, trabalham também até às 23 horas!
Agora digam-me que tempo tem uma mãe ou um pai para os filhos se sai do trabalho a essa hora?
Esta reflexão vem a propósito dum artigo que anda aí sobre a "escravatura" deste século e também por causa da greve da autoeuropa. Não querem trabalhar aos sábados e fazem muito bem. O direito de não trabalhar ao sábado foi uma conquista que não se pode perder.
19 de julho de 2017
Ainda os ciganos
Durante cerca de 15 anos tive alunos ciganos. Às vezes menos, outras vezes muitos.
Nunca tive problemas com os alunos desta etnia, mas houve algumas situações desagradáveis.
A primeira situação e a que mais problemas levantava era porque enquanto os alunos não ciganos entram para a escola com 6 anos, eles às vezes entravam com 10 ou quando lhes apetecia. A diferença de idades era geradora de conflitos, além de que assustavam os mais pequenitos. Depois, no caso de uma zanga no recreio, enquanto que os "nossos" resolvem a coisa entre os beligerantes, no caso dos alunos de etnia cigana, se houvesse uma briga com um deles, vinham todos para atacar o beligerante não cigano.
Em toda a minha vida profissional só me desapareceu dinheiro da carteira por 2 vezes e das duas foram alunos de etnia cigana. Doutra vez roubaram a máquina fotográfica da escola e também foi uma aluna de etnia cigana (descobrimos porque a máquina apareceu, muito tempo depois e, quando mandámos revelar o rolo, lá estavam fotos de todo o pessoal do acampamento).
Dos ciganos que conheci (familiares dos meus alunos) todos viviam da segurança social, todos mesmo, sem nenhuma exceção.
Posto isto, quero dizer que, pela realidade que conheço, o que André Ventura afirmou é a mais pura das verdades. Eu sei que não se pode generalizar, mas quando a maioria das pessoas de um determinado grupo tem um determinado comportamento, não há como não o fazer.
Nunca tive problemas com os alunos desta etnia, mas houve algumas situações desagradáveis.
A primeira situação e a que mais problemas levantava era porque enquanto os alunos não ciganos entram para a escola com 6 anos, eles às vezes entravam com 10 ou quando lhes apetecia. A diferença de idades era geradora de conflitos, além de que assustavam os mais pequenitos. Depois, no caso de uma zanga no recreio, enquanto que os "nossos" resolvem a coisa entre os beligerantes, no caso dos alunos de etnia cigana, se houvesse uma briga com um deles, vinham todos para atacar o beligerante não cigano.
Em toda a minha vida profissional só me desapareceu dinheiro da carteira por 2 vezes e das duas foram alunos de etnia cigana. Doutra vez roubaram a máquina fotográfica da escola e também foi uma aluna de etnia cigana (descobrimos porque a máquina apareceu, muito tempo depois e, quando mandámos revelar o rolo, lá estavam fotos de todo o pessoal do acampamento).
Dos ciganos que conheci (familiares dos meus alunos) todos viviam da segurança social, todos mesmo, sem nenhuma exceção.
Posto isto, quero dizer que, pela realidade que conheço, o que André Ventura afirmou é a mais pura das verdades. Eu sei que não se pode generalizar, mas quando a maioria das pessoas de um determinado grupo tem um determinado comportamento, não há como não o fazer.
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Cuidado com o que desejas
Cuidado com o Que Desejas by Jeffrey Archer My rating: 4 of 5 stars View all my reviews