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A mostrar mensagens de Novembro, 2012

Uma fotografia por domingo (218)

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Lindo!

Rapidinha de segunda

Um homem tinha quatro filhos.
 O Governo anunciou que as famílias que tivessem cinco filhos teriam 1500 € por mês, de ajuda para sustentar a família.

O homem disse à sua esposa imediatamente
 "Filha, eu devo admitir, ... Eu tenho um outro filho com a minha amante e eu vou trazê-lo". 
Ela olhou para ele chocada, mas ele não podia esperar e saiu correndo para ir buscar o filho.

Quando ele voltou, ficou surpreso ao ver apenas dois de seus filhos e perguntou à sua esposa: " Filha, onde estão os outros dois filhos?"
Ela respondeu: "Tu não foste a única pessoa que ouviu o anúncio...... O pai deles veio buscá-los."

Uma fotografia por domingo (217)

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No outono também há flores bonitas...

Declaração de amor...

A escritora Teolinda Gersão ajudou o neto a fazer uma redação...
E o resultado é espetacular! É um bocadinho longo, mas muito agradável de ler.

Redacção – Declaração de Amor à Língua Portuguesa

Vou chumbar a Língua Portuguesa, quase toda a turma vai chumbar, mas a
gente está tão farta que já nem se importa. As aulas de português são um massacre. 
A professora? 
Coitada, até é simpática, o que a mandam ensinar é que não se aguenta. Por exemplo, isto:  No ano passado, quando se dizia “ele está em casa”, ”em casa” era o complemento circunstancial de lugar. Agora é o predicativo do sujeito. “O Quim está na retrete”: “na retrete” é o predicativo do sujeito, tal e qual como se disséssemos “ela é bonita”. Bonita é uma característica dela, mas “na retrete” é característica dele? 
Meu Deus, a setôra também acha que não, mas passou a predicativo do sujeito, e agora o Quim que se dane, com a retrete colada ao rabo.

No ano passado havia complementos circunstanciais de tempo, modo,
lugar etc., conforme s…

Ansiosa

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por uma resposta que só terei mais logo (ou talvez não):

será que o Nicholas Brody vai mesmo começar a colaborar com a CIA, ou é tudo fingimento e ele continua fiel ao terrorista Abu Nazir?

Estou em pulgas!


Uma fotografia por domingo (216)

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Nesta fotografia, não vão procurar o Wally, mas vão procurar a Nikita...
Onde se meteu a bichana?

Por que odeio* os alemães

(* eu não odeio ninguém, é uma força de expressão),

mas não gostei dos alemães que "conheci".

Nas primeiras vezes que passei férias no Algarve, os meus filhos teriam 10, 11 anos (sim, já houve tempo em que as férias eram passadas em casa, apenas com umas viagenzitas até à praia mais próxima, e isso não era um drama - como agora - digno de aparecer em telejornais!), já se sabia: quando chegavam os alemães ao aldeamento onde costumávamos ficar, acabava-se o sossego na piscina. Os rapazes atiravam-se violenta e estrondosamente para a piscina, assustando crianças e chateando adultos, não respeitando nada nem ninguém.Achavam-se donos do pedaço e faziam o que lhes apetecia. Os papás - também alemães, presumo - nem queriam saber.

De outra vez, foi nuns dias passados numa quinta de turismo de habitação, cujo proprietário era alemão. Se até aí estávamos habituados a ser muito bem recebidos em todo o lado (e todos os que viajam com crianças sabem como elas podem ser excelentes "d…

Adoro

tardes e anoiteceres (?) de chuva, de muita chuva! Gosto mesmo!
(Isto se já estiver em casa e não precisar mais de sair. E uma gata enroscada ao pé de mim, e a lareira acesa, e um bom livro ou um CSI que ainda não tenha visto. Há coisa melhor?)

Já agora, e por falar em chuva:
alguém sabe quem foram os idiotas-cabeças-iluminadas dos arquitetos que inventaram as escolas EB 2,3?
Gostava de os convidar a visitar uma, num dia de muita chuva, e com a tralha que eu levo. Não é que esses anormais fizeram uma escola que não tem telheiro de nenhuma espécie, nem sequer na porta de entrada?
Conclusão: para conseguir abrir a porta, primeiro tenho de fechar o guarda-chuva. Entretanto, fico toda molhada! Rais-os-parta!

Rapidinha de segunda

NUMA AULA DE HISTÓRIA DE PORTUGAL

Pergunta a Professora:
- Carlinhos, sabe a quem é que se deve o pinhal de Leiria?
- Fónix!!! Oh s'tora, então essa merda também não está paga?!

Ferreira de Castro

Foi só graças ao grupo de vendas e trocas do facebook que consegui adquirir "A selva" e "Os emigrantes" de Ferreira de Castro.
Os livros deste autor, assim como de muitos outros, estão esgotadíssimos nas livrarias, e não há maneira de serem reeditados.
Deve ser para ficar espaço nas prateleiras das livrarias para biografias de jogadores de futebol e quejandos...

Para quem pensa que Ferreira de Castro foi um "escritor menor" e que por isso não merece ser reeditado, ficam estas informações:

«Emigrante, homem do jornalismo, mas sobretudo ficcionista, é hoje em dia, ainda, um dos autores com maior obra traduzida em todo o mundo, podendo-se incluir a sua obra na categoria de literatura universal moderna, precursora do neo-realismo, de escrita caracteristicamente identificada com a intervenção social e ideológica."
"A selva" é o livro mais traduzido de toda a obra portuguesa.»