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A mostrar mensagens de Maio, 2014

Examinite aguda, parte 2

Ia escrever sobre os exames, mas o Agostinho fê-lo tão bem que resolvi fazer minhas as palavras dele.
Os sublinhados são meus: é onde me "dói" mais, embora eu concorde com tudo, tintim por tintim.

Nesta  onda de exames  nacionais, nome dado por uns entendidos e provas finais de ciclo nome também dado por outros entendidos, ainda falta falar das equivalências à frequência que são também provas de exame e feitas nesta altura, não se entende a diferença nem é para entender de todo este processo louco cheio de burocracia e procedimentos ridículos. Quem está fora do ensino não imagina o trabalhão e o dispêndio de energia que se tem para fazer estas provas finais de ciclo para uns e exames nacionais para outros. Tanto procedimento, tanta reunião só para fazer umas provas. Tanto papel gasto para ler e conhecer todos aqueles procedimentos. É o que se pode chamar um rotundamente RIDICULO. Só os nossos governantes é que se podem deliciar com tantos procedimentos. Não admira, têm todo o …

Uma fotografia por domingo (303)

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Se passarem por Pitões das Júnias (é um bocado difícil "passar" por lá, é melhor irem lá propositadamente), almocem aqui, na "Casa do preto".
A comida é boa, o atendimento muito simpático e ainda podem comprar umas compotas ou uns chás para trazerem para casa. Ah, não é mesmo nada caro e não venham embora sem provar a aletria. Uma maravilha!

Rapidinha de segunda

Anita, de sete anos, regressa a casa vinda da escola.
Tinha tido a primeira aula de educação sexual.

A mãe, muito interessada pergunta:
- Como é que correu?
- Quase morri de vergonha! - respondeu a pequena Anita.
- Porquê?- perguntou a mãe.

Anita respondeu:
- O Zezinho, o menino com o cabelo ruivo, disse que foi a cegonha que o trouxe.
O Marco, da livraria, disse que veio de Paris.
A Cristina, a vizinha do lado, disse que foi comprada num orfanato e o Tó disse que foi comprado no hospital. O Paulinho disse que nasceu de uma proveta. O André disse que nasceu de uma barriga de aluguer...
A mãe de Anita respondeu quase sorrindo:
- Mas isso não é motivo para te sentires envergonhada...
- Não, já sei, mas não me atrevi a dizer-lhes que como nós somos pobres, tiveste que ser tu e o pai a fazer-me...!!!

Uma fotografia por domingo (302)

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Antigamente usavam-se na "prateleira" do vidro traseiro dos carros.
Acho que a maioria eram cachorros, e abanavam a cabeça para cima e para baixo.
Eu optei por uma gata, que mexe bem mais do que só a cabeça...
(mexe por exemplo as unhas... as minhas mãos podem confirmar)