11 de novembro de 2004

Lenda de S. Martinho



Antes de baptizado e convertido ao Cristianismo, S. Martinho foi na mocidade soldado das legiões do Imperador Juliano.
Certo dia, sob o vendaval e a neve, equipado e armado, montado a cavalo, Martinho viu um mendigo semi-nu, tiritando de frio, estendendo para ele a sua pobre mão ossuda e gelada.
O Santo parou o cavalo, tomou com caridade a mão desse abandonado e, em seguida, tomou da espada, cortou pelo meio a sua capa de agasalho, deu metade dela a esse miserável peregrino e, envolto na outra metade, sacudiu a rédea e prosseguiu através da tormenta, do vento e da neve.
Subitamente, porém, no caminho do soldado, a tempestade desfez-se, amainou o tufão e a geada, o céu descobriu instantaneamente, como por encanto, a sua profundidade límpida e azul, e um sol acariciante e resplandecente inundou a terra de alegria e vestiu de luz e calor esse cavaleiro caridoso.
Deus, reconhecido, para que não se apagasse da memória dos homens a notícia deste acto de bondade, praticado por um dos seus eleitos, dispôs que em cada ano, na mesma época em que S. Martinho se desfez da metade da capa, por alguns dias se interrompesse o Inverno, cessasse o frio, sorrisse o céu e a terra, e um calor saudasse a natureza, sempre insensível à vontade dos homens, em memória daquele que, em certo dia, humilde soldado, trotando a sós por um caminho, desafiou e venceu a fúria insuperável dos elementos.

Lenda copiada daqui

10 de novembro de 2004

Adivinhem e ganhem!



A quem adivinhar que frutos vão nascer daqui, ofereço um exemplar!
(portes de correio não incluídos na oferta!)

PS: A quem respondeu ou tinha ideia de responder "uvas", tenho a dizer que esta foto foi tirada no domingo passado! Estamos no Outono ó gente, e as videiras estão quase sem folhas! Estas estão agora a nascer cheias de força!

8 de novembro de 2004

Hoje Recebi Flores!

Hoje Recebi Flores!
Não é o meu aniversário ou nenhum outro dia especial;
tivemos a nossa primeira discussão ontem à noite e
ele me disse muitas coisas cruéis que me ofenderam de verdade.
Mas sei que está arrependido e não as disse a sério,
porque ele me enviou flores hoje.
Não é o nosso aniversário ou nenhum outro dia especial.

Ontem ele atirou-me contra a parede e começou a asfixiar-me.
Parecia um pesadelo, mas dos pesadelos acordamos e sabemos que não é real.
Hoje acordei cheia de dores e com golpes em todos lados.
Mas eu sei que está arrependido porque ele me enviou flores hoje.
E não é São Valentim ou nenhum outro dia especial.

Ontem à noite bateu-me e ameaçou matar-me.
Nem a maquiagem ou as mangas compridas poderiam ocultar os cortes e golpes que me ocasionou desta vez.
Não pude ir ao emprego hoje porque não queria que se apercebessem.
Mas eu sei que está arrependido porque ele me enviou flores hoje.
E não era dia da mãe ou nenhum outro dia.

Ontem à noite ele voltou a bater-me, mas desta vez foi muito pior.
Se conseguir deixá-lo, o que é vou fazer? Como poderia
eu sozinha manter os meus filhos?
O que acontecerá se faltar o dinheiro? Tenho tanto medo dele!
Mas dependo tanto dele que tenho medo de o deixar.
Mas eu sei que está arrependido, porque ele me enviou flores hoje.

Hoje é um dia muito especial: É o dia do meu funeral.

Ontem finalmente conseguiu matar-me.
Bateu-me até eu morrer.
Se ao menos tivesse tido a coragem e a força para o deixar...
Se tivesse pedido ajuda profissional...

Hoje não teria recebido flores!

(Recebido por mail, da minha amiga São)

5 de novembro de 2004

Carta à Máxima

Hoje não ia escrever aqui, pois resolvi fazer o que já ando para fazer há bastante tempo: escrever uma carta à revista Máxima, revista que aprecio quase na totalidade e da qual sou leitora assídua.
Depois da carta pronta, resolvi que não era má ideia colocá-la aqui. Afinal ela exprime a minha opinião acerca dum assunto.
E quem sabe até incentive outras pessoas a escrever também!
Se houver muitas opiniões interessantes, eu depois também as envio para lá. Podemos não as fazer mudar de ideias, mas pelo menos não vai ser por falta de informação!


«Parabéns por mais um aniversário da Máxima, revista que leio desde o n.º 1. Leio-a há 16 anos, exactamente!
E nestes anos muitas coisas mudaram, a maioria para melhor, outras, infelizmente para pior...
Também aqui a Máxima não foge à regra: continua interessantíssima de se ler,com óptimos artigos e excelentes colunistas, mas continua também com um grande senão: apesar da evolução dos tempos e das mentalidades, a Máxima continua a dar o seu apoio e a incentivar a compra de artigos de pele.
Já li pelo menos duas cartas de leitoras que se insurgiram contra isso e a vossa resposta foi mais ou menos " as pessoas gostam e compram, por isso temos de lhes mostrar..."
Ora aqui eu acho que se substimam: as revistas (a imprensa de uma maneira geral) condicionam e muito o "gosto" das pessoas. Se vocês, se todas as revistas, deixassem de publicitar os artigos de pele, não acham que seria uma boa ajuda no combate a esse flagelo que é a tortura e a matança de animais para lhes tirar a pele? E só para satisfazer a vaidade de meia dúzia de pessoas, pois o tempo das cavernas já acabou há muito, e felizmente, hoje em dia não dependemos da caça para nos vestirmos!
E que tal se a Máxima, como revista de vanguarda que sempre foi, tomasse a iniciativa?
Pensem nisso!
Até poderia ser que perdessem algumas leitoras, mas ganhariam muitas mais...
Para saberem exactamente do que estou a falar quando falo em tortura de animais, consultem o site www.Animal.org.pt
Talvez se faça luz nalgumas consciências!

3 de novembro de 2004

Generalizando, ou talvez não

Embora deteste generalizações,não consigo deixar de as fazer!
Uma que uso muitas vezes é que "os americanos são burros".
Eu sei que isto é muito feio de se dizer, e se procurarmos bem devemos encontrar alguns (pouquiiiiiinhos) que não o são...
A ideia que eu tenho deles (e ainda não fui desmentida, antes pelo contrário) é de que são uns tipos ignorantes, arrogantes, ignorantes,belicistas, ignorantes...
Têm a mania que o Mundo gira à volta deles e que o maior desejo de todas as pessoas no mundo é... serem americanas! (não estou a inventar, li numa entrevista a uma americana. E ela também dizia que,se não tivesse ficado famosa e começado a viajar pelo mundo, ainda manteria essa ideia!).
Hoje, graças ao resultado das eleições, fiquei a saber que aquela nação ainda pode vir a ter futuro: afinal, quase metade das pessoas não votaram no Bush!
Uffff!
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E agora vou ver o CSI porque se há coisa que eles sabem fazer muito bem é contar histórias!

2 de novembro de 2004

O lago dos Cisnes

Vanderlei e Vanessa vão ao Teatro assistir "O lago dos cisnes".
Vanessa, muito cansada após um longo dia de trabalho, dorme profundamente durante a maior parte do espectáculo.
Acorda, sem graça, e pergunta ao marido:
"Vanderlei, adormeci. Será que alguém da plateia notou?"
Responde o Vanderlei:
"Da plateia não sei, mas todos os artistas sim, pois há horas que caminham na pontinha dos pés para não te acordar..."

1 de novembro de 2004

Não tenho que vestir, snif, snif!

Nota: Este post não deve ser lido por homens... Eles não vão entender e eu dispenso comentários foleiros!

Ontem "despejei" o guarda-roupa e mais o gavetão da cómoda em cima da cama. Resultado: a cama ficou cheia de roupa, mas eu não tenho o que vestir!
A roupa é toda feia, ou velha, ou nova, mas eu deixei de gostar dela...

É isto que mais me chateia nas mudanças de estação: estava tudo tão organizadinho, "estas calças com esta camisola, ou esta, ou esta..." e, de repente, fico sem saber o que vestir e com quê.
Se visto uma camisola de gola alta sinto-me incomodada, e tenho frio no pescoço se vestir camisolas sem gola!
As calças de bombazine ainda não me convencem, mas se visto as de ganga tenho frio!
As de tecido, tipo lã e essas coisas, nem pensar! Além de feias são impossíveis de passar a ferro!
Ufff!! A vida custa!
Aceito todo o tipo de sugestões de gente com uma relação menos complicada com a roupa, pleeeeeease!!

As sete irmãs

As Sete Irmãs by Lucinda Riley My rating: 3 of 5 stars Gostei da parte do livro que conta a história da bisavó da Maia, em 1928. Já da hi...