27 de novembro de 2015

Iuuupi, finalmente, o fim

dos exames do 4.º ano.
Só quem nem imagina o que se passa dentro de uma sala de aula pode achar alguma utilidade nesta Crato-invenção (não foi só invenção dele, mas ele "melhorou-a" substancialmente...)

A lei aprovada hoje vai, para começar, poupar imenso dinheiro ao país.
Seria interessante que alguém fizesse as contas ao que se gasta gastava com os exames: toneladas de papel, GNR a distribuir os exames, autocarros a transportar as crianças, professores corretores (não os que corrigem os exames, que esses trabalham de graça, mas os que vão às reuniões a Lisboa e que depois passam a palavra aos outros em intermináveis reuniões).

Para crianças e professores é um sossego, já que o programa pode ser dado com mais calma (em vez de ter de estar toda a matéria dada no início de maio) e acabam-se os imensos dias de aulas que são apenas "treinos de português e matemática para exame" em vez de aulas normais, com todas as disciplinas.
Os exames não acrescentam nada de nada, a não ser uma carga de trabalhos e de stress.
Haverá algum professor incapaz de avaliar os seus alunos depois de 4 anos de trabalho com eles? Esse conhecimento pode ser substituído por uma prova de 90 minutos?

Hoje demos todos um imenso suspiro de alívio...

2 comentários:

Pedro Diniz disse...

Concordo plenamente, os exames do 4º anos não serviam a ninguém....

Aflores _ disse...

Eu tenho o meu exame da terceira e quarta classe. Depois fiz exame à escola técnica. Também és desse tempo? Calma que não estou a chamar ninguém de velho :))))))
Mas eram outros tempos... concordo plenamente contigo.