8 de março de 2007

Dia do mulherio

Embora subscrevendo tudo o que diz a Jackie, não gosto deste dia, ou melhor, não gosto que haja "o dia de..."
Normalmente esses dias existem para lembrar as minorias e... que raio! nós até somos a maioria!

Portanto não alinho em jantares especiais só de mulheres (que às tantas antes de saírem de casa estiveram a preparar a janta do marido!).

Não sou feminista, muito menos machista.
Os homens e as mulheres não são iguais, graças a deus!!
Só os direitos devem ser iguais!
Infelizmente ainda não são, mas a solução está nas mãos das mulheres que podem aproveitar o machismo reinante que as obriga a serem elas a tomar conta dos filhos para os educar convenientemente.
E acreditem que resulta!

Mas... enquanto houver mulheres que dizem "Joaninha, faz a tua cama e a do teu irmão", não chegaremos a lado nenhum, por muitos dias de mulheres que se comemorem!!

Posto isto, só um recado final:
Festejarei o dia da mulher quando houver também o dia do homem!


imagem daqui

7 de março de 2007

Dão-se pontos!

Aos colegas candidatos a "titular-de-quê?":

A setôra tem pontos para dar a quem deles precisar para ascender ao grupo dos professores de primeira titulares.
Já começaram a esfregar os olhos e nem acreditam no que estão a ler?

Então comprovem aqui, neste excelente blog que eu hoje "achei"!
Não é o máximo?

6 de março de 2007

Vem aí a autoridade?

A Ministra da Educação resolveu agora reparar em como alguns muitos professores deste país são desrespeitados, desautorizados e até agredidos no seu local de trabalho.
Vai daí, veio para os jornais dizer que agora é que vai ser, vão ser tomadas as medidas, vai ser dado poder (?) aos professores e bla bla bla...
Só se esqueceu de um pequeno pormenor: é que ela também se fartou de deitar achas para esta fogueira ao rotular os professores de malandros, incompetentes e faltosos, entre outros mimos...

Os professores não precisam de mais autoridade, precisam simplesmente de ser mais respeitados pelos alunos, pelos pais... e pelo ministério!

5 de março de 2007

Criancinhas

A criancinha quer Playstation.
A gente dá.

A criancinha quer estrangular o gato.
A gente deixa.

A criancinha berra porque não quer comer a sopa.
A gente elimina-a da ementa e acaba tudo em festim de chocolate.

A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas.
A gente olha para o lado e ela incha.

A criancinha quer camisola adidas e ténis nike.
A gente dá porque a criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.

A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde.
A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.

A criancinha desata num berreiro no restaurante.
A gente faz de conta e o berreiro continua.
Entretanto, a criancinha cresce.
Faz-se projecto de homem ou mulher.
Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária.
E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda.
Às vezes passa de ano, outras nem por isso.
Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás.
Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto.
Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira.
A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência meramente informal.
A rebeldia é de trazer por casa.
Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca».
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo.
A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada.
Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal.
Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora.
Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce.
Cresce e cresce.
Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles.
Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha?
Pois não, bem sei.
Estou apenas a antecipar-me.
Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo.
E então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos.
Miguel Carvalho, Visão Online

3 de março de 2007

Quem quer ser professor?

Se pensam que eu às vezes exagero quando digo que lá pelo Ministério da Educação não regulam muito bem, leiam este artigo e confirmem!!
E já agora aproveitem a viagem e conheçam um novo e interessante blog!

2 de março de 2007

Roubaram a minha fada!

Hoje alguns Golfinhos que andavam na net a pesquisar sobre BD vieram a correr ter comigo com a notícia: "professora, professora, roubaram a tua fada!"
"Quê?"
"Anda cá ver"
E lá fui ver o que se passava...
O que aconteceu é que foram ter ao blog do José Abrantes onde deram com esta notícia!
Incrível!

As sete irmãs

As Sete Irmãs by Lucinda Riley My rating: 3 of 5 stars Gostei da parte do livro que conta a história da bisavó da Maia, em 1928. Já da hi...