20 de abril de 2008

Aos olhos de Deus

... é o último livro de José Manuel Saraiva.

"1514
Na época áurea dos descobrimentos portugueses, D. Manuel I toma a decisão de enviar ao Papa Leão X uma grande embaixada, demonstração viva do seu poderio temporal.
D. Diogo Pacheco, fidalgo da corte, amigo pessoal do Rei Venturoso, é encarregado pelo monarca de compor e proferir a Oração de Obediência ao Sumo Pontífice, o momento alto da embaixada.
A comitiva parte de Lisboa em cinco embarcações com um tesouro valiosíssimo e animais exóticos trazidos da África e da Índia.
Após conturbada viagem o cortejo chega a Roma(...)


Comprei-o hoje, aproveitando que o autor estava no centro comercial cá do sítio numa sessão de autógrafos.

José Manuel Saraiva foi muito amável e simpático.
(e cá entre nós, é mais giro que na foto que vem no livro!)
Quanto ao livro, como gostei bastante do anterior ("Rosa Brava") espero que este também não me desiluda!


O meu autógrafo!

3 comentários:

luis manuel disse...

"Saltapocinhas".... vai passando o tempo (as horas, os dias...)
por aqui não te saúdo, não digo uma palavra pelas tuas publicações...
Confesso a minha confusão quanto á questão que te toca pessoalmente, mantenho a confiança nos ideais que trasnmites. É assim, debitei-te essa confiança e não há nada que a retire. Mas esta "chinezice" dos sindicatos...!?
A paragem do autocarro... !!!! esta amostra está ainda melhor. Como é possível ?
Já não falo na cena do telemóvel ! Não quero insistir naquilo que foi desrespeito - ainda que em muitos outros lados isso aconteça, lembro-me de algumas cenas eqnauqnto a minha sobrinha esteve a dar aluas nas Gafanhas... e da fita-cola... bem.... palmadas ou reguadas, não faziam mal nenhum...
As fotografias de Domingo continuam, e depois da bela tulipa, o jardim de Aveiro, tão mal estimado. Eu fazia alguns passeios quando o meu irmão vivia bem lá perto, à muito não vou até lá.
Passei pelo blog da Tânia. É um caso de coragem como dizes. Vou fazer por ir sabendo o dia a dia.
O coração... como o coração, neste caso todas as espécies de doenças a ele ligadas, promovem um diálogo mais aberto. Ambos saberemos que isso é assim. Embora existam situações tão extremas, mais dolorosas, terminais, a ligação que este orgão tem à vida, confere um outro olhar. Um facto que eu tentei e acredito ter intrepretado desta última vez (com o meu irmão).
Fiquei muito contente por conheceres a esplanada do bar S. José.... quando passar por lá ao fim de semana vou andar de "olho" tentando encontrar uma "saltapocinhas" .... :)
Quanto aos autógrafos.... não terei "passado" pelo sitiio certo...! tomei café no "Fórum"...

Beijinhos, com grande abraço, para casa também.

Saltapocinhas disse...

olá luís!

nem é preciso dizer que adoro os teus comentários!!

Emiele disse...

E depois dele ter falado o que é que se acrescenta, não é?....
:D