1 de novembro de 2007

Da invariância da quantidade

Em Matemática andam os pequeninos a aprender e a experimentar a invariância da quantidade...

Isto trouxe-me à memória uma das muitas maldades que eu, em miúda, fazia à minha irmã (mais nova 5 anos) e que não tinha ainda adquirida esta noção.
Sempre que a sobremesa era para partilhar, eu dividia-a em 2 partes, uma grande e uma pequenina.
A parte pequenina eu espalhava-a pelo prato o mais que podia, com muita técnica e arte.
A parte maior "encolhia-a" num cantinho do prato...
E, ó bondade das bondades, dava-lhe a escolher!

É claro que ela escolhia a parte esparramada pelo prato...
Eu ficava com fama de boazinha e ainda tinha direito a uns xi-corações de gratidão!!

(embora ela já saiba disto, seria melhor que não lesse!)

11 comentários:

Anónimo disse...

Olá
Sabia que as aparências enganam,mas tanto!Não te fazia com essa "esperteza".Tão boa rapariga!
um abraço e até quinta
Rosa

Papoilinha disse...

Que malandreca! Eu de vez em quando também faço essas maldades à minha irmã(de três anos)!

SaltaPocinhas disse...

ó rosinha, mas eu era pequenina!!
tinha uns 8 ou 9 e ela 3 ou 4!

olá papoilinha, bem vinda!
afinal eu sou malandreca... e tu não??

PN disse...

Malandrices da infância... As costas estão a ficar melhor, graças ao tratamento, caso contrário não tinha conseguido ir visitar-te...

José António disse...

É caso para dizer que, a propósito da dificuldade da tua irmã em conservar a quantidade, te seguravas na máxima: Olhos que veêm, coração que eu papo!"

arte por um canudo 2 disse...

E ela se agora ler o que aqui está vai dizer que foste muito má.Boa semana.Bjs

M&M disse...

; )
isto de ser mais velho não podia dar só mais responsabilidades.
eu também aprontava um bocadito devo confessar.

mjf disse...

Olá!
Passei pelo seu cantinho e gostei.
Como diz a sabedoria popular: não custa viver, custa á saber...E a mana ainda tinha muito para aprender.
Bom fim de semana

Didas disse...

Todos nós fizemos sacanices aos mais novos. Era a vingança de eles levarem o mimo e nós os açoites.

Emiele disse...

Pois, afinal essa história de «um corta e o outro escolhe» que costuma resultar só serve quando não há meninas espertinhas...
(essa história é excelente para contares aos teus alunos, nunca mais vão esquecer o princípio que estão a estudar)

Para sempre, Maria disse...

Eu sofri o mesmo com o meu irmão...snif...