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A mostrar mensagens de Junho, 2010

Tenham muito, mas mesmo muito cuidado com os filmes 3D

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Ainda bem que essa coisa dos filmes 3D não me atrai, não acho graça nenhuma a ter de pôr uns óculos especiais para ver televisão.
De qualquer maneira, mesmo se gostasse ia deixar de ver para não correr o risco de me acontecer a mesma coisa que aconteceu a esta pobre mulher:



Um casal branco americano teve um bebé negro e a mulher diz que engravidou assistindo a um filme porno 3D.
O pai da criança, o soldado Erick Jhonson, estava há um ano servindo numa base militar no Iraque e, quando voltou para casa encontrou um bebé negro.
Sua mulher, Jennifer Stweart, de 38 anos, disse a ele que a criança foi concebida enquanto ela assistia a um filme porno em três dimensões.
"Não vejo porque desconfiar dela. Os filmes em 3 D são muito reais. Com a tecnologia de hoje tudo é possível", disse Erick, que registou a criança.
Jennifer afirmou que foi a um cinema porno com as amigas em Nova York.
Ela conta que não costuma assistir a filmes pornos e que só foi dessa vez para ver como ficavam os efeit…

Abate de escolas

Embora a ministra só tenha dado ordem para serem "abatidas" as escolas com menos de 20 alunos, há directores "mais papistas que o Papa" e que querem abater também escolas com mais de 30 por uma questão de " gerir os recursos" ou melhor, de poupar uns cobres ao Estado (não sei com que intenção, porque duvido que o Estado leve isso em consideração seja para o que for).

A minha escola (com 30 alunos matriculados) está nessa situação.
Este ano lectivo, que agora está a acabar, começou com uns dias de atraso porque a escola, depois de muitos anos em mau estado, entrou finalmente em obras!

Infelizmente, não é caso único: segundo notícia do jornal i de hoje, gastaram-se 3 milhões de euros em obras em escolas que estão para fechar (e só contabilizaram 19, mas são muitas mais).

Isto não é imoral?

Uma fotografia por domingo (141)

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Mais uma das minhas adivinhas...
Só que, desta vez, já eu nem me lembro bem do que isto é.
Alguém sabe?

Música ao sábado (1)

Finalmente, pazes feitas com Pedro Abrunhosa.
Esta é a primeira música dele de que realmente gostei!

A tragédia, o drama e o horror

como diria aquele senhor que não tem aparecido na televisão, graças a Deus.

Pois a tragédia abateu-se por aqui quando a minha televisão da cozinha/copa faleceu repentinamente. Apagou-se, literalmente.
Nos cuidados intensivos, para onde foi logo levada, dizem-me que só daqui a uma semana saberão o que se passou com ela e se tem cura (parece que há um pico de tragédias a ceifar os electrodomésticos!).

Agora digam-me:
Como vou viver estes dias sem a minha televisão?
Só tenho mais uma, que está na sala, lugar pouco acessível quando estou a cozinhar ou a tomar o pequeno-almoço.
E, como se não bastasse, ainda avaria em pleno mundial!
Imaginem: duas pessoas em casa (e uma delas é um homem), uma televisão, 459 993 jogos de futebol por dia e ainda uns 1 222 295 238 348 programas sobre futebol!

Não sei se vou sobreviver!

Macário Correia, aquele senhor dos cigarros e dos cinzeiros,

andou mal, mesmo muito mal.
O que ele fez (vir para os jornais chamar malandros aos funcionários da Câmara Municipal de Faro da qual é presidente) só atesta a sua incompetência.

A ser verdade que há funcionários que passam as horas - que deviam ser de trabalho - nos cafés, devia tomar medidas para que isso não acontecesse. Essa é a sua função como presidente.
Isso não se resolve vindo relatar o caso para os jornais, enxovalhando assim uma classe inteira.

Mas, quem cospe para o ar...

Só não acerto no euromilhões! (será por não jogar?)

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O que aconteceu ontem aqui nas traseiras da minha casa e nas dos meus vizinhos há muito que tinha sido adivinhado por mim.
Só demorou a acontecer, mas pronto, já aconteceu...

Tratou-se de um incêndio, de proporções jeitosas, e que ainda deu algum trabalho aos Bombeiros Velhos de Aveiro.

E, perguntam vocês, por que estava este incêndio "anunciado" como no caso da morte anunciada de Santiago Nasar?
É que alguns iluminados da Refer (presumo eu que sejam esses, mas podem ser outros igualmente iluminados) têm a mania de cortar as canas que ladeiam o caminho-de-ferro. Não sei que estorvo as canas fazem, quanto a mim até fazem imenso jeito porque servem de barreira visual e acústica (principalmente acústica) para quem tem casas perto da linha. (sim, eu moro "na linha"!)

Eles fazem assim: cortam as canas, e depois deixam-nas ficar ao longo da linha, onde secam num instante já que eles costumam cortá-las no Verão.
Qualquer fagulhazinha provocada pelo comboio ou por qualquer outra…

Uma fotografia por domingo (140)

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Ainda não chegaram, mas já começa a cheirar a férias.
Serve esta foto para dar as boas vindas ao Verão!

Quase actualizada...

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Estou quase a conseguir abrir todos os meus mails: já cheguei aos de Janeiro... de 2008!

Incentivo à malandragem

Caso A:

Ele é operário numa fábrica, ela auxiliar numa escola.
Depois dos empregos e aos fins de semana, ainda se dedicam a cultivar umas terras donde tiram mais do que aquilo que necessitam por isso também têm animais: galinhas, coelhos, porcos, ovelhas.
Têm 1 carro que normalmente é ele que usa durante a semana. Ela vai de bicicleta para o trabalho.
Como não têm tempo para andar por aí a gastar o que ganham, têm casa própria e mais de 100 mil euros no banco.

Caso B:

São os dois operários fabris, mas os rendimentos são idênticos aos do casal A.
Têm 1 carro, que já trocaram milhentas vezes por outros mais vistosos. Também houve uma altura em que ele cismou que o que estava a dar era ter uma moto e comprou uma.
Teve-a até ao dia em que a espatifou num acidente.
Depois do trabalho, ou ele sozinho, ou ambos, vão para o café.
Embora anexo à casa haja terrenos, estes estão a monte.
Pagam uma renda simbólica, por isso o senhoria já lhes quis vender a casa inúmeras vezes. Nunca quiseram.

Não têm 100 mil…

E agora?

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Que faz quem não aprecia futebol?
Emigra?

Parque de Municipal de Aveiro

Para o pessoal das excursões, é sala de jantar, e há lá sempre autocarros parados e muitas pessoas a piquenicar.
Que imagem levam de Aveiro, depois de passearem num local tão badalhoco e mal cheiroso?
Com água imprópria para consumo, muros derrubados e pontes em ruínas...

Estive lá no Dia Mundial da Criança com os alunos da minha escola e fiquei desolada.
Um local que tem tudo para ser lindo e prazeiroso e votado ao abandono.

E que dizer daquela "casa de chá" que daria um café maravilhoso, também quase em ruínas?

Uma tristeza!

Cavaco, amigo, eu estou contigo!

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Cavaco Silva fez um apelo para que o pessoal faça férias em Portugal, e eu não podia estar mais de acordo.
Agora, para conseguir o meu voto, só falta convencer o primeiro-ministro a dar "ponte" a toda a gente no próximo fim-de-semana.


Ao contrário do que alguns apregoam (jornalistas à cabeça, para quem "ponte" é sinónimo de desgraças e país na bancarrota), as pontes fazem muito pela economia nacional. Muito mais até que apelos presidenciais.

Residenciais, albergarias e hotéis com muitos quartos alugados, restaurantes com muitas mesas ocupadas, graças ao pessoal das pontes. Não são os velhotes das excursões do Inatel, que esses têm todo o tempo do mundo, nem são os ricos, que esses não frequentam residenciais de 35 € nem restaurantezinhos de praia.
Somos nós, a em-vias-de-extinção-classe-média.

Uma fotografia por domingo (139)

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Três dias por estas bandas, a ver o mar e a comer peixe (e sobremesas, claro!), que bem que me souberam!

Afinal Mário Lino não estava assim tão errado

ao chamar deserto ao Sul de Portugal.
Só pecou por defeito: o deserto, para além do Sul, chega também ao Norte e ao Centro.
E vai continuar a crescer, com a ajuda do governo e da ministra da educação.
A única parte do país que escapa ao deserto é uma estreita (mesmo muito, muito estreita) faixa de litoral.


As escolas, mesmo que ainda tenham 20 alunos, irão fechar.
Não poderia haver maior ajuda à desertificação: qual é o casal jovem que quererá ir viver para uma terra onde não há escola? Onde teriam de arrancar da cama, de madrugada, crianças com 5 e 6 anos, depois metê-las num transporte, e só as voltariam a ver já de noite...

As prés e as escolas do 1.º ciclo não precisam de ser centros altamente tecnológicos, ao contrário do que pensam os iluminados deste governo. Este tipo de escolas têm é de estar perto da população, as crianças precisam de estar na sua aldeia e não desenraizadas num qualquer centro escolar!

Claro que a história das "melhores condições" é só para inglês ver, o …