6 de fevereiro de 2014

Toda a gente fala nos Miró

e eu também entro na conversa.

Há muita gente a vender os seus bens para subsistir mais uns tempos. Há os que vendem o ouro e há os que vendem outras coisas que fazem mais falta.
Resumindo: quando o dinheiro não chega, vendem-se os bens.
No caso dos quadros de Miró, pretendem vendê-los para ajudar a pagar uma dívida (as causas dessa dívida não são para aqui chamadas agora).

Eu acho muito bem: é preferível venderem os quadros do que tirarem ainda mais dinheiro aos que já tão pouco têm...

Já agora:
Não vejo esta indignação generalizada quando estamos a vender o país (EDP, ANA, Correios...) aos bocadinhos bocadões!

6 comentários:

Alberto disse...

Concordo que se deva vender a coleção.
Além disso, penso que o Estado não deveria ser empresário.

aflores disse...

Apoiado!

«Vão os anéis ficam os dedos».

Tudo de bom.

;)

:)




josé antónio disse...

O facto do PS ter embarcado na manobra de diversão é mais uma prova de que o Seguro é, em si mesmo, uma manobra de diversão. Um partido com ambição de poder jamais entraria numa tontaria dessas, mesmo que haja por detrás um putativo interessado. Quem será? Até há uma canção que cola aqui... "Quem será, quem será o pai da crinaça...".

cereja disse...

Afinal é a frase dos anéis e dos dedos. O assustador é que para além dos anéis andamos a perder dedos também.
Não gostei desta história porque mais uma vez é uma negociata de Bancos. Cada vez odeio mais os Bancos.

Anónimo disse...

Assim naquela... eu acho que se deveria vender o padrão dos descobrimentos, o mosteiro dos Jerónimos e já agora o da Batalha. Ahhh! E como bónus, uma espécie de promoção, as gravuras de Foz Côa...

saltapocinhas disse...

para o anónimo:
essa comparação não tem nenhuma razão de ser, é completamente ao lado!