31 de agosto de 2011

S. Pedro,

muito simpático, está ao lado dos que terminam as férias hoje.
Quem quer férias com este tempo?

(quero eu, quero eu...)

29 de agosto de 2011

Rapidinha de segunda (xxvii)

(Machista até mais não, mas muito bem apanhada!)

Vaca

Um casal foi a uma exposição agrícola. O locutor apresentava os touros conforme entravam na exposição:

- Este touro magnífico, cobriu 60 vezes no ano passado!

A mulher aproveitou e diz logo para o marido:
- Viste? 60 num ano, isso é o mesmo que 5 por mês..!

Mais adiante, o locutor apresentou outro touro:
- Este já cobriu 120 no ano passado..!

A mulher, de novo, picou o marido:
- Olha só, foram umas 10 por mês..!

Mais adiante o locutor mostra outro touro:
- Este aqui então, teve 365 coberturas no ano passado!

A mulher, deu um safanão no marido e disse:

- Tás a ver, uma por dia..!

E o marido, já farto e sem aguentar mais, virou-se para ela e gritou-lhe:
- Pergunta se foram todas com a mesma vaca..!?

Uma fotografia por domingo (186)


Este é o Ben, aquele que é Big e dá sempre as horas certas.

26 de agosto de 2011

Se uma imagem vale por mil palavras, façam as contas!

Primeiro foi assim:
 

Depois o transporte melhorou:


A paisagem, nas ruas, era sempre linda...


O Nelson lá em cima (não deve ter vertigens).


No mercado, em Nothing Hill.
(e não, não vi por lá o Hugh Grant)


Os jardins. Tão lindos os jardins!


E tão bem frequentados!


Os típicos autocarros:


O render da guarda:


Mais um mercado de rua, este em Covent Garden.


Um pub (há milhentos).


E quase outros tantos museus.


E teatros...


E mais tudo o que ficou por ver...
Mas valeu a pena. Londres é mesmo uma cidade linda!

17 de agosto de 2011

Férias - parte II

Vou ali mais um bocadinho de férias-fora-da-toca e já volto.
Depois conto tudinho (ou quase!)

15 de agosto de 2011

Rapidinha de segunda (xxvi)

A chuva

Um gajo está na cama com a amante quando ouve os passos do marido.
A mulher manda-o pegar as roupas e sair pela janela.
Ele resmunga porque está a chover muito, mas não tendo outra solução, salta e cai no meio da rua, onde está a decorrer uma maratona.

Ele aproveita e corre junto com os outros, que o olham de um jeito esquisito:
Afinal, ele está nu!

Um corredor pergunta:
- Você sempre corre assim nu?
- Sim! - responde o homem - É tão bom ter esta sensação de liberdade...

Outro corredor pergunta :
-Mas você sempre corre assim nu com as roupas nas mãos?
O gajo não se dá por vencido:
- Eu gosto assim. Posso vestir-me no fim da corrida e ir para o carro para ir para casa...

Um terceiro corredor insiste:
- Mas você sempre corre assim nu com as roupas nas mãos e com um preservativo na pila?

O gajo responde:
- Só quando está a chover!

14 de agosto de 2011

Uma fotografia por domingo (185)


Arraiolos

Continuando na onda de férias, antes de almoçarem no "A moagem", podem dar uma subidinha até ao castelo de Arraiolos.
Não façam como eu, que fui lá no fim do almoço, por volta das 3 da tarde... (Julho, Alentejo, subir a um castelo às 3 da tarde, garanto que não é boa ideia. Seria por isso que éramos os únicos seres na rua? É que nem cães por lá andavam!)

10 de agosto de 2011

Criminosos à solta,


num país de "primeiro mundo", com uma resposta tão pouco pronta da parte das autoridades, dá que pensar.
Jovens Criminosos, com cerca de 14 anos, a reclamar dos impostos e do desemprego, é muito estranho!
E mais estranho ainda é que não roubam comida, mas sim telemóveis, computadores, televisões...

Se eu mandasse (adoro esta expressão), os que destruíram iam agora reconstruir. Se tentassem fugir, podiam sempre prendê-los com aquelas correntes giras com uma bola de ferro na ponta, e só eram libertados quando toda a gente reavesse o que perdeu.
Talvez se, por uma vez na vida tivessem de trabalhar, começassem a respeitar mais os bens alheios.
Que nojo de gente!

8 de agosto de 2011

Uma fotografia por domingo (184)



Em época de férias e de passeios por aí, esta foto é também a sugestão de um bom local para almoçar ou jantar.
Chama-se "A moagem" e come-se (muito) bem, comidas tipicamente alentejanas.
O queijinho de ovelha da entrada é de cair para a banda...
Ah, fica em Arraiolos.

4 de agosto de 2011

PEDIDO DE EMPRÉSTIMO BANCÁRIO

(este texto, que circula pela net, embora seja um pouco longo, garante que vale mesmo a pena ser lido!)

Um advogado de nome Barack Hussein Obama II, na época, 1995, líder comunitário, membro fundador da mesa diretora da organização sem fins lucrativos Public Allies, membro da mesa diretora da fundação filantrópica Woods Fund of Chicago, advogado na defesa de direitos civis e professor de direito constitucional na escola de direito da Universidade de Chicago, Estado de Illinois (e atual presidente dos Estados Unidos da América) numa certa ocasião pediu um empréstimo em nome de um cliente que perdera sua casa num furacão e queria reconstruí-la.

Foi-lhe comunicado que o empréstimo seria concedido logo que ele pudesse apresentar o título de propriedade original da parcela da propriedade que estava a ser oferecida como garantia.
O advogado Obama levou três meses para seguir a pista do título de propriedade datado de 1803.
Depois de enviar as informações para o Banco, recebeu a seguinte resposta:

"Após a análise do seu pedido de empréstimo, notamos que foi apresentada uma certidão do registo predial. Cumpre-nos elogiar a forma minuciosa do pedido, mas é preciso salientar que o senhor tem apenas o título de propriedade desde 1803.
Para que a solicitação seja aprovada, será necessário apresentá-lo com o registo anterior a essa data."

Irritado, o advogado Obama respondeu da seguinte forma:

"Recebemos a vossa carta respeitante ao processo n.º 189156. Verificamos que os senhores desejam que seja apresentado o título de propriedade para além dos 194 anos abrangidos pelo presente registo.
De facto, desconhecíamos que qualquer pessoa que fez a escolaridade neste país, particularmente aqueles que trabalham na área da propriedade, não soubesse que a Luisiana foi comprada, pelos EUA à França, em 1803.
Para esclarecimento dos desinformados burocratas desse Banco, informamos que o título da terra da Luisiana, antes dos EUA terem a sua propriedade, foi obtido a partir da França, que a tinha adquirido por direito de conquista da Espanha.
A terra entrou na posse da Espanha por direito de descoberta feita no ano 1492 por um navegador e explorador dos mares chamado Cristóvão Colombo, casado com dona Filipa, filha de um navegador de nome Perestrelo.
Este Colombo era pessoa respeitada por reis e papas e até ouso aconselhar-vos a ler sua biografia para avaliar a seriedade de seus feitos e intenções. Esse homem parece ter nascido em 1451 em Génova, uma cidade que naquela época era governada por mercadores e banqueiros, conquistada por Napoleão Bonaparte em 1797 e atualmente parte da Região da Ligúria da República Italiana.
A ele, Colombo, havia sido concedido o privilégio de procurar uma nova rota para a Índia pela rainha Isabel de Espanha.

A boa rainha Isabel, sendo uma mulher piedosa e quase tão cautelosa com os títulos de propriedade como o vosso Banco, tomou a precaução de garantir a benção do Papa, ao mesmo tempo que vendia as suas jóias para financiar a expedição de Colombo.
Presentemente, o Papa – isso, temos a certeza de que os senhores sabem - é o emissário de Jesus Cristo, o Filho de Deus, e Deus - é comumente aceite -criou este mundo a partir do nada com as palavras Divinas: Fiat lux que significa "Faça-se a luz", em língua latina.
Portanto, creio que é seguro presumir que Deus também foi possuidor da região chamada Luisiana por que antes, nada havia.
Deus, portanto, seria o primitivo proprietário e as suas origens remontam a antes do início dos tempos, tanto quanto sabemos e o Banco também."
"Esperamos que, para vossa inteira satisfação, os senhores consigam encontrar o pedido de crédito original feito por Deus.
"Senhores, se perdurar alguma dúvida quanto à origem e feitos do descobridor destas terras, posso adiantar-lhes que desta dúvida, certeza mesmo, só Deus a terá por que inúmeros historiadores e investigadores, concluíram baseados em documentos, que Cristóvão Colombo nasceu em Cuba (Portugal) e não em Génova (Itália), como está oficializado:
"Segundo eles, em primeiro lugar, Christovam Colon, foi o nome que Salvador Gonçalves Zarco, escolheu para persuadir os Reis Católicos de Espanha, a financiar-lhe a viagem à Rota das Índias, pelo Ocidente, escondendo assim a sua verdadeira identidade.
"Segundo, este pseudônimo não aparece por acaso, porque Cristóvão está associado a São Cristóvão, que é o protetor dos viajantes (existe inclusive uma ilha batizada de São Cristóvão).
"Cristóvão, que também deriva de Cristo, que propaga a fé por onde anda. Acresce que Cristo, está associado a Salvador (1.º nome verdadeiro do ilustre navegador). Colon, porque é a abreviatura de colono e derivado do símbolo das suas assinaturas". (Duas aspas, com dois pontos no meio).
"Terceiro, Salvador Gonçalves Zarco, está devidamente comprovado, nasceu em Cuba (Portugal) e é filho ilegítimo do Duque de Beja e de Isabel Gonçalves Zarco.
"Quarto, era prática usual na época, os navegadores darem às primeiras terras descobertas, nomes religiosos. No caso dele, foi São Salvador (Bahamas), por coincidência ou talvez não, deriva do seu primeiro nome verdadeiro, a segunda batizou de Cuba (terra natal) e, seguidamente Hispaniola (Haiti e República Dominicana), porque estava ao serviço da Coroa Espanhola.
"Quinto, a "paixão" pelos mares, estava no sangue da família Zarco,nomeadamente em João Gonçalves Zarco, descobridor de Porto Santo (1418), com Tristão Vaz Teixeira e da Ilha da Madeira (1419), com o sogro de "Christovam Colon", Bartolomeu Perestrelo.
"Por fim, em sexto, existem ilhas nas Caraíbas, com referência a Cuba (além da mencionada Cuba; São Vicente, na época existia a Capela de São Vicente, da então aldeia de Cuba).
"Posteriormente (Sec. XVI), foi edificada a atual Igreja Matriz de São Vicente.
São coincidências (pseudónimo, nome das ilhas, família nobre e ligada ao mar, habitou e casou em Porto Santo, ilha que fica na Rota das Índias pelo Ocidente), mais do que suficientes, para estarmos em presença de Salvador Gonçalves Zarco e, consequentemente do português Christovam Colon.
"Christovam Colon, morreu em Valladolid (Espanha) em 1506, tendo os seus ossos sido transladados para Sevilha em 1509. Contudo, em 1544, foram para a Catedral de São Domingos, na época colónia espanhola, satisfazendo a pretensão testamental do prestigiado navegador.
"A odisseia das ossadas não ficaria por aqui, porque em 1795, os espanhóis tiveram de deixar São Domingos, tendo os ossos sido transferidos para Cuba (Havana), para em 1898, depois da independência daquela ilha, sido depositados na Catedral de Sevilha.
"Coincidência ou não, em 1877, os dominicanos, ao reconstruírem a Catedral de São Domingos, encontraram um pequeno túmulo, com ossos e intitulado “Almirante Christovam Colon".
"Existem na Ilha da Madeira e nos Açores, pessoas da família Zarco, descendentes diretos de João Gonçalves Zarco e, consequentemente da mãe (Isabel Gonçalves Zarco) de Christovam Colon, disponíveis para darem uma amostra do seu cabelo aos cientistas, para analisar o seu ADN e, para comparar os seus resultados nas ossadas do navegador, se, efetivamente forem as pretensões deste Banco para certificar-se da sua origem.

"Quanto a Deus, ainda não tenho sua biografia, somente sei que caso a conseguisse, até o maior e mais potente computador do planeta não seria suficiente para comportar um resumo do resumo da mesma, por isso sugiro-vos educadamente e após muito pensar, que, por serem banqueiros e, portanto poderosos, tentem por vossos meios.

Agora, que está tudo esclarecido, será que podemos ter o nosso empréstimo?"

Barack Hussein Obama II
Advogado


O empréstimo, claro, foi concedido.

1 de agosto de 2011

Rapidinha de segunda (xxv)

Porque é que a Eva comeu a maçã?

No início, Eva não queria comer a maçã.
- Come - disse a serpente - e serás como os anjos!
- Não - respondeu Eva.
- Terás o conhecimento do Bem e do Mal - insistiu a víbora.
- Não!
- Serás imortal.
- Não!
- Serás como Deus!
- Não, e não!
A serpente já estava desesperada e não sabia o que fazer para que a Eva
comesse a maçã. Até que teve uma ideia.
Ofereceu-lhe novamente a fruta e disse:
- Come... que emagrece...