O alentejano mais pobre da aldeia só tinha uma bicicleta, mas um dia aparece no Café Central com um descapotável.
Admirados, perguntam os conterrâneos:
- Atão compadri, onde arranjou esse carrito?
- Vossemecês nem imaginam! Na estrada vi uma moça, por acaso bem jeitosa, a chorar e perguntê:
“O que é que se passa?”
Atão ela disse-me:
“Veja lá, um carrinho tão novo e já avariado!”.
Atão, abri o motor, liguê dois fios e pronto! O carro estava arranjado.
Atão ela puxou-me pra trás de um chaparro, despiu-se toda e disse-me:
“Para pagar o trabalho que o senhor teve, faça o que quiser!”
"E ê fiz o que quis! Meti-me no carro e abalê com ele."
Em coro, respondem os outros:
"E fez vossemecê muito bem. De certeza que a roupa também nã lhe servia..."
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2 comentários:
Óptima! Esperteza de alentejano, como é costume!:)))
Um abraço.
Tá visto, pois atão???!!!...
:-)))))
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