terça-feira, 24 de Novembro de 2009

Socorro!

(homens fora daqui, vocês não conseguem entender estes problemas...)

Às mulheres, vejam lá se não são solidárias comigo, neste grave problema existencial:

Ponto 1
Não tenho onde arrumar a roupa, já invadi todas as gavetas e roupeiros cá de casa, que são várias e vários.

E por outro lado,

Ponto 2
Não tenho o que vestir!

segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Uma fotografia por domingo (112)

O Outono, cá por casa.

sábado, 21 de Novembro de 2009

De que cor vê a vida?


sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Até que enfim!

Parece que é definitivo e a carreira de professores dividida em duas categorias vai mesmo acabar...

Era este o busílis da questão e não a avaliação, como todos - ministra, jornalistas mal informados, 2 ou 3 comentadores iluminados - queriam fazer crer para pôr a opinião pública contra os professores.

Nenhum professor aceitou esta divisão da carreira, nem mesmo os que se viram assim "promovidos". A ministra contava que, pelo menos estes, a apoiassem, mas não: os professores mostraram ser uma classe unida (ao contrário do que até os próprios pensavam!).

Em pleno Outono, parece que se aproxima uma nova Primavera...
Já não era sem tempo!

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

A minha rua vai ficar famosa (se calhar)

Perto de minha casa há um camião estacionado abandonado há mais de um ano.
Um vizinho a quem ele estorva especialmente (a mim só estorva a vista, a ele estorva-lhe a entrada na garagem) já fez queixa à PSP há séculos.
Os polícias vieram, não sei que lhe disseram, mas não nada se resolveu, o camião lá continua impávido e sereno...
Hoje andaram por aqui repórteres da SIC a filmar o trambolho.
Por isso, mais dia menos dia a minha rua vai aparecer na televisão!

Isto passa-se no mesmo país onde se pagam multas exorbitantes se se deixar, por exemplo, um saco de lixo - ou de papel - fora do contentor.
Mas se for um carro ou um camião, isso não tem importância nenhuma!

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

E vivam os mestrados!

Hoje, parte da minha aula da tarde foi assistida por 2 candidatas a professoras (não se chamam estagiárias, mas é como se fossem).
Pelo que me explicaram, o curso - que agora é de 4 anos (passou de 3 para 4 há uns anos) - inclui um mestrado no último ano por causa dessa-coisa-de-Bolonha.

Ou seja: apesar de se ter chegado à conclusão de que 3 anos de curso são suficientes, obrigam as pessoas a andar lá mais um ano. Para que elas não fiquem muito chateadas, concedem-lhes o grau de mestre!
(o que é uma injustiça imensa face a pessoas que têm cursos de 5 anos e são "apenas" licenciadas...)

E agora perguntam vocês: qual é o interesse das universidades em terem lá os alunos mais 1 ano?
A minha resposta/pergunta:
Será porque as propinas desse ano de "mestrado" são exorbitantes?

segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Para que serve um referendo?


Bem, na minha humilde opinião um referendo serve para que toda a população de um país se manifeste acerca do que é referendado.
Por isso, eu acho que os referendos só são úteis quando o resultado do assunto em votação atingir toda a gente: os que querem e os que não querem.
Nesse caso a opinião da maioria prevalecerá e os outros têm de se conformar (como aconteceu com a regionalização, por exemplo).

Mas, nos casos em que o "fazer" ou "não fazer" - seja uma interrupção de gravidez, seja casar com uma pessoa do mesmo sexo - depende só e unicamente do livre arbítrio de cada um, para que serve um referendo?

sábado, 14 de Novembro de 2009

Estou triste!

É que eu pensava que era essencial e, pelos vistos, não sou..
Não vai haver vacina para mim porque não faço falta nenhuma!

Já agora, quem faz mais falta: eu ou o Sócrates?
Eu ou a ministra da Saúde?
Eu ou os deputados?

Experimentem perguntar aos meus alunos que eles respondem logo que sou eu!
(ia dizer "experimentem perguntar ao meu marido", mas é melhor não arriscar!)

quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

São Martinho

Perguntava aos alunos a professora, cheia de esperança de que naquelas cabecinhas existisse uma réstea de lembrança da história ouvida já 2 vezes por uns e 3 vezes por outros:
(ah, a professora era eu...)

"E então meninos, alguém ainda se lembra quem era o S. Martinho?"

"Eu lembro" - responde prontamente a F. - "era vendedor de castanhas!"

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

A esmola

Depois de ter ganho as eleições, o primeiro ministro ia a passar numa rua de Lisboa, com a mãe.
Precisamente nessa rua, estava um cego, a pedir.
Então, a mãe do primeiro-ministro puxou de uma nota de 50 Euros, e deu ao cego.

Espantado, o primeiro-ministro, interpelou à mãe:
- Ó mãe! Então! Você foi dar 50 Euros a um cego?
Respondeu-lhe a mãe:
-Tu, está mas é calado!
Se não fossem os cegos, tu hoje não eras primeiro-ministro!