2 de junho de 2014

Da honestidade

Percebo pouco de política, menos ainda de políticos, e nada de nada dos meandros da política.

Mas percebo de solidariedade e de honestidade.
Embora me pareça que, dos Antónios, o Costa é mais competente que o Seguro, acho que aquilo que ele fez (o Costa) não foi honesto.

É como haver uma pessoa que cava a terra, semeia, arranca as ervas daninhas, rega com desvelo e depois vem outro e faz a colheita...

Para mim pode ser "dono" do partido quer um, quer outro, até pode ser o Papa, que jamais voltarei a votar neles.
Mas o que o António Costa está a fazer é mesmo muito feio.

6 comentários:

aflores disse...

Mas... desculpa lá a pergunta, o que é que ele fez? :o)

É que não tenho mesmo dado grande atenção aos 'Antónios' e similares.

Tudo de bom.

;)

Angel disse...

Concordo plenamente ctg, saltapocinhas! Tudo isto parece brincadeira de garotos, enfim... É vergonhoso este tipo de atitudes em pessoas q deviam dar o exemplo!

José António disse...

Em política conta mais a forma como se faz do que aquilo que se faz. Costa e os seus apoiantes leram das eleições que com Seguro não haverá Governo PS. Isto é: poderá haver eleições e não sair daí um Governo que agrade ao Partido. Esta é leitura política e é por isso que Costa avança. Se o outro cavou e plantou pouco interessa, o que interesa é que a 1.ª colheita foi muito fraquinha. E, portanto, choveu.

José António disse...

Para mim pouco interessa se é Manel, Paulo ou António. Parece-me importante para o futuro e para o progresso deste País que pessoas como o Seguro deixem de ser candidatos a cargos de relevo. O País precisa de gente séria e competente, não precisa de mais manigâncias tipo Sócrates. Assinar o tratado orçamental e andar com conversas de empobrecimento e de olhos nos olhos que eu dou mais é mau demais. É preciso alguém que pense a Europa e que defenda ideias e as explicite de modo a reconquistar a confiança das pessoas. UM banco central existe para defender a moeda, qualquer banco central em qualquer parte do mundo... querer estar no euro e depois não aceitar limites ao endividamento só cabe em cabecitas como aquelas que já referi.

saltapocinhas disse...

Zé António:

de acordo.

mas um partido que não sabe sequer escolher os seus dirigentes não merece o voto de ninguém...

(ou faz uma má escolha propositada para atravessar o deserto e dar o oásis a outro)

Eu é que não voto mais nesta gente nem que haja outro dilúvio. ​

Flores:
não faz mal. não perdeste nada! ;)

cereja disse...

Hmmmmm....
Alguma vez havia de ser, eu não estar de acordo contigo :D
........
OK, imagina outra imagem/história:
Uma pessoa recebe/herda uma quinta. Mas não cava a terra como deve deixa tudo cheio de pedras, semeia fora do tempo com sementes que não se dão naquela terra, arranca as plantas a nascer mas deixa ficar as ervas daninhas, rega o milho da eira e deixa o nabal a secar. Depois vem outro, vê o estado em que ficou a quinta, e deita as mãos à cabeça. Será que ainda se pode salvar alguma coisa?! - Com licença, deixa cá ver o que se pode ainda fazer. Mas o primeiro responde-lhe, - Não quero saber. Eu é que a herdei; fiz tudo bem feito, a quinta até está muito linda, e é minha.
.....
Os animais que ali viviam até podem fugir para os quintais vizinhos e sobreviver, mas é um dó uma quinta que já teve tão bons dias secar assim.