8 de maio de 2017

Rapidinha de segunda

Diz a professora para os alunos:
"Amanhã, tragam todos um animal de estimação."
No outro dia, diz a professora para a menina Raquel:
"Então menina Raquel, diga-me lá o que é que trouxe..."
"Eu trouxe uma cadelinha, senhora professora."
"E como é que sabe que é uma cadelinha e não um cãozinho?"
"Porque é uma menina tal como eu."
"E o Pedrinho o que trouxe?"
"Eu trouxe uma pombinha, senhora professora."
"E como é que sabe que é uma pomba e não um pombo?"
"Porque ela põe ovos."
"Muito bem! E o menino Joãozinho, vá, diga-me lá o que é que trouxe?"
"Eu trouxe um sardinho, senhora professora.
"Um sardinho?"
"Sim, senhora professora. É um sardinho porque na lata dizia «sardinha com tomates»!!"

3 de maio de 2017

Provas de aferição



Desde que me lembro (e já lá vão muitos anos), todos os governos não querem ir embora sem deixar "uma marca" na educação.
Infelizmente os partidos não se entendem neste assunto e por isso andamos, desde o 25 de abril, a servir de cobaias.
Hoje foi dia de mais uma "cobaiada" com as provas de aferição do 2.º ano.
Como se já não bastasse terem inventado provas de português e matemática, este ano decidiram alargá-las à área das expressões, com a desculpa idiota de que estas áreas estavam a ser esquecidas nas escolas.
Se estão, não é um exame que as fará lembrar! Para isso seria mais útil, isso sim, aumentar a carga horária dessas disciplinas que, neste momento é de 3 horas semanais (3 horas a distribuir por expressão plástica, expressão dramática, expressão musical e expressão físico-motora).

Por isso hoje, nas escolas, estiveram miúdos de 7 anos a fazer provas todo o dia! Os respetivos professores nem tiveram direito à sua hora de almoço pois tinham de acompanhar os seus alunos numa escola que eles mal conhecem.

Resta-me esperar que esta ideia peregrina não tenha pernas para andar, porque é completamente inútil e uma perda de tempo.

Ainda mais uma achega, por Santana Castilho:

«Provas para crianças do 4º ano, de 9 anos, que só existiam em dois países da Europa, foram condenadas no tempo de Nuno Crato e eu pertenci ao grupo. Mas provas para crianças do 2º ano, de 7 anos, inexistentes em toda a Europa, ainda por cima com uma exposição pessoal que pode ser vexatória, parecem pacíficas em maré da Geringonça. Mas eu não estou no grupo.»