13 de Julho de 2014

Uma fotografia por domingo (307)


Imagem de parte da ciclovia de Salreu, a Bioria.
O percurso principal tem cerca de 7 km e faz-se bem a pé ou de bicicleta.
A paisagem é lindíssima, quase sempre o percurso acompanha braços da Ria, com vegetação típica de zonas alagadas.
Aves, também dizem que há muitas, mas devem ter sabido que eu andava por lá, tiveram medo que as atropelasse e fugiram todas...
Se não fosse pelas cegonhas, tinha visto lá menos aves do que as que vejo no meu quintal!
De qualquer maneira, é um local lindo que merece uma visita.

7 de Julho de 2014

Rapidinha de segunda

Uma jovem de 18 anos foi passar o fim de semana na casa dos avós.
Quando chega a noite a moça vai para o seu quarto, despe toda a roupa e deita-se na cama.
A avó entra no quarto e pergunta assustada:
- O que é isso, minha neta?
- Isso o quê avó?
- Estás sem roupa...
- Não avó, estou a usar o pijama do amor -responde a jovem.
- Extraordinário - diz a velhinha.

Chega a noite, o velhinho entra no quarto e vê a velhinha toda nua.
- O que é isso, mulher?
- Isso o quê, meu velho?
- Estás aí, deitada... sem roupa...
Ao que ela responde:
- Não estou sem roupa, estou a usar o pijama do amor...

 E o velho:
- Pelo menos podias tê-lo passado a ferro!!!

30 de Junho de 2014

Uma fotografia por domingo

Hoje vou fazer greve à fotografia para deixar aqui os meus sentidos pêsames à Judite Sousa.
Eu sei que todos os dias morrem filhos de muitas mães, mas eu não as conheço...
A Judite Sousa entra-nos pela casa dentro, todos os dias, há muitos anos, é como se fosse uma pessoa conhecida. Por isso faz-me mais impressão.
Nunca, em nenhuma circunstância, os pais deviam sobreviver aos filhos.

É muito, muito triste.
:(

24 de Junho de 2014

As minhas dúvidas existenciais

Quantas serão as pessoas que, no fim das compras no IKEA, devolvem aquele lápis tão lindinho?
(eu não, jamé!)

23 de Junho de 2014

Hoje no programa da Júlia Pinheiro

mostraram a entrevista à fulana a quem desapareceu o filho bebé na Madeira.
Claro que o Hernâni Carvalho e o psicólogo do programa disseram logo que tinham desconfiado da rapariga pela sua postura, pela maneira como se referia ao filho e etecetera e tal.
Agora é fácil, não é?

Mas não era aí que eu queria chegar.
Se eu fosse a Júlia Pinheiro só ficava feliz se pudesse chegar ao pé da menina e pregar-lhe um valente par de estalos!

Uma fotografia por domingo (305)


Os meus agapantes (acho que se chamam assim estas flores) estão tão lindos!

PS: esclarecimento: são agapantos.

18 de Junho de 2014

Ver para crer!!

Mais uma achega à examinite aguda que grassa neste Ministério dos Exames da Educação: (roubado ao Agostinho) (...) Explica-se com dados reais: 6 alunos vão fazer exame a Português no mesmo dia e à mesma hora, embora sejam de ciclos diferentes, mas é assim que está calendarizado pelo ministério da educação. São alunos que vão à 2ª fase, ou seja, alunos que reprovaram, e agora têm outra possibilidade para passar, ou alunos que tiveram negativa à disciplina, e embora estejam aprovados, poderão melhorar a nota. Dos 3 alunos do 2.º ciclo 1 tem necessidades educativas e leitura de prova; Dos 3 alunos do 1.º ciclo 1 tem necessidades educativas e leitura de prova. Segundo a lei, cada aluno com leitura de prova, requer 1 leitor da prova, 1 sala e cada sala requer 2 vigilantes. São 2 alunos com leitura de prova, por isso, são 2 professores leitores de prova, 2 salas e 4 professores vigilantes. Para cada ciclo requer um coadjuvante, ou seja professor da disciplina, neste caso 2 coadjuvantes. Os professores vigilantes terão também 2 professores suplentes, 1 por cada ciclo. Os outros 2 grupos de alunos, 2 do 2.º ciclo e 2 do 1.º ciclo, terão cada grupo a sua sala e em cada sala 2 professores vigilantes, somando dá 4 professores vigilantes. Como um dos alunos do 2.º ciclo reprovou de ano, segundo a lei tem direito a prova oral a Português, ou seja, mais 3 professores para a prova oral. Os coadjuvantes e os suplentes dos 4 alunos, para poupar recursos e porque está dentro da lei, serão os mesmos dos alunos com necessidades. Temos finalmente, o secretariado que é constituído por 5 professores. No total temos 22 professores, sem contar com funcionários da escola para apoio e GNR para levar e trazer os exames. Apetece dizer: que grande trapalhada vai neste reino!

17 de Junho de 2014

A falta que faz

um rei!

Tivéssemos nós um rei novo e jeitoso, mais a sua rainha e as suas princesinhas, pronto para estrear, e ninguém falava de desaires no futebol...

6 de Junho de 2014

Hífens




Anda meio mundo chateado com a Olá e a Imaginarium por causa de um simples hífen (se calhar quem deu estes erros ortográficos foi algum daqueles fanáticos anti acordo. Acordo não, mas erros não faz mal)...mas adiante...

O que eu acho é que se trata de uma paixoneta aguda por hífens, esses tracinhos tão queridos...
Ai tiraram-nos os hífens de tantas palavras? Ai sim? Então vamos pô-los noutras.
Está explicado!

2 de Junho de 2014

Da honestidade

Percebo pouco de política, menos ainda de políticos, e nada de nada dos meandros da política.

Mas percebo de solidariedade e de honestidade.
Embora me pareça que, dos Antónios, o Costa é mais competente que o Seguro, acho que aquilo que ele fez (o Costa) não foi honesto.

É como haver uma pessoa que cava a terra, semeia, arranca as ervas daninhas, rega com desvelo e depois vem outro e faz a colheita...

Para mim pode ser "dono" do partido quer um, quer outro, até pode ser o Papa, que jamais voltarei a votar neles.
Mas o que o António Costa está a fazer é mesmo muito feio.

19 de Maio de 2014

Examinite aguda, parte 2

Ia escrever sobre os exames, mas o Agostinho fê-lo tão bem que resolvi fazer minhas as palavras dele.
Os sublinhados são meus: é onde me "dói" mais, embora eu concorde com tudo, tintim por tintim.

Nesta  onda de exames  nacionais, nome dado por uns entendidos e provas finais de ciclo nome também dado por outros entendidos, ainda falta falar das equivalências à frequência que são também provas de exame e feitas nesta altura, não se entende a diferença nem é para entender de todo este processo louco cheio de burocracia e procedimentos ridículos.
Quem está fora do ensino não imagina o trabalhão e o dispêndio de energia que se tem para fazer estas provas finais de ciclo para uns e exames nacionais para outros.
Tanto procedimento, tanta reunião só para fazer umas provas. Tanto papel gasto para ler e conhecer todos aqueles procedimentos. É o que se pode chamar um rotundamente RIDICULO. Só os nossos governantes é que se podem deliciar com tantos procedimentos. Não admira, têm todo o ano para criar esta burocracia e quem está nas escolas tem de entendê-los no próprio dia.
Ridículo também é a altura em que se fazem estas provas do 4.º ano e do 6.º ano, sem chegar ao final do ano letivo dão-se as provas de exame e sem se acabar o período, ou seja, em pleno funcionamento de aulas.
Ridículo é também quererem manter o normal funcionamento das aulas dos outros anos, sabendo que os professores estarão na maioria requisitados para assistirem a estes exames.
Como estamos na onda dos Mega agrupamentos, os anos de escolaridade vão desde o pré-escolar até ao secundário e um professor pode no mesmo agrupamento ter aulas no 1.º ciclo como no 2.º ou  no 3.º ciclo, e embora os exames sejam do 4.º e do 6.º ano, a forma como eles são feitos esgotam os recursos de professores de todos os níveis, porque são professores para o secretariado, professores vigilantes, professores coadjuvantes, professores leitores, professores suplentes, o que leva a que sejam recrutados quase todos os professores de um mega e depois para ainda ser mais ridículo é quererem que os outros anos funcionem, ou seja, que a escola funcione normalmente.
O procedimento é enquanto os do 4.º ano fazem exames os outros anos  continuam a ter aulas, o mesmo acontecendo quando o 6.º ano faz o exame, e ainda, para agravar a situação é que o 4.º ano faz na parte da manhã e o 6.º ano da parte de tarde do mesmo dia.
Alguém fora do ensino imagina que nesta organização e dependendo dos casos específicos, que são muitos, existem numa sala 2 professores para 1 aluno. Imagine-se a loucura de salas e professores para estar nestes exames.
Com a falta de auxiliares, os que se reformam ou aqueles que ficam de baixa, não são renovados, e também com a baixa de professores como é que se pode manter uma escola aberta em exames e com aulas normais?
Todo este processo parece-me ridículo e não acredito que os alunos que estão a fazer exame tenham as condições ideais de sossego de forma a não serem perturbados durante o mesmo.
É a loucura servida em bandeja.

18 de Maio de 2014

Uma fotografia por domingo (303)

casa do preto

Se passarem por Pitões das Júnias (é um bocado difícil "passar" por lá, é melhor irem lá propositadamente), almocem aqui, na "Casa do preto".
A comida é boa, o atendimento muito simpático e ainda podem comprar umas compotas ou uns chás para trazerem para casa. Ah, não é mesmo nada caro e não venham embora sem provar a aletria. Uma maravilha!

5 de Maio de 2014

Rapidinha de segunda

Anita, de sete anos, regressa a casa vinda da escola.
Tinha tido a primeira aula de educação sexual.

A mãe, muito interessada pergunta:
- Como é que correu?
- Quase morri de vergonha! - respondeu a pequena Anita.
- Porquê?- perguntou a mãe.

Anita respondeu:
- O Zezinho, o menino com o cabelo ruivo, disse que foi a cegonha que o trouxe.
O Marco, da livraria, disse que veio de Paris.
A Cristina, a vizinha do lado, disse que foi comprada num orfanato e o Tó disse que foi comprado no hospital. O Paulinho disse que nasceu de uma proveta. O André disse que nasceu de uma barriga de aluguer...
A mãe de Anita respondeu quase sorrindo:
- Mas isso não é motivo para te sentires envergonhada...
- Não, já sei, mas não me atrevi a dizer-lhes que como nós somos pobres, tiveste que ser tu e o pai a fazer-me...!!!