Da invariância da quantidade

Em Matemática andam os pequeninos a aprender e a experimentar a invariância da quantidade...

Isto trouxe-me à memória uma das muitas maldades que eu, em miúda, fazia à minha irmã (mais nova 5 anos) e que não tinha ainda adquirida esta noção.
Sempre que a sobremesa era para partilhar, eu dividia-a em 2 partes, uma grande e uma pequenina.
A parte pequenina eu espalhava-a pelo prato o mais que podia, com muita técnica e arte.
A parte maior "encolhia-a" num cantinho do prato...
E, ó bondade das bondades, dava-lhe a escolher!

É claro que ela escolhia a parte esparramada pelo prato...
Eu ficava com fama de boazinha e ainda tinha direito a uns xi-corações de gratidão!!

(embora ela já saiba disto, seria melhor que não lesse!)

Comentários

Anónimo disse…
Olá
Sabia que as aparências enganam,mas tanto!Não te fazia com essa "esperteza".Tão boa rapariga!
um abraço e até quinta
Rosa
Papoilinha disse…
Que malandreca! Eu de vez em quando também faço essas maldades à minha irmã(de três anos)!
SaltaPocinhas disse…
ó rosinha, mas eu era pequenina!!
tinha uns 8 ou 9 e ela 3 ou 4!

olá papoilinha, bem vinda!
afinal eu sou malandreca... e tu não??
PN disse…
Malandrices da infância... As costas estão a ficar melhor, graças ao tratamento, caso contrário não tinha conseguido ir visitar-te...
José António disse…
É caso para dizer que, a propósito da dificuldade da tua irmã em conservar a quantidade, te seguravas na máxima: Olhos que veêm, coração que eu papo!"
E ela se agora ler o que aqui está vai dizer que foste muito má.Boa semana.Bjs
M&M disse…
; )
isto de ser mais velho não podia dar só mais responsabilidades.
eu também aprontava um bocadito devo confessar.
mjf disse…
Olá!
Passei pelo seu cantinho e gostei.
Como diz a sabedoria popular: não custa viver, custa á saber...E a mana ainda tinha muito para aprender.
Bom fim de semana
Didas disse…
Todos nós fizemos sacanices aos mais novos. Era a vingança de eles levarem o mimo e nós os açoites.
Emiele disse…
Pois, afinal essa história de «um corta e o outro escolhe» que costuma resultar só serve quando não há meninas espertinhas...
(essa história é excelente para contares aos teus alunos, nunca mais vão esquecer o princípio que estão a estudar)
Eu sofri o mesmo com o meu irmão...snif...

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