14 de janeiro de 2009

A cigarra e a formiga


Hoje, na escola, foi dia de ouvir uma história.
As crianças ouviram ler e depois leram "A cigarra e a formiga".
Finalmente foi a vez de serem eles a recontare a história.

Só que, desta vez, não houve diversidade de finais. Aconteceu apenas o final quase trágico da formiga a negar ajuda à cigarra.
E não houve mais finais porque, primeiro, nenhum deles o sugeriu, e segundo, porque a mim também não me apeteceu sugerir.

É que ultimamente ando numa de formiga e, para mim, quem não trabalha e só quer viver à custa do trabalho dos outros tem mais é que morrer de fome.
Pena que não morram!

Os "pirilampos" têm a história recontada no blog deles...
E também um desenho muito bonito.
Que tal darem lá um saltinho?

10 comentários:

ameixa seca disse...

Quase que me matavas. Eu não trabalho mas é só porque não me permitem fazer valer esse direito. Eu sobrevivo à custa dos meus pais. Acho que deprimi :(

aflores disse...

Não esqueças que também há aqueles que querem trabalhar e ninguém lhes dá trabalho. Mas isso são outros 500, certo?

Beijinhos e abraços


[Parabéns aos Pirilampos]

O Micróbio II disse...

Não te queixes... lembra-te que estás a trabalhar para a avaliação de desempenho!

Saltapocinhas disse...

claro que não me refiro a quem quer trabalhar e não tem emprego, ameixa!! :)


olha, microbio, a avaliação é assunto que não me interessa mesmo nada, quer dizer, não mudo a minha forma de trabalhar por ser ou não avaliada!

Emiele disse...

Saltapocinhas, quem te lê diariamente entendeu que estás a pensar nalguns pais dos teus alunos que vivem do RMG e não querem fazer nenhum. Mas...
... como pelas minhas bandas sinto muito mais quem procura imenso trabalho, e passa anos a «trabalhar de graça» ou seja a coleccionar estágios não remunerados atrás de estágios não remunerados, também não consegui concordar.
Digamos que há formigas que encontram o formigueiro fechado para obras...

Shakti disse...

E lá abri eu três abas dos Pirilampos ...LOL

bj

José António disse...

Estás mesmo durinha! Então toma lá esta do alentejano:

Estouuuu... é da GNR?
- É sim, em que posso ajudá-lo?
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli.
Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira para a larera.
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.
No dia seguinte os agentes da Guarda estavam em casa do Manel.
Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma. Praguejaram e foram-se embora. Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel.
-Oh Maneli, já aí foram os tipos da Guarda?
- Já.
- E racharam-te a lenha toda?
- Sim
- Então feliz natal, amigo! Esse foi o mê presente deste ano!

bell disse...

E não é que esta história continua actual?

Se bem, que quem canta, sempre consegue vender uns discos, fazer uns concertos e ser mais venerado que as formiguinhas que trabalham com afinco a vida toda.

APO (Bem-Trapilho) disse...

a ilustração está girissima!!!
vim desejar-te um optimo fds! :)
bjo bjinho bjão

leãozinho disse...

Desde que ouvi essa história, claro que era garota, sempre achei estranho dar razão à cigarra. Para mim, sempre foi a formiga a personagem certa, porque se todos fossem como a cigarra, a quem é que a preguiçosa ia pedir comida?