Iuuupi, finalmente, o fim

dos exames do 4.º ano.
Só quem nem imagina o que se passa dentro de uma sala de aula pode achar alguma utilidade nesta Crato-invenção (não foi só invenção dele, mas ele "melhorou-a" substancialmente...)

A lei aprovada hoje vai, para começar, poupar imenso dinheiro ao país.
Seria interessante que alguém fizesse as contas ao que se gasta gastava com os exames: toneladas de papel, GNR a distribuir os exames, autocarros a transportar as crianças, professores corretores (não os que corrigem os exames, que esses trabalham de graça, mas os que vão às reuniões a Lisboa e que depois passam a palavra aos outros em intermináveis reuniões).

Para crianças e professores é um sossego, já que o programa pode ser dado com mais calma (em vez de ter de estar toda a matéria dada no início de maio) e acabam-se os imensos dias de aulas que são apenas "treinos de português e matemática para exame" em vez de aulas normais, com todas as disciplinas.
Os exames não acrescentam nada de nada, a não ser uma carga de trabalhos e de stress.
Haverá algum professor incapaz de avaliar os seus alunos depois de 4 anos de trabalho com eles? Esse conhecimento pode ser substituído por uma prova de 90 minutos?

Hoje demos todos um imenso suspiro de alívio...

Comentários

Pedro Diniz disse…
Concordo plenamente, os exames do 4º anos não serviam a ninguém....
Aflores _ disse…
Eu tenho o meu exame da terceira e quarta classe. Depois fiz exame à escola técnica. Também és desse tempo? Calma que não estou a chamar ninguém de velho :))))))
Mas eram outros tempos... concordo plenamente contigo.

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