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A mostrar mensagens de Abril, 2006

Uma fotografia por domingo (14)

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Onde estavam vocês no 25 de Abril?


Eu andava a passear por aqui, pelo castelo de Leiria.
Tirei poucas fotos porque me sentia derreter com tanto calor e nem me apetecia pegar na máquina...

Gatos (mesmo) fedorentos

Sou fã dos "Fedorentos" desde que apareceram, ainda o blog deles dava para ler, não era um mero "cartaz de espectáculos".

Desde que se mudaram para a RTP1 não perdi um episódio e tenho gostado bastante... até ontem!
O humor pode brincar com tudo?
Eu acho que não, que há assuntos com que não se deve brincar.
A morte é um deles, a religião é outro.

Mas não foi nenhum desses assuntos que me chocou ontem. Foi uma piada à primeira vista inocente, mas que me incomodou bastante: aquela cena do criador de "gatos correio" em que atiram um gato da varanda dum prédio...
Ainda tenho muito recente na minha memória aquela história dos anormais de Montemor que atiravam gatos da muralha do castelo...

Não gostei, não achei piada nenhuma, antes pelo contrário.

E como diz o nosso (ainda) maior comediante, "eles até são uns rapazes tão talentosos, não habia nexexidade"!

...

Ontem, no Jornal da Noite da SIC, falava-se duma viagem de finalistas de jovens do 12.º ano.
Pelo que percebi a viagem - de uma semana! - era a uma estância balnear espanhola, mas segundo o jornalista os jovens raramente chegavam a ver o sol. A vida deles resumia-se a discotecas, bebedeiras e figuras tristes nas ruas! (e mostraram imagens elucidativas para que não restassem dúvidas...)

Um professor, muito falador e alegre contava aos jornalistas "imaginem que hoje de manhã veio ter comigo uma miúda em pânico a perguntar onde poderia comprar a pílula do dia seguinte... Já viu a confiança que os alunos têm connosco para nos virem fazer perguntas destas?"
E mais à frente: "nós não os controlamos nem tomamos conta deles. Eles andam à vontade".
E para rematar, quando o jornalista lhe perguntou como é que os pais autorizavam estas viagens ele disse "ah, porque eles nem imaginam o que se passa por aqui! Ninguém lhes vai contar!"

(isto não é textual, tenho pena de nã…

...

É notícia hoje que as instituiçoes recebem cada vez mais crianças em risco.
Eu devia alegrar-me com a notícia pois na minha escola - dentro da minha sala - havia uma dessas crianças.
No último dia de aulas antes das férias da Páscoa não sabíamos, nem eu, nem ele, nem os colegas, que não voltaria no 3.º período.
Porque entretanto foi entregue pelo tribunal a uma dessas instituições.
Ainda não entrei em contacto nem com ele nem com a instituição pois não sei se o devo ou posso fazer.
Mas os colegas estão a escrever-lhe cartas e a fazer desenhos que lhe iremos enviar pelo correio.

Eu "perdi" o meu "companheiro" que acabava os trabalhos à pressa e se vinha pespegar ao pé de mim para observar tudo o que eu fazia e para conversar...
"Perdi" um dos grandes fãs do Blog dos Golfinhos...
"Perdi" o meu poeta...
Por isso, e como disse no início, acho que devia alegrar-me, no entanto não o consigo fazer!
Porque penso o que sentirá uma criança de 10 anos habituada a vi…

O 25 de Abril...

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... na imaginação de uma criança.

(desenho da Joana Cristina, 8 anos)Mas não há só desenhos, também pesquisaram e contaram histórias...

Uma fotografia por domingo (13)

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Para aproveitar bem o feriado de terça-feira, que tal uma visita à Lousã?
Garanto que vale a pena!!

Porquê???

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(imagem da net)

Porque é que as pessoas em Espanha são Espanhóis e na Rússia não são Rissóis?

Porque é que na Suécia as pessoas são Suecos e em Marrocos não são Marrecos?

Porque é que em Marrocos as pessoas são Marroquinos e na Suíça não são Suínos?

Porque é que na Polónia as pessoas são Polacas e na Estónia não são Estacas?

Porque é que se diz Discoteca em vez de Discotoca se o disco toca e não teca?

Porque é que é espingarda em vez de espungarda pois faz pum e não pim?

Porque é que os que andam no mar são Marujos e os do ar não são Araújos?

Porque é que as batatas grelam e os grelos não batatam? (O Pedro é que me enviou este mail...) ADENDA: Porque é que tudo junto se escreve separado e separado se escreve tudo junto? Xung

Frase... do a(s)no!

A propósito das faltas dos senhores deputados, disse Narana Coissoró:

«Quem lida com o Parlamento sabe que há determinados dias em que os acontecimentos levam as pessoas a faltarem. Por exemplo, não se pode marcar uma votação por exemplo, quando o Benfica-Barcelona estavam a joga, ou quando há um acontecimento grande que as pessoas querem ver»
TSF online, 18 de Abril

(os erros e as frases mal construídas não são da minha autoria, fiz copy/past)

Face ao exposto tenho a propôr como dias em que não se deve trabalhar os seguintes:

Não pode ser só quando joga o Benfica porque, apesar de tudo ainda vivemos em democracia. Portanto também não se deve trabalhar quando joga qualquer clube de futebol.

E como nem só de futebol vive o homem, também não se trabalhará quando houver jogos de basquete, volei, ténis, etc...

Não devemos trabalhar no dia do nosso aniversário nem dos familiares até ao terceiro grau, incluindo sogras.

Também não se pode trabalhar no dia e na véspera de casamentos, baptizados e fes…

As férias da Helena

Os meus Golfinhos andaram numa azáfama a contar as férias deles para pôr no blog.
Como não temos tempo para publicar tudo o que escrevem, fazemos uma selecção de textos, que pode ser por sorteio (quando tenho muita pressa), por votação (quando há mais pachorra) ou por artimanhas (minhas) várias!
Mas o texto da Helena merece um destaque especial e por isso vou publicá-lo aqui.
A Helena é uma menina (já mulher) de 12 anos que vive com o pai, a madrasta, três irmãos e quatro meios-irmãos.
A mãe está na cadeia.
É ela - que é a mais velha das raparigas - quem, juntamente com a madrasta, "trata da casa" o que implica, entre muitas outras tarefas, lavar montanhas de roupa à mão.
E tanto ela como os irmãos andam sempre limpos e asseados...
Ah, e talvez seja importante acrescentar que a Helena é de etnia cigana...

«As minhas férias

Nas minhas férias eu vi televisão e brinquei com o meu gatinho e também brinquei com o meu irmão André e com a minha irmã Verónica e com a minha prima Mara.
E eu f…

Professores de primeira, de segunda e por aí abaixo...

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Desde que comecei a trabalhar, já lá vão bastantes anos, que sempre houve "professores destacados".
São professores que pertencem a uma escola mas prestam serviço noutra ou então fazem outos serviços que nada têm a ver com o curso que tiraram: trabalho nos sindicatos, nas antigas delegações e direcções escolares, etc.
Tenho colegas que saíram comigo do Magistério e nunca na vida deram aulas... Não teria nada contra esta situação não fora o facto de eles, embora não leccionando e tendo emprego garantido perto de casa, ganharem tanto como os que dão aulas e andaram anos por aí de trouxa às costas.

Também havia (e há) os destacamentos pela "lei conjugal": se tens a sorte do teu marido/mulher ser funcionário público tens a garantia de ficar a trabalhar perto de casa. Os outros... esses podem ir para onde calhar!

Há ainda os destacamentos por razões de saúde.
E aqui é onde se geram as maiores injustiças pois normalmente quem se "safa" nem são os que mais precisam..…

O Francisco e os outros

O Francisco era muito jovem e morreu num acidente de viação.
Ao contrário de uma grande maioria da população - principalmente os mais novos - não conhecia o Francisco nem a sua personagem porque nunca vi a novela onde ele participava.
Mas sinto pena na mesma: pena de uma vida acabada tão cedo, pena pela família e pelos amigos.

Por outro lado, não nos podemos esquecer que neste fim-de-semana prolongado de Páscoa morreram mais sete pessoas...
Não sabemos o nome deles só porque não apareciam na televisão.
No entanto para familiares e amigos a dor é idêntica.
E todos os dias morrem jovens e menos jovens por essas estradas.
Uns porque são inconscientes, outros por causa deles.
Toda a gente se perturba, toda a gente se interroga do que poderá fazer para mudar as coisas, mas o certo é que fica tudo na mesma.

Menos para os pais que perdem os filhos.
Para esses a vida nunca mais será igual.
Infelizmente sei do que falo porque tenho três amigas que perderam os filhos em acidentes de viação.

Com coragem e v…

Uma fotografia por domingo (12)

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A Primavera no meu quintal...
Estas flores além de serem lindas, quando forem "grandes" vão transformar-se em maçãs!
Mhammm!

Páscoa Feliz

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(desenho pintado pela "golfinha" Joana C.)

Uma Páscoa muito feliz, cheia de amêndoas, folares doces, folares salgados, coelhinhos de chocolate, ovos com brinquedos lá dentro, enfim, o que quiserem!

Frase do dia

«Se tem remédio porque te queixas?
Se não tem remédio porque te queixas?»

Provérbio chinês

Antárctida

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Uma tarde chuvosa levou-me ao cinema (onde é raro ir).
Mas não dei o meu tempo por mal empregue!
Com apenas três ou quatro actores (sem ser daqueles famosos), uma linda matilha de 7 cães, paisagens deslumbrantes e uma história de amor pelos animais conseguiram fazer um belo e comovente filme.

Tem ainda a vantagem de se poderem levar crianças, que é de pequeninas que devem aprender que os animais são seres inteligentes, com um forte instinto de sobrevivência, que arriscam a vida para salvar os seres humanos e que merecem por isso todo o nosso carinho e respeito.

O meu avô Augusto

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Este é o meu avô Augusto.
Não é um avô como os outros, o meu era um avô especial.
Muito pequenina (antes de completar dois anos) viemos, por causa do emprego do meu pai, viver para outra terra, deixando a casa dos meus avós maternos onde tínhamos vivido até então.
Naquela altura morar a 50 Km era uma distância considerável, mas depressa o meu pai comprou um carro em segunda mão, um Fiat 600, para podermos ir passar os fins de semana a Vale de Cambra, à casa dos meus avós.

O meu avô pressentia a nossa chegada e esperava-nos à porta.
Tinha sempre um abraço e um beijo especiais e um chocolate Regina no bolso do casaco...
Aqueles sábados à tarde sentada na cama dele a ouvir rádio e a comer uma tablete de chocolate à dentada (coisa que não fazia em casa!) ficarão para sempre na minha memória.
As fotografias que tenho de quando era muito pequena a ele as devo, pois apesar de ser muito raro na época, ele já tinha uma máquina fotográfica.

Poucos anos mais tarde, logo no primeiro dia de todas as féri…

A guerra dos livros escolares

A "guerra dos livros" começou e já recebi três convites: um para um almoço, e os outros para dois cocktail´s, de três editoras diferentes. Convites tão completos que até incluem uma folha toda preenchida para que possamos justificar a falta ao abrigo de uma "acção de formação"!

Não aceitei nenhum deles, porque não concordo que se chame "acção de formação" a uma reunião tupperware mas para vender livros...

Entretanto, por estes dias na televisão um senhor da APEL solidarizava-se com os pobres professores a quem os mauzões do governo querem impedir que escolham os livros!
Imaginem!
Os livros vão ser seleccionados por uma "comissão" e os professores, taditos, terão de aceitar o que foi escolhido...
estamos quase na situação que se vivia nos anos 40 e 50, dizia o defensor dos professores!

O que este senhor finge ignorar é que somos autenticamente "bombardeados" com livros todos os anos.
Metade deles não vale nada, nunca deviam ter sido publicados…

Bebés mais baratos

Aviso a todas as grávidas

Vão a Espanha comprar o vosso bebé!
Isto porque em Espanha os bebés custam metade do preço dos nacionais!

"Eu ainda sou do tempo" em que se ia a Espanha comprar bacalhau, ananás em lata, brinquedos, LP's e os incontornáveis caramelos.
Mudam-se os tempos, mudam-se as compras??!

Violência "doméstica"

Não querendo brincar com um assunto sério como é a violência doméstica, não posso deixar de sorrir com este caso...

A mulher ou ex-mulher ou lá o que é do Pinto da Costa veio queixar-se de violência: parece que o Pinto da Costa lhe bateu...

Neste caso parece-me que esta "senhora" não agiu de boa fé, pois em vez de se dirigir a um hospital e fazer queixa à Polícia como faria qualquer pessoa agredida (e ainda por cima com marcas da agressão), ela foi queixar-se... a um jornal!
E lá está ela no jornal, com a camisola levantada, a mostrar o dói-dói...
Mas gente assim não merece mesmo apanhar??

Uma fotografia por domingo (11)

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Hoje enfeitei a minha sala assim... Afinal é Abril!

Miguel Sousa Tavares

Tenho uma relação amor-ódio com os escritos de Miguel Sousa Tavares.
Adorava as crónicas que ele assinava na Máxima.
Vi-o duas ou três vezes na TVI mas não gostei, por isso deixei de ver...
Não gosto de fanatismos, nem que sejam clubísticos.

Consegue ser o homem que me (nos) espantou com o formidável romance "Equador", mas que disparata completamente em declarações na televisão, em crónicas de jornais e agora com uma espécie de "declaração" que circula aí pela net que dá pelo nome de "O cerco".
Aí tanto escreve coisas acertadas como logo a seguir borra a escrita com afirmações verdadeiramente repulsivas.

Não vou transcrever o texto que é enorme, só algumas declarações divididas em "boas" e "más".
Claro que é apenas a minha opinião, mas vale tanto como a dele...

"As boas"

"fumo, incluindo charutos" (esta está incluída nas boas porque eu sou a favor da liberdade de quem fuma, desde que não seja na minha casa ou no meu carro - …

Quem são os piratas?

Os "piratas" estão na berlinda: somos um país de criminosos, somos todos uns piratas.
Até há quem diga na televisão - gente importante, que devia medir bem o que diz - que tirar umas músicas da net é a mesma coisa que roubar os CD's ou outros produtos das prateleiras dos supermercados...
Que exagero!

Quem anda na net a tirar filmes ou CD's antes ou na altura em que eles saem para fazer cópias e as vender, esses sim, são piratas!

Agora quem, como eu e mais não sei quantos milhões de pessoas, vai à net buscar uma música ou outra porque sabe que gosta de ouvir mas que vai ser sol de pouca dura? Que nem chega a sair do computador para nenhum CD?
Que a apaga do computador dali a um mês ou dois?
Ou então, como me acontece às vezes, tirar umas músicas para utilizar nas aulas... isso é crime???

E comprar (com o meu dinheiro) CD's e DVD's para usar na escola mas depois, em vez de levar os originais e andar sempre com o coração nas mãos com medo que se estraguem, faço cópias …

Avaliando...

Será normal escrever numa ficha de informação aos pais, acerca de duas crianças que entraram para a escola em 2003, com 5 anos de idade (só fizeram 6 anos em Novembro):
"a sua aprendizagem é dificultada por ter atitudes muito infantis" ??

Que queria eu que eles tivessem?
Atitudes de adulto?
Eu sinto-me incomodada a escrever estas coisas!...

Conclusões inconclusivas...

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Toda a gente sabe aquela história que se aprende no liceu, do cientista que, para provar a sua teoria, põe uma pulga em cima duma mesa e vai gritando "salta" e a pulga vai saltando. Ele então vai-lhe arrancando as patas, até que a pulga, já sem nenhuma patinha, à ordem "salta" fica muda e queda.
Conclusão do cientista: "se arrancarmos todas as patas a uma pulga ela fica surda!"

Ensinavam-nos esta história para percebermos que, mesmo as experiências sendo bem feitas, é preciso ter muito cuidado para as conclusões não serem completamente disparatadas...

Lembrei-me disto hoje, a propósito duma notícia que ouvi na rádio, sobre a taxa de alcoolémia.
Concluía o jornalista que, como cada vez se apanham mais condutores com excesso de álcool no sangue isso quer dizer que cada vez se bebe mais...
Eu tenho cá para mim, por tudo aquilo que vou ouvindo e observando, que as pessoas que vão conduzir têm cada vez mais o cuidado de não beber!
O que está a acontecer é que há ago…

Uma fotografia por domingo (10)

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Monserrate, Sintra, Setembro de 2003

As traições do português...

Às voltas com as avaliações dos Golfinhos aqui no escritório, ouço o berro do meu marido lá da cozinha:
"Guiiidaaaaaaaaaa, anda comeeeeeeer"
Respondo eu:
"Já vou, deixa-me só acabar de fazer um garoto"

Risota geral na cozinha, ou não estivessem lá filhota e genro!
Uns maldosos, é o que é!

Pão-de-ló

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Hoje à tarde fui a casa dos meus pais e quando lá cheguei a minha mãe estava a começar a fazer um pão-de-ló (a especialidade da casa).
Estive a ajudá-la mas impus as minhas condições: nada de "salazar" para rapar a bacia para a forma:
quem rapa a bacia sou eu!
Ela teve de aceitar, claro, até porque reza a lenda que eu apanhei do meu pai quando era pequena porque ele insistiu para que eu provasse a massa do bolo.
Eu disse que não queria porque aquilo não prestava...
Parece que levei uma palmada porque "nunca se diz que não se gosta duma coisa que não se provou".

A técnica do meu pai resultou: assim "convidada" a provar, eu provei e gostei.
E daí para a frente o problema passou a ser o contrário: eu fazia sempre questão de provar a massa!
Etapa por etapa, lá ia eu metendo o dedinho até à empanturradela final quando a massa vai para a forma.
E reza também a lenda que daí para a frente não se podia ralhar comigo por causa disso, uma vez que a culpada de tal "víc…